LEILOEIRO PRESO EM FLAGRANTE DELITO PELA 10 DELEGACIA POR VENDA DE OBRAS FALSIFICADAS.

Não resolvido
Rio de Janeiro - RJ
23/01/2023 às 11:57
ID: 157946441
Essa reclamação possui mais de 3 anos e não está mais sendo contabilizada no índice da empresa
Ver todas ReclamaçõesNão contente de ser um potencial futuro encarcerado, continua a vender peças em péssimas condições, anunciando-as com propaganda enganosa, com fotografias digitalmente manipuladas em leilões na plataforma de LeiloesBR. Vencendo dois lotes, fomos buscar as peças, as peças foram encontradas em péssimas condições, muito diferentes das fotos - não contente das nossas reclamações, um seu empregado ou representante pessoal, nos ameaça, 2 mulheres, nos ofende, investe fisicamente contra nós, ameaçando-nos verbalmente aos berros, assim que percebeu que o seu jogo [Editado pelo Reclame Aqui] não cola. Assim, para se vingar baixamente, investe contra nós em calúnia por racismo, homofobia, etc, fazendo denúncia online na polícia, a qual denúncia infelizmente para o dito cujo, cai na mesma delegacia aonde Evanio Alves Leiloeiro público e seu comparsa, foram presos (10 Delegacia de Botafogo) em flagrante por venda de obras de arte falsificadas e [Editado pelo Reclame Aqui]; continuando assim sua rota de [Editado pelo Reclame Aqui] profissional, mentindo à justiça brasileira, ou seja cometendo o [Editado pelo Reclame Aqui] de falso testemunho, calúnia, danos morais. Tendo testemunha ocular dos ocorridos em seu local, o processo contra este indivíduo, contra sua empresa, arrolando seus empregados e associados já está seguindo curso.
Evitem este indivíduo e sua [Editado pelo Reclame Aqui] de ajudantes desclassificados!!!
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Resposta da empresa
23/01/2023 às 20:12
Prezados senhores,
venho pela presente informar que a reclamação é improcedente baseada em inverdades, em momento algum tais fatos ocorreram, tanto a Leiloesbr e o leiloeiro são pessoas dignas no mercado e se há algum problema está sendo resolvido, a atitude da denunciante é exasperada sem base legal, apenas com intenções de difamar uma empresa e seu representante através do leiloeiro, que é incabível e todas as atitudes serão tomadas afim de eliminar o problema,
att
Réplica do consumidor
24/01/2023 às 07:14
O leiloeiro mente descaradamente, e pretende nada ter à ver com falsificações de obras de arte?
Leiam, os links abaixo aonde estão descritas publicamente a apreensão em flagrante delito do dito cujo, (meliante profissional no mercado de arte), assim como a apreensão de um grande número de obras falsificadas em sua possessão, dando início a um processo por [Editado pelo Reclame Aqui] e violação de direitos autorais.
Evanio Alves leiloeiro público já faz parte dos anais vergonhosos da venda de obras de arte falsificadas no Brasil. No seu manual, a primeira regra é [Editado pelo Reclame Aqui] a obra de artistas já mortos, que não poderão atestar a autenticidade da nova pintura.
Assim, tendo eu atestado a falsidade da peça que havia arrematado no seu leilão, este leiloeiro através de um seu comparsa me atacaram pessoalmente usando de falso testemunho e calúnia, após te-los confrontado com as irregularidades da peça apresentada no leilão e a verdadeira realidade das mesmas.
Leiam abaixo duas reportagens sobre Evanio Alves leiloeiro público e seu comparsa.
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Dois homens foram presos acusados de vender obras de artes falsificadas na Zona Sul do Rio. Eles procuravam as vítimas por email, as informavam de um leilão que supostamente ocorreria em uma plataforma virtual e as apresentavam aos quadros. Entre as pinturas, estavam telas atribuídas a artistas como Ivan Serpa, Iberê Camargo e Ismael Nery. Os preços oferecidos chegavam até a 1% dos valores de mercado.
De acordo com o delegado Alexandre Herdy, titular da 10 DP (Botafogo), um idoso de 79 anos procurou a delegacia justamente depois de observar que o valor mínimo do lance era um percentagem insignificante do preço das obras que estavam sendo expostas à venda como sendo originais dos artistas que as assinavam.
Uma das supostas obras de Ivan Serpa - pintor e desenhista morto em ******* - da chamada Série Amazônica, com dimensões de 85 x 85 cm, datada de *******, estava sendo anunciada no site com lance inicial de R$ 3 mil enquanto o quadro original chega a custar R$ ******* mil.
Outro quadro do mesmo artista, medindo 26 x 35 cm, anunciado pelo valor de R$ 2 mil, cujo preço no mercado ultrapassa R$ 40 mil, apresentava um acabamento grosseiro, contrariando, segundo a própria vítima, uma das características principais do autor: o esmero no uso das tintas e contornos.
Uma terceira obra supostamente de Ivan Serpa, medindo 51 x 51 cm, chegou a ser arrematada pelo idoso por R$ 3 mil, sendo R$ 80 mil seu preço aproximado de mercado se original fosse. A vítima comprou ainda um quadro atribuído a Ismael Nery - pintor e desenhista morto em *******. Medindo 21 x 16 cm, a obra custou R$ *******, valor bem abaixo dos R$ 30 mil cobrados por uma obra original. Ele comprou também um quadro que seria de Iberê Camargo - pintor e gravurista morto em *******. Com medida de 21 x 35 cm, ela custou R$ 4.*******, sendo R$ 50 mil seu preço de mercado.
Segundo as investigações, os [Editado pelo Reclame Aqui] guardavam as obras de arte em um apartamento na Rua Conselheiro Lafaiete, em Copacabana. Em diligência no imóvel, os policiais encontraram diversos quadros e esculturas, alguns já embalados para envio e outros expostos para venda. Nenhum deles, entretanto, possuía notas fiscais e documentos de procedência e autenticidade. Levados para a 10 DP, José Anderson da Silva e Evânio Alves Pereira foram autuados por tentativa de [Editado pelo Reclame Aqui] e violação de direito autoral.
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Na madrugada de 28 de fevereiro de *******, o engenheiro carioca Nelson de Franco recebeu e-mail com uma oferta tentadora do site Versalhes Leilões, do Rio de Janeiro: uma das telas da famosa Série Amazônica, do artista carioca Ivan Serpa (*******73), estava sendo oferecida por uma pechincha 3 mil reais. O valor de mercado de cada tela dessa série costuma girar em torno de ******* mil reais. No mesmo leilão, outros três trabalhos de Serpa tinham lance mínimo de 3 mil reais.
Franco foi o único a dar lance nas obras. Ele também levou uma tela de Iberê Camargo (*******94) por 4,9 mil reais (cujos quadros custam entre ******* mil e 3 milhões de reais) e duas de Ismael Nery (*******34) pela pechincha de ******* reais e ******* reais, valor muitíssimo abaixo do cobrado pelas pinturas desse artista paraense (entre 30 mil e 25 milhões de reais). Por míseros 16 mil reais, o engenheiro arrematou quatro quadros de Ivan Serpa, dois de Ismael Nery e um de Iberê Camargo.
Colecionador tarimbado, Franco resolveu arriscar. Contatou por telefone o responsável pelo leilão e sócio da Versalhes, Evânio Alves Pereira, antes de depositar o dinheiro na conta de José Anderson da Silva, o outro sócio da casa. Pereira garantiu ao comprador que as obras eram autênticas, embora não tivesse nenhum certificado que atestasse isso. Franco foi então à sede do leilão, no bairro da Urca, no Rio, para ver pessoalmente as telas recém-adquiridas. Foi informado, entretanto, que elas estavam em um apartamento de Copacabana. Somente quatro dias mais tarde, depois de muita insistência, ele conseguiu ter acesso aos quadros. Levou consigo o amigo Heraldo Serpa, filho de Ivan Serpa, que constatou serem [Editado pelo Reclame Aqui] as telas atribuídas ao seu pai (posteriormente, a Fundação Iberê, que cuida da obra de Iberê Camargo, também confirmou a falsidade da obra vendida pelo leiloeiro).
Franco acionou a Polícia Civil, que prendeu os dois sócios em flagrante por [Editado pelo Reclame Aqui] e violação de direito autoral (eles foram soltos poucos dias depois). Além dos sete quadros adquiridos pelo engenheiro, os policiais apreenderam dezenove telas no apartamento em Copacabana e na sede do leilão, na Urca. A dupla responde ao inquérito em liberdade. A defesa nega que Pereira e Silva sejam [Editado pelo Reclame Aqui]ários. São pessoas dignas, que nunca haviam sido presas antes. Estou certo de que serão absolvidos, diz o advogado Cleyton Caetano de Lima. O site Versalhes Leilões continua ativo, oferecendo obras de arte e antiguidades. Evânio Alves Pereira segue sendo o leiloeiro responsável.
Consideração final do consumidor
03/06/2023 às 04:37
Leiloeiro te ameaça e usa empregados para fazer denúncias caluniosas a teu respeito na polícia porque vc não foi idiota de cair na jogada deles. Gente de baixíssimo nível. Indescritível. O problema será resolvido em justiça. Desaconselho firmemente a evitar esse leiloeiro.
O problema foi resolvido?

Não resolvido
Voltaria a fazer negócio
Não
Nota do atendimento
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