Concessionária Fiori recusa valor de avaliação de veículo usado e trata cliente de forma desrespeitosa

Não respondida
Salvador - BA
19/05/2026 às 13:53
ID: 248697671
Em 11 de maio de 2026, o ***** dirigiu-se à concessionária Fiori, situada em Salvador/BA, com o objetivo de adquirir um veículo Fiat Strada, sendo atendido pelo vendedor *****.
Durante a negociação, o ***** solicitou a avaliação de seu veículo usado para utilização como entrada na compra do automóvel pretendido. Na ocasião, a concessionária informou que o referido veículo havia sido avaliado no valor de R$ 80.000,00 (oitenta mil reais), além da concessão de bônus para veículo usado no importe de R$ 4.000,00 (quatro mil reais), conforme documentação emitida pela própria empresa.
Para garantia da negociação, o ***** realizou pagamento via PIX no valor de R$ 2.300,00 (dois mil e trezentos reais), tendo recebido o Pedido n *****, documento este que continha, inclusive, número de chassi, RENAVAM, condições de pagamento, confirmação do valor pago via PIX, valor atribuído ao veículo dado na negociação (cheque) no montante de R$ 80.000,00, bônus de R$ 4.000,00, bem como emissão de boletos bancários nos valores de R$ 20.000,00 (vinte mil reais) e R$ 24.600,00 (vinte e quatro mil e seiscentos reais), ambos com vencimento em 17/05/2026, regularmente gerados em nome do cliente.
Posteriormente, ao dirigir-se ao SAC para emissão do ATPV, conforme orientação do próprio vendedor *****, o ***** necessitou do CNPJ da concessionária, ocasião em que entrou em contato telefônico com o referido vendedor, sendo orientado a retornar à loja.
Ao comparecer novamente à concessionária, o Sr. ***** passou a tratar o consumidor de forma extremamente descortês e desrespeitosa, informando que teria ocorrido suposto erro na avaliação do veículo, alegando que tal avaliação teria sido realizada por um robô, motivo pelo qual a empresa não mais honraria os valores anteriormente apresentados e formalizados documentalmente.
Ressalte-se que é de conhecimento comum que avaliações de veículos usados são realizadas mediante análise presencial por avaliadores da própria concessionária, os quais recebem as chaves e documentação do veículo para inspeção, procedimento que, inclusive, consta formalmente nos documentos emitidos pela empresa.
Além disso, o *****, pessoa idosa, com pouca familiaridade com meios digitais e de instrução limitada, foi induzido a acreditar na legitimidade integral da negociação, havendo fortes indícios de tentativa de aproveitamento de sua vulnerabilidade como consumidor.
Não bastasse, foram impressos novos documentos com valores distintos e datas retroativas, os quais foram apresentados ao consumidor de forma irregular e abusiva.
O tratamento dispensado ao ***** agravou-se ainda mais quando este foi atendido pelo gerente da loja, identificado pelo prenome *****, o qual, de maneira agressiva e verbalmente ofensiva, afirmou que o consumidor poderia procurar a Justiça ou fazer o que quisesse, pois não daria em nada, acrescentando possuir 26 anos de experiência no ramo e atribuindo toda a responsabilidade exclusivamente ao vendedor.
Tal conduta causou profundo abalo emocional e psicológico ao *****, que se sentiu humilhado, coagido e desrespeitado diante da postura abusiva e intimidatória adotada pelos representantes da concessionária.
Mesmo estando de posse de toda a documentação comprobatória da negociação regularmente formalizada, o consumidor foi impedido de concluir a aquisição do veículo, tendo a concessionária cancelado, unilateralmente, os boletos anteriormente emitidos.
Diante de todo o exposto, requer-se posicionamento imediato da montadora Fiat, tendo em vista a evidente incapacidade da concessionária Fiori em solucionar a demanda de forma administrativa, bem como a ausência de profissionais minimamente capacitados para prestar atendimento digno, ético e respeitoso aos consumidores.
Por fim, informa-se que todos os fatos narrados encontram-se devidamente registrados e documentados, inclusive mediante comprovantes, pedidos, boletos, documentos emitidos pela concessionária e demais provas pertinentes, que poderão ser apresentados às autoridades competentes e ao Poder Judiciário.