Venda bloqueada, cliente cobrado e Caixa se recusa a estornar

Respondida
São Gonçalo - RJ
16/06/2025 às 09:28
ID: 219744015
Essa reclamação foi publicada há mais de 1 ano
Ver todas ReclamaçõesTítulo: Venda bloqueada, cliente cobrado e a Caixa se recusa a estornar a transação!
Reclamação:
Tive uma experiência péssima com a máquina de cartão da Caixa (Azulzinha). Realizei uma venda no valor de R$ 16.000,00 para um cliente da nossa empresa, que trabalha com mídia em Painéis de LED no Rio de Janeiro. A transação foi aprovada na hora, porém, por motivo não informado, a máquina bloqueou a venda.
Após inúmeras tentativas de solução e, por conta da demora da Caixa em liberar o valor (exigiram até emissão de nota fiscal antes de liberar o pagamento), optamos pelo cancelamento da venda. Foi aí que começou o pesadelo.
A Caixa simplesmente se recusa a cancelar a transação e a devolver a taxa cobrada. O valor da venda sequer entrou na nossa conta, mas a cobrança seguiu normalmente na fatura do cliente. O cliente, revoltado, pagou o valor via Pix diretamente para nossa empresa e, mesmo assim, a cobrança do cartão permaneceu em sua fatura. Fui obrigado a ir pessoalmente até a empresa do cliente para explicar o ocorrido e evitar que eles nos processassem.
Já solicitamos o estorno diversas vezes, mas a Caixa alega que a conta vinculada à venda não tem saldo suficiente para o estorno, o que é absurdo, já que o valor nunca foi liberado para a nossa empresa.
O que queremos é simples: cancelar a transação no cartão do cliente, que já foi pago por outro meio, e encerrar esse transtorno. Não queremos nenhum valor, apenas que o cliente não pague duas vezes por um mesmo serviço.
Minha orientação a qualquer empresário: fujam da máquina Azulzinha da Caixa. Péssima experiência, burocracia extrema e total falta de suporte. Escolham outra operadora!
Compartilhe
Resposta da empresa
10/07/2025 às 14:19
Informamos que não identificamos qualquer registro do reclamante como cliente ou usuário de nossos serviços, nem tampouco qualquer contato anterior por nossos canais oficiais. A reclamação apresentada carece de veracidade, fundamento fático e material probatório, o que compromete sua legitimidade.
Além disso, o uso indevido de plataformas públicas para imputações [Editado pelo Reclame Aqui], ofensivas ou infundadas configura abuso de direito (art. ******* do Código Civil) e pode ensejar responsabilização civil por danos morais e materiais.
Destacamos que:
A [Editado pelo Reclame Aqui] alegação de relação de consumo infringe o princípio da boa-fé objetiva (art. 4, III, do CDC) e pode ser considerada litigância de má-fé, sujeita a sanções legais;
A publicação de conteúdo calunioso, difamatório ou inverídico, mesmo em plataformas como o Reclame Aqui, pode configurar [Editado pelo Reclame Aqui] contra a honra (art. ******* a ******* do Código Penal), além de responsabilidade civil nos termos dos arts. ******* e ******* do Código Civil;
O uso de dados falsos ou indevidos também infringe princípios da Lei Geral de Proteção de Dados (Lei 13.*******/18), e poderá ser objeto de notificação formal às autoridades competentes e à própria plataforma.
Nosso compromisso é com a ética, a transparência e o respeito ao consumidor mas não admitiremos o uso leviano e mal-intencionado de canais públicos para prejudicar nossa reputação ou coagir a empresa de forma ilícita.
Reservamo-nos o direito de tomar todas as medidas legais cabíveis, incluindo a identificação do autor e a adoção de ações judiciais por danos à imagem e reputação.