Pneus com borracha esfarelando

Não respondida
Fortaleza - CE
03/03/2024 às 13:50
ID: 183783487
Essa reclamação foi publicada há mais de 1 ano
Ver todas ReclamaçõesComprei uma Fiat Toro freedom ******* zero km com pneus scorpion *******/65 R17, e em dezembro de *******, com aproximados 30000km, fiz uma viagem ao interior do Ceará, mais especificamente entre os municípios de Umirim e Pentecoste. Viajando em estrada de terra batida, porém em perfeitas condições de rodagem, constatei um barulho estranho no pneu. Parei o carro e ao verificar os pneus, percebi que o traseiro direito havia baixado e quando coloquei o reserva no lugar verifiquei que no pneu havia um orifício de aproximadamente 2 cm onde estranhamente o biscoito do pneu havia soltado para dentro, sem que eu tivesse passado por cima de algum obstáculo ou submetido o mesmo a algum tipo de stress. Em fevereiro deste ano, no período de carnaval, fiz juntamente com a família, viagem a mesma região, pois temos raízes naquela localidade, e aconteceu o mesmo defeito, agora do pneu traseiro direito, mas diferentemente da primeira vez, o pneu não soltou o biscoito mas percebi um esfarelamento do mesmo sem causa aparente.
Informo que o veículo é revisado regularmente inclusive com balanceamento e alinhamento de pneus, e usado de forma racional de acordo com as especificações de peso e calibragem corretas conforme manual de fábrica.
Submeti os dois pneus para avaliação porém foi-me negada a substituição por outros, tendo como narrativa o mau uso mesmo com o carro rodando há quase dois anos e os pneus se apresentarem com aproximadamente apenas 40% de desgaste.
Enfatizo que nas duas ocasiões submeti minha família ao risco, transtorno e stress de ficar parado em lugar ermo e deserto.
Constatei a superficialidade na avaliação da demanda, tendo em vista que o representante da fábrica é apenas um preposto (não especialista), que tira fotografias dos pneus e encaminha as mesmas a um suposto setor técnico da fábrica, sem considerar os agravantes e atenuantes informados pelo consumidor, dando a entender que o mau uso se tornou uma resposta generalizada, como se os ítens objetos da demanda, não fossem considerados muito mais como de segurança e regularidade do que propriamente o valor econômico/financeiro.