Negativa de atendimento em farmácia de plantão para compra emergencial de curativos

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Curitiba - PR

01/11/2025 às 19:42

ID: 230809217

Liguei para farmácia 24h de plantão responsável no município, de acordo com a escala divulgada, na madrugada do dia 31 de outubro de 2025, necessitando de medicamento de urgência, e a responsável de plantão, recusou-se a ir. Eu estou em recuperação de um acidente grave e precisei de atendimento urgente para compra de material de curativos e sua ação violou o Decreto 030/2020 (especialmente art. 10) e a Lei 6.449/2019 de Canoinhas (art. 1). Disse que só poderia atender caso fosse remédio com receita ou passasse por consulta anteriormente, e foi informado à ela, em ligação, que já havia passado por especialista e estava com receita. Precisei ficar com a perna exposta (com musculatura aparente) em uma unidade de pronto atendimento por toda a madrugada por conta dessa negligência, correndo risco de contaminação. Ainda, quando conversado na tarde seguinte com a respectiva farmacêutica, ela informou que não atendeu a solicitação de urgência por "achar que se tratava de um trote". Precisarei retornar, pagar nova consulta com especialista, para refazer os curativos da forma correta pois não consegui atendimento a tempo adequado. Inclusive, a orientação de me dirigir ao pronto atendimento foi da própria, mesmo sendo dito na ligação que essa ação poderia levar a contaminação maior dos tecidos abertos.

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Resposta da empresa

03/11/2025 às 11:27

Olá Leonardo,

Pedimos desculpas pelo transtorno enfrentado e agradecemos por nos relatar o ocorrido. Após verificarmos com a gestora responsável pelo plantão, confirmamos que o contato foi realizado às 02h05 do dia 31/10. Na ocasião, você informou que havia retornado de viagem com a perna machucada e solicitou gaze e soro fisiológico.

Durante a ligação, a gestora orientou que o mais indicado seria procurar o hospital para avaliar a necessidade de um curativo apropriado ou até mesmo medicação específica, considerando que apenas o soro fisiológico poderia não ser suficiente caso o ferimento estivesse exposto.

No dia seguinte, ao comparecer à loja, a gestora identificou que se tratava de um machucado antigo e buscou esclarecer o ocorrido, reforçando que não houve recusa de atendimento, mas sim uma preocupação em oferecer a melhor orientação possível com base nas informações recebidas durante a madrugada.

Gostaríamos de reiterar nossas desculpas pelo mal-entendido e informar que a gestora está há menos de um mês na função, ainda em período de experiência. Ela já foi devidamente orientada sobre os procedimentos corretos para situações de plantão, e a coordenação acompanhará de perto para garantir que situações semelhantes não voltem a ocorrer.

Agradecemos sua compreensão e reafirmamos nosso compromisso com o acolhimento e o cuidado em todos os atendimentos prestados.