Assédio moral , exposição , perseguição , ameaças

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Guarulhos - SP

05/04/2023 às 00:44

ID: 162313453

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Minha filha estuda no colégio há 8 anos e esse ano uma colega de sala começou agredir física a mesma , e se não bastasse começou ameaças, persiguicao, a xingar a mesma , dizendo que é feia , estranha , que não tem qualidade nenhuma , passa mão na lousa com giz e depois passa na minha filha , liga de madrugada para minha filha , coloca pessoas para fazer o mesmo ligar e tentar intimidar minha filha , pisa no pé dela de propósito , empurra , faz assédio moral o tempo todo , pega e joga o estojo dela várias vezes no chão , muitas vezes na frente de professores que não fazem nada , minha filha começou a desenvolver um início de depressão, começou chorar desesperada , relata que sente uma tristeza enorme , parou de comer , não queria levantar da cama e não quer escovar os dentes , ficou péssima , tive que correr atrás de psicológo para ajudar a mesma que agora começou a reagir mais mesmo assim está sofrendo ainda com a persiguicao , bullying por parte dessa amiguinha , diante de toda essa situação , procurei a escola várias vezes , a escola no primeiro momento chamou ambas para conversar , e não melhorou , logo em seguida reclamei de novo e escola diz que chamou a mãe e a mesma acusa que minha filha faz a mesma coisa , eu tenho prova de tudo , já a mãe não tem , e mesmo assim a escola não foi investigar quem está falando a verdade , depois disso a escola me diz que a Maria Eduarda iria passar com a psicóloga chamada Marina , aceitei , para minha surpresa passou uma vez , cobrei a escola se a Marina iria conversar comigo e a resposta foi : não vai falar nada pois não conseguiu arrancar nada da Maria Eduarda , levei um susto e questionei arrancar , e a resp é sim , então perguntei para Maria Eduarda o que elas havia conversado , e ela me disse que contou tudo o porque estava triste relatando o que menina fazia com ela , e então a Marina só perguntava se tinha algum problema em casa , se os pais brigavam etc. Tive a sensação que eles queria reverter o jogo e jogar a responsabilidade que são deles para cima de mim , como não é da escola é da sua casa , como perceberam que era da escola mesmo , não me procuraram para passar posição e também não se manisfestaram mais nada a respeito , simplesmente deixaram pra lá. Estou tendo gastos de psicológico com a Maria Eduarda , e sequer dão apoio ou fazem algo. Resolvi postar na minhas redes sociais o que está acontecendo , e marcar eles , o bullying que minha filha está sofrendo que é [Editado pelo Reclame Aqui] , e eles me ligaram me ameaçando caso não tirasse a publicação. Então deixo aqui minha insatisfação ao colégio , que aceita bullying , assédio moral , [Editado pelo Reclame Aqui] sérios. Única coisa que queria que resolvesse mais não. A única maneira que querem resolver é chamar as meninas e dar broncas nas duas , tudo que minha filha está passando , ainda tem que levar bronca , já que não fez nada contra a menina porque até isso minha filha não tem coragem de revidar. A sala teve [Editado pelo Reclame Aqui] e tem câmeras nas salas e eles falam que estão desligadas, se estivesse ligadas quem sabem viriam o que minha filha passa , já que os professores vê e não falam nada. E tudo para eles é brincadeira. Porque não é o filho deles que ficou como minha filha ficou , não desejo para filho nenhum de ninguém. Sensação horrível , então deixo aí o recado , não recomendo a empresa , lembrando que aconteceu na escola várias desses casos igual da minha filha , e nenhum deles eles fizeram nada. Tenho vários depoimentos de maes contando , enfim empresa péssima.

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Resposta da empresa

25/03/2025 às 14:49

Olá Nathália,
Primeiramente, gostaríamos de reiterar que este foi um caso tratado com muita seriedade por nossa equipe. A sua filha, Maria Eduarda, sempre foi muito importante para nós, e nossa prioridade foi e sempre será o bem-estar de nossos alunos.

Sempre que surgem relatos de bullying ou de qualquer outro tipo de agressão, tomamos as providências necessárias para garantir que a situação seja resolvida da melhor forma possível. Em relação à Maria Eduarda, trabalhamos de forma contínua para lidar com o caso com o máximo de cuidado e respeito.

Nossa terapeuta Marina Paduin realiza atendimentos pontuais com os alunos, com o intuito de fornecer um espaço seguro para que eles possam se expressar. Sabemos que, às vezes, pode ser difícil para os alunos compartilharem certos sentimentos, e sempre buscamos proporcionar um ambiente acolhedor. No entanto, se a aluna não compartilha suas experiências, ficamos limitados em nossas ações. Em qualquer situação, nos mantivemos à disposição para apoiar Maria Eduarda.

Tentamos manter um contato próximo com você para esclarecer as questões e garantir que as medidas adequadas fossem tomadas. No entanto, sabemos que as informações compartilhadas nem sempre foram suficientes para uma solução mais rápida e eficaz.

Gostaríamos de informar também que nossas câmeras de segurança estavam em pleno funcionamento durante o período mencionado, e seguimos todas as instruções legais para o compartilhamento ou não das imagens contidas nelas, conforme as diretrizes da legislação.

Lamentamos que a situação tenha sido tão difícil para a sua filha e, embora o processo não tenha avançado como gostaríamos, continuamos à disposição para apoiar a família da Maria Eduarda da melhor forma possível.

Reafirmamos nosso compromisso em garantir um ambiente seguro e acolhedor para todos os nossos alunos e, quando situações como essas surgem, buscamos sempre agir de maneira responsável e de acordo com as normas estabelecidas.

Desejamos tudo de bom para Maria Eduarda e sua família.

Atenciosamente,
Equipe Externato Parque Continental