DISCUSSÃO INADMISSÍVEL NA PORTARIA 2 DO HOSPITAL MACKENZIE EM CURITIBA

Reclamação não resolvida

Não resolvido

Reclamar dessa empresa

Curitiba - PR

10/10/2022 às 02:34

ID: 151524783

Essa reclamação possui mais de 3 anos e não está mais sendo contabilizada no índice da empresa

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INFORMAÇÃO PRELIMINAR

A situação que vou narrar ocorreu no Hospital Universitário Evangélico Mackenzie. Estou cadastrando aqui porque esse hospital pertence à Faculdade Evangélica Mackenzie do Paraná (tem o mesmo CNPJ 60.*******.*******/*******02).

No site Reclame Aqui, existe o cadastro obsoleto Hospital Universitário Evangélico de Curitiba. Ocorre que essa empresa não existe mais. Esse antigo hospital foi extinto e as instalações foram compradas pelo Instituto Presbiteriano Mackenzie. É outra empresa, portanto, com outro CNPJ. E não existe mais.

Eu solicitei no site Reclame Aqui a abertura de um cadastro específico para o Hospital Universitário Evangélico Mackenzie, informando os dados necessários.

RECLAMAÇÃO

Eu estou escrevendo esta Reclamação porque houve falha grave de uma funcionária e discussão hoje na portaria 2 do Hospital Evangélico Mackenzie.

Não é tolerável que haja discussão na portaria de um hospital.

Faz 10 dias que minha mãe está internada na UTI desse hospital. Como o caso dela é grave, os médicos autorizaram a visita de 2 familiares por dia.

Durante vários dias, tudo transcorreu normalmente. Chegávamos à Recepção da Portaria 2 e a recepcionista ligava para a assistente social para confirmar se estava liberada a visita de 2 familiares. Éramos muito bem atendidos pelos recepcionistas e seguranças.

Hoje aconteceu um problema grave e, por ter havido discussão em voz alta, informo aqui.

Às 16:45, eu e uma irmã de minha mãe comparecemos à Recepção da Portaria 2.

Na Recepção, havia uma recepcionista e uma agente de segurança (uniformizada) de nome Léia sentada na poltrona de recepcionista e atuando como recepcionista.

Entramos na fila e nos coube ser atendidos pela agente de segurança/recepcionista Léia.

Como nos dias anteriores, eu informei o nome de minha mãe e que os médicos autorizaram 2 visitantes e que ela precisava ligar para a assistente social.

A Sra. Léia disse que não havia informação no computador e que não ligaria para a assistente social.

Eu expliquei que, em todos os dias anteriores, as recepcionistas ligaram para a assistente social sem problema.

A agente de segurança/recepcionista Léia manteve a posição de que não iria ligar e que somente entraria 1 pessoa. Ela chegou a dizer que eu não iria entrar.

Eu sugeri que a agente de segurança/recepcionista Léia pedisse informações à recepcionista que estava ao seu lado sobre os protocolos de conduta do hospital. Eu supus que, por ser uma agente de segurança (uniformizada) atuando como recepcionista, ela não estivesse familiarizada com esse serviço.

Eu pedi a gentileza de a recepcionista que estava ao lado explicasse à Sra. Léia sobre a prática de ligar para a assistente social para obter informações.

A recepcionista que estava ao lado conversou com a Sra. Léia em voz baixa (não pude ouvir o que foi dito) por uns minutos. Após isso, eu perguntei, novamente, à Sra. Léia se ela poderia ligar à assistente social e ela manteve a posição de não ligar.

Além disso, a Sra. Léia disse que eu precisava aguardar mais 10 minutos para ser atendido. Era 16:50, sendo o horário de visita às 17 horas. Saliento que, no primeiro dia que fui visitar a minha mãe, a recepcionista informou que eu poderia comparecer à recepção às 16:45 e eu assim procedi, sem problemas, nas outras visitas.

Às 17 horas, retornei à recepção e procurei ser atendido pela outra recepcionista (a que estava ao lado da Sra. Léia), mas ela se esquivou. Eu pretendia ser atendido por ela por saber que ela conhecia o protocolo de ligar para assistente social. Acredito que ela não quis se indispor com a agente de segurança/recepcionista Léia.

Assim, tive de me dirigir, novamente, para a bancada da Sra. Léia. Ela manteve a posição de não ligar para a assistente social e autorizou a entrada de apenas 1 pessoa.

Como eu precisava conversar com o médico, eu entrei e a irmã de minha mãe ficou na portaria.

Na UTI em que se encontra a minha mãe, fui muito bem recebido pela equipe de enfermagem. Explique a uma enfermeira tudo o que ocorreu na recepção. A enfermeira, atenciosa, ligou para a recepção e informou que a irmã de minha mãe estava autorizada a subir à UTI. Ela perdeu de participar da conversa com o médico.

RESUMO DO PROBLEMA:

1) A agente de segurança/recepcionista Léia recusa-se a ligar para a assistente social para pedir informações.

2) Conversando com a enfermeira da UTI, ela informou que o procedimento comum é a recepcionista ligar para pedir informações.

3) Eu, como filho, não tenho poder de inserir no cadastro da paciente (no sistema informático do hospital) a informação de que os médicos autorizaram 2 visitantes por dia.

4) A minha preocupação é que não haja mais discussões na recepção da portaria 2 do Hospital Mackenzie.

5) Por ser um hospital, deve haver Tranquilidade, Paz e Compaixão para com o sofrimento dos familiares.

Constituição Federal. Art. 5. Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e estrangeiros, residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:

III Ninguém será submetido à tortura nem a TRATAMENTO DESUMANO ou degradante.

Informações:
Paciente: Paulina Moreto, UTI 2.
Data e local da ocorrência: 09/10/*******, às 16:45, na Portaria 2 do Hospital Evangélico Mackenzie, em Curitiba/PR.


Muito obrigado pela atenção!


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Consideração final do consumidor

12/04/2025 às 19:56

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Nota do atendimento

7