Reclamação contra Lagula Famiglia Pastrini por falha no rodízio, atendimento ruim e conduta desrespeitosa do proprietário em Vitória/ES

Não respondida
Vitória - ES
19/12/2025 às 22:23
ID: 235396741
Venho registrar minha reclamação contra o restaurante Lagula Famiglia Pastrini, localizado na Praia do Canto, Vitória/ES, por uma experiência extremamente negativa, marcada por falha grave na prestação do serviço e pela postura desrespeitosa e agressiva do proprietário.
No dia 19/12/2025, cheguei ao estabelecimento por volta das 19h12. Para acessar o rodízio, pagamos o valor de R$ 89,90 por pessoa. O restaurante se intitula como o maior rodízio do Espírito Santo e divulga, inclusive nas redes sociais, uma grande variedade de alimentos, como pizzas, salgadinhos, espetinhos, risotos, massas, comida japonesa, açaí e sobremesas.
Fomos informados de que a comida japonesa e as sobremesas estariam disponíveis no buffet, enquanto os demais itens seriam servidos nas mesas. O primeiro piso estava lotado, e fomos direcionados para o piso superior, do lado esquerdo. Inicialmente, estávamos sozinhos nesse espaço e percebemos uma demora excessiva no atendimento. Mesmo após a chegada de outros clientes e o preenchimento do ambiente, a situação não mudou.
Permanecemos mais de uma hora sentados, período em que apenas risoto e macarrão passaram pela mesa. A comida japonesa estava extremamente limitada, com faltas constantes no buffet. Diversos itens amplamente divulgados simplesmente não foram servidos, descaracterizando completamente a proposta de rodízio oferecida.
Diante da situação, desci para conversar com o gerente, que reconheceu a falha e afirmou que o serviço iria melhorar. Confiamos em sua palavra e permanecemos no local até aproximadamente 20h30. No entanto, além de não haver melhora, o serviço se tornou ainda mais insuficiente.
Diante da clara falha na prestação do serviço, solicitamos o reembolso do valor pago. O gerente informou que não estava autorizado pelo proprietário a realizar o estorno.
Sem uma solução, acionamos a Polícia Militar, que compareceu ao local e realizou uma mediação rápida da situação. Durante esse momento, o proprietário do restaurante chegou extremamente exaltado, aos gritos, afirmando que não faria o estorno e que deveríamos entrar na justiça caso quiséssemos o valor de volta. Alegou, de forma inverídica, que teria visto pelas câmeras que comemos a noite inteira, o que não corresponde à realidade. Sua postura foi agressiva, desrespeitosa e constrangedora, inclusive na presença da Polícia Militar. Os policiais esclareceram que a atuação deles se limitava à mediação naquele momento e que a questão do reembolso deveria ser tratada junto ao Procon, não sendo possível tomar outras providências além dessa intermediação.
Os policiais, de forma respeitosa, chegaram a nos perguntar se gostaríamos de retornar ao salão para continuar consumindo o rodízio. Contudo, já eram 21h17, após mais de duas horas de espera, desgaste emocional e diante de um serviço claramente falho e de um tratamento hostil por parte do proprietário, não havia mais qualquer interesse em permanecer no local ou continuar um serviço que já havia se mostrado totalmente insatisfatório.
A situação foi encerrada sem o estorno do valor pago, restando apenas o encaminhamento para os órgãos de defesa do consumidor.
Ressalto que o dinheiro pago representa trabalho, esforço e confiança do cliente. Não se trata apenas de uma refeição mal servida, mas de uma experiência marcada pelo desrespeito ao consumidor e pela postura inadequada de quem deveria zelar pelo atendimento e pela imagem do estabelecimento.
Diante de todo o ocorrido, solicito a reparação do dano, com o reembolso integral do valor pago, além de uma manifestação formal do estabelecimento quanto à conduta adotada, especialmente em relação ao comportamento do proprietário.