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Campinas - SP

14/03/2022 às 20:43

ID: 140030047

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Minha pior experiência de viagem foi no momento em que comprei 1 pacote de trilhas (2 dias ida à cachoeira do Mixila, e 3 dias no Vale do Pati) com a empresa FORA DA TRILLHA ESCALADA, CNPJ: 07.*******.*******/*******87, https://*******, *******, @foradatrilha.chapadadiamantina, cujo proprietário é Henrique Correa Lima, na cidade de Lençóis BA, conforme relatarei a seguir.
Uma turista, que estava hospedada na mesma pousada onde me hospedei (Hospedaria do Tom), informou-me o whatsapp de Henrique*******, indicando-o como guia turístico da região. No dia 01/03/*******, entrei em contato com o mencionado turista pedindo referência de alguns passeios turísticos pela região e, primeiramente, fechamos a cachoeira do sossego, em 03/03/*******. Neste passeio, o referido guia pareceu uma pessoa agradável, concluímos o passeio e foi tudo bem, ele conquistou a minha confiança e me vendeu um pacote (2 dias na cachoeira do Mixila: R$ *******,00, + 3 dias no Vale do Pati: R$ 1.*******,00) tudo por R$ 2.*******,00 (dois mil reais), em dinheiro, à vista, também combinamos R$ 50,00 (cinquenta reais) a diária da estadia em seu chalé (quarto de fundo de sua residência). Terminado o passeio da cachoeira do sossego, passei no banco Bradesco, saquei o dinheiro e o entreguei a Henrique. Peguei minhas coisas na pousada onde estava hospedado anteriormente e fui para o chalé para que no dia seguinte pudéssemos fazer a trilha para a Mixila.
No dia 04, saímos por volta de umas 9h, tomamos café numa padaria do centro eu, Henrique e sua esposa Bárbara, e partimos rumo à prometida cachoeira do Mixila. Fomos até determinado ponto de carro e, após, andamos por volta de umas 2h a pé. ******* que minha mochila estava muito pesada. Chegamos a um ponto onde acampamos, por volta das 15/16h, daí começou a chover, Henrique me disse que daquele ponto em diante não conseguiríamos seguir para o mixila, pois precisava nadar 2 rios que, provavelmente, estariam muito cheios por causa da chuva. No dia seguinte, voltamos embora para o chalé sem conhecer a tal cachoeira.
No dia seguinte, fomos ao vale do Pati eu, Henrique, sua esposa e mais 3 francesas. Henrique encheu de peso uma mochila que me emprestou (alimentos, potes, panelas, etc) sem meu consentimento, que ficou muito pesada. Subimos um morro e andamos por alguns quilômetros quando comecei a sentir o peso da mochila e reclamei reiteradamente até que ele retirou uma parte do peso. Ele e a esposa me disseram que no primeiro dia iríamos até o cachoeirão e depois seguiríamos caminho até o vilarejo da igrejinha, cujo responsável pelo local é João Calixto. Pois bem, paramos no meio do caminho, fizemos um lanche e ficou combinado que a Bárbara nos guiasse até o cachoeirão e Henrique iria direto para igrejinha. No caminho ao cachoeirão, a Bárbara errou o caminho e perdemos um dia de passeio, daí seguimos para o vilarejo onde Henrique estava para nos hospedar. Henrique, ainda, com a maior cara de pau, fez minha hospedagem no quarto dos guias sem o meu consentimento, fato que percebi apenas no outro dia, pois ficamos festejando numa lareira à noite toda com todos do vilarejo.
No dia seguinte, meu pé encheu de bolha e meu joelho inchou, por conta do excesso de peso carregado pelo caminho, então vesti chinelo para o passeio. A ideia era irmos ao morro do castelo, cachoeira dos funis e mais algum ponto que não me lembro no momento. Seguimos caminho eu, Henrique e as 3 francesas. Henrique não me alertou sobre ir de chinelo e começou a andar muito rápido com as francesas me deixando para trás, sem se preocupar com minha integridade física, me deixou perdido em meio à trilha. No caminho, tinha muita lama, e, por estar de chinelo, comecei a sentir o pé dolorido e muito escorregadio, daí precisei voltar aonde estávamos hospedados.
Quando Henrique chegou ao vilarejo, ouvi sua voz, saí do quarto e fui conversar com ele sobre o ocorrido. Ele, próximo a outros guias, começou a criar argumentos para querer me diminuir frente a todos, batia no perito, dizendo que era Rock and Roll, e que eu que não aguentei o passeio, que deveria ter pedido para sair, tentando me fazer sentir culpado, me desmoralizando em frente a todos, sem a menor consideração de respeito e dignidade, disse que devolveria o dinheiro que eu havia pago com maior satisfação e não precisava dele, eu retruquei dizendo que pagaria até mais para não precisar passar por aquele constrangimento todo.
No dia seguinte (08/03/*******), alguns guias começaram a me olhar e rir da minha cara, fazendo piadinhas. Fomos cedo ao cachoeirão e logo partimos embora para sua casa na cidade de Lençóis. Peguei minhas coisas, arrumei o quarto chalé e fui conversar com ele que disse não ter dinheiro nenhum para me devolver. Discutimos e fui embora dalí.

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