Cobrança abusiva e não informada para reabertura de avaliações em pós-graduação, exclusão de grupos e não entrega de brinde.

Reclamação não respondida

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Paulista - PE

08/07/2026 às 12:52

ID: 253403187

Contratei uma pós-graduação em junho/2025, por meio da Escola de PI, em parceria com a Anhanguera, no valor total de 12 parcelas de R$ 749,75, totalizando R$ 8.997,00.

Até o momento, já paguei 11 parcelas de R$ 749,75, o que corresponde a R$ 8.247,25 já desembolsados.

Ocorre que, ao tentar concluir as avaliações pendentes, fui surpreendida com a cobrança de R$ 250,00 por prova para reabertura de avaliação/PDR. No meu caso, como ainda restam várias 9 avaliações pendentes, o valor adicional pode chegar a R$ 2.250,00, apenas para que eu consiga realizar provas online e concluir uma pós-graduação pela qual já paguei R$ 8.247,25.

O ponto central da minha reclamação é que essa cobrança não foi informada de forma clara, prévia e ostensiva no momento da contratação. Em nenhum momento da venda realizada pela Escola de PI me foi explicado que, após determinado prazo, haveria cobrança de R$ 250,00 por cada avaliação pendente.

Ao buscar solução, a situação ficou ainda mais desgastante. A Escola de PI informa que a questão seria de responsabilidade da Anhanguera. A Anhanguera, por sua vez, responde de forma genérica e condiciona a reabertura das avaliações à apresentação de justificativa plausível ou documento que comprove impedimento, sem enfrentar o ponto principal: a ausência de informação clara sobre essa cobrança no momento da venda.

Ou seja, uma instituição fica transferindo a responsabilidade para a outra, enquanto eu, consumidora, fico no meio dessa relação entre parceiras, sem uma solução efetiva para concluir o curso contratado.

Ressalto que não estou me recusando a cumprir requisitos acadêmicos. Quero realizar as avaliações pendentes, concluir a pós-graduação e receber o certificado. O que questiono é a imposição de uma taxa surpresa, elevada e desproporcional para reabertura de avaliações online, especialmente porque essa condição não foi devidamente esclarecida no momento da contratação feita pela Escola de PI.

Além disso, ao fazer questionamentos sobre essa cobrança nos grupos de alunos da pós-graduação no WhatsApp, fui excluída de todos os grupos pelo responsável pela Escola de PI, Rafael Fernandes Fingergut.
Eu apenas questionei uma cobrança que considero abusiva e não informada previamente. Em vez de receber esclarecimentos objetivos, fui removida dos canais de comunicação com os demais alunos, o que demonstra uma postura incompatível com a transparência esperada de uma instituição de ensino.

Também registro que, na oferta feita à turma fundadora, foi prometido um kit personalizado, que até hoje não foi entregue. Esse é mais um ponto que reforça o descumprimento das promessas apresentadas no momento da venda e a falta de compromisso com aquilo que foi ofertado aos alunos.

A oferta de curso bônus ou qualquer alternativa paralela não resolve a questão central. Eu paguei por uma pós-graduação e preciso de uma solução objetiva para concluir o curso contratado, sem cobrança surpresa, sem transferência de responsabilidade entre instituições parceiras e sem prejuízo ao meu direito de finalizar as avaliações.

Diante disso, solicito que a Escola de PI, como responsável pela venda e intermediação da contratação, juntamente com a Anhanguera, apresente uma solução concreta para liberação das avaliações pendentes, sem a cobrança abusiva de R$ 250,00 por prova, considerando que já paguei R$ 8.247,25 pelo curso e que desejo apenas concluir regularmente a pós-graduação contratada e obter o certificado após o cumprimento das etapas acadêmicas.

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