Prática Abusiva de Preços: Loja Recusa Cumprir Oferta Promocional Anunciada e Recorre a 'Letras Miúdas'

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Belo Horizonte - MG

09/06/2026 às 14:54

ID: 250924813

No dia 27/05/*******, por volta das 19h50, estive na loja Estripulia do Shopping Cidade, em Belo Horizonte, onde fui vítima de uma prática abusiva inadmissível. O brinquedo "Barbie Pop Reveal" estava exposto com um cartaz promocional manuscrito oficial por R$ *******,99 (reduzido de R$ *******,99). No caixa, a empresa se recusou a cumprir a oferta. O gerente, Sr. Pablo Fabricio Ramalho, agiu com extrema má-fé, alegando que "letras miúdas" de referência invalidavam o anúncio nominal e explícito.

Diante do absurdo, fui obrigado a acionar a Polícia Militar (*******) e registrar o Boletim de Ocorrência REDS N *******-******* para resguardar meus direitos.

Contudo, ao pesquisar o histórico da loja, descobri que não se trata de um erro isolado ou mero equívoco operacional. A Estripulia adota essa conduta de forma RECORRENTE e SISTÊMICA. Há farto material público no Google Maps e no próprio Reclame Aqui com relatos idênticos de outros consumidores [Editado pelo Reclame Aqui] exatamente da mesma forma (divergência grosseira de preço entre prateleira/etiqueta e caixa envolvendo outras marcas como Fischer Price, Minecraft e bonecas Monster High).

Isso ultrapassa os limites do mero desentendimento comercial: configura prática comercial abusiva contumaz e, em tese, [Editado pelo Reclame Aqui] contra as relações de consumo (Art. 66 e 67 do CDC fazer afirmação [Editado pelo Reclame Aqui] ou enganosa sobre preços), utilizando-se do "desvio produtivo do consumidor" como tática, apostando que o cliente vai pagar a mais por cansaço ou vergonha no caixa.

Eu não aceitei o [Editado pelo Reclame Aqui], comprei o produto em outra loja e exijo uma postura rígida da administração central da rede sobre o comportamento desta filial.

Informo que este relato, juntamente com o Boletim de Ocorrência, a foto da etiqueta e os prints que comprovam a reincidência [Editado pelo Reclame Aqui] da empresa na internet serão encaminhados diretamente ao Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) e ao Procon-MG para que seja instaurado processo administrativo sancionatório com aplicação de multa pesada por infração coletiva ao CDC. Adicionalmente, buscarei a devida reparação por danos morais e desvio produtivo no Juizado Especial Cível.

A paciência com o desrespeito planejado ao consumidor acabou. No aguardo de uma manifestação jurídica da empresa.

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