Reclamação formal sobre atraso e falta de transparência no reparo do veículo

Não respondida
São José dos Campos - SP
17/06/2026 às 13:28
ID: 251651675
Venho registrar minha profunda insatisfação com a condução do reparo do meu veículo pela FC Prime Lapa.
Após um sinistro ocorrido no final de abril, acionei a seguradora Tokio Marine e iniciei o processo de reparação junto à oficina FC Prime Lapa, em São Paulo.
Inicialmente, meu veículo permaneceu parado por aproximadamente 30 dias aguardando a chegada das peças. Entendo que essa etapa dependia da seguradora e da Citroën, motivo pelo qual aguardei pacientemente.
Posteriormente, conforme ******* pela própria oficina, deixei o veículo em 27/05 para início dos reparos, com previsão de entrega para o dia 15/06. No entanto, após algumas cobranças de minha parte, fui informado de um novo prazo entre os dias 17 e 19 de junho.
Hoje, ao solicitar novamente uma atualização, recebi a informação de que a entrega foi adiada mais uma vez, agora para a próxima sexta-feira, sem qualquer explicação clara sobre os motivos do atraso.
O principal problema não é apenas a demora, mas a falta de transparência, a comunicação imprecisa e a recorrente divulgação de prazos que não são cumpridos. Isso gera uma enorme insegurança e a sensação de que estou sendo induzido a acreditar em datas que não refletem a real situação do reparo.
Já estou há quase 60 dias sem o meu veículo e não disponho de recursos financeiros para arcar com a locação de um carro durante todo esse período. Essa situação está causando transtornos significativos à minha rotina pessoal e profissional.
Solicito, com urgência:
Uma posição clara e definitiva sobre o estágio atual do reparo;
A justificativa detalhada para os sucessivos adiamentos;
Um prazo realista e comprometido para a entrega do veículo, que não seja final da outra semana.
Maior transparência e respeito na comunicação com o cliente.
Espero que a FC Prime Lapa trate esta situação com a seriedade necessária e apresente uma solução imediata, evitando a necessidade de recorrer aos órgãos de defesa do consumidor para resguardar meus direitos.
Atenciosamente,
Djacir Ferreira