Síndico com Gestão Desorganizada e Falta de Manutenção em Condomínio

Respondida
São Paulo - SP
18/05/2026 às 16:14
ID: 248986109
Moro em um condomínio onde o síndico atua há menos de 1 ano, porém a administração vem apresentando diversos problemas e falta de organização.
Estamos enfrentando paradas constantes nos elevadores, o sistema de delivery é totalmente desorganizado, há falhas no sistema de segurança, além de jardinagem e limpeza precárias nas áreas comuns.
Outro problema recorrente é a ausência de fiscalização e penalização de moradores infratores, o que gera sensação de impunidade e desordem no condomínio.
Também há funcionamento de plataformas de locação de curta temporada em imóvel social, sem qualquer controle efetivo da administração.
Após a instalação de câmeras nos andares, o forro do teto permaneceu aberto até hoje, demonstrando descaso com a manutenção e acabamento das áreas comuns.
Além disso, o síndico já foi acionado judicialmente e dificulta ou impede a convocação de assembleias pelos moradores, o que compromete a transparência e a participação dos condôminos nas decisões do condomínio.
Os moradores esperam providências urgentes e uma gestão mais responsável, transparente e eficiente.
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Resposta da empresa
24/05/2026 às 12:31
Olá. Recebemos mais está manifestação que, infelizmente, segue o padrão de ataques coordenados por um grupo político de oposição interna do Condomínio Reserva Barra Funda.
Como a FKF Sindicância preza pela transparência e por uma gestão técnica, utilizaremos este espaço para restabelecer a verdade dos fatos, rebatendo as inverdades apontadas com base em documentos, atas e decisões da Justiça:
A alegação de que a gestão 'impede' assembleias é inverídica. Nós apenas invalidamos um abaixo-assinado que descumpria a lei no material e forma. O inconformismo desse grupo foi tamanho que judicializaram a questão, e a Justiça deu a resposta: a juíza negou as duas liminares solicitadas por eles.
O processo foi inclusive movido para outro fórum a partir de uma preliminar, e a própria decisão preliminar deixou claro que faltavam as assinaturas exigidas e que o rito administrativo estava incorreto. Se o grupo possuía um documento comprobatório e legal, teria obtido êxito nas liminares, o que não ocorreu.
O descaso com o forro e o impacto no caixa não são responsabilidade da nossa gestão. Assumimos o condomínio com o contrato das câmeras já assinado pela antiga gestão, projeto este que foi organizado e fiscalizado por uma comissão de moradores ligada a este mesmo grupo político que hoje reclama. O contrato aprovado por eles não previa o fechamento dos forros e, pior, não aprovou o rateio extra para pagar o serviço.
Resultado: o valor tem sido descontado mensalmente do caixa ordinário. Para impedir que o condomínio falisse devido a essa decisão do passado, nossa gestão trabalhou arduamente renegociando outros contratos para aumentar a receita e garantir que não faltasse dinheiro. Felizmente, este passivo herdado foi finalmente quitado agora no mês de maio de 2026.
É natural que ocorram paralisações por oscilações de energia (muito comuns na nossa região), desgaste de componentes ou mau uso. No entanto, é leviano falar em omissão. A nossa gestão acionou a construtora, a instaladora e a empresa de manutenção, que realizaram as intervenções necessárias. O rigor da nossa cobrança preventiva e corretiva surtiu efeito comprovado: antes da nossa atuação definitiva, os elevadores paravam todos os dias (às vezes mais de uma vez ao dia); hoje, o equipamento chega a ficar semanas sem qualquer paralisação, demonstrando que o problema crônico foi resolvido.
É contraditório que reclamem da empresa terceirizada. Dentre mais de 10 orçamentos, foi o próprio conselho e este grupo articulado que escolheu e levou como opção única para a assembleia a atual empresa, prometendo que ela resolveria todos os problemas. Na ocasião, alertamos que o escopo e o quadro de funcionários não atenderiam à demanda. Aprovaram mesmo assim. Culpar o síndico por uma escolha imposta por eles próprios é fugir da responsabilidade.
A administração atua rigorosamente dentro da lei. Não podemos impedir previamente que um morador cadastre visitantes. Contudo, em todos os casos onde ficou comprovado por câmeras ou relatórios o desvio de finalidade para locação comercial rotativa, os infratores foram devidamente notificados e multados.
A FKF Sindicância gerencia mais de 5.000 unidades com 100% de retenção de clientes. Informamos que nosso departamento jurídico já está atuando e notificando este grupo político para que provem judicialmente todas as acusações proferidas na internet.
Demonstraremos na Justiça a orquestração deste ataque coordenado, cujo único objetivo é tentar denegrir a imagem de uma gestão técnica que se recusa a ceder a pressões políticas para encobrir erros do passado.
Seguimos trabalhando com excelência pela esmagadora maioria silenciosa de moradores.
Atenciosamente,
Filipe Sindico - FKF Sindicância