Tratamento desrespeitoso, deboche do setor jurídico e intransigência na negociação de dívida.

Reclamação não respondida

Não respondida

Reclamar dessa empresa

Brasília - DF

19/05/2026 às 12:33

ID: 249072169

Prezados,

Venho por meio deste canal manifestar minha profunda indignação e registrar uma reclamação formal contra a empresa ***** (CNPJ: *****) devido ao tratamento desrespeitoso, desumano e irresponsável por parte de seus representantes do setor de negociação/jurídico (atendentes ***** e *****).

A restrição em meu CPF é referente a um contrato de álbum de formatura do meu sobrinho *****, realizado em meu nome. Embora eu esteja desempregada desde 2022, vivendo de um auxílio do INSS, de ajuda familiar e de uma renda mínima como autônoma em uma loja online, nunca me neguei a pagar. Estou agindo com extrema boa-fé e tentando um acordo amigável há tempos, pois necessito urgentemente limpar meu nome para dar entrada no programa habitacional "Morar Bem" do governo.

Minha realidade financeira é delicada: sou mãe solo e cuidadora do meu filho, *****, que é PCD (diagnóstico de TEA nível 2, TDAH, TOD e TPAC). Nosso orçamento é quase inteiramente voltado para os custos altíssimos de medicamentos e tratamentos essenciais para ele, o que está devidamente registrado no meu Cadastro Único (CadÚnico).

Mesmo apresentando propostas de parcelamento que cabem nas minhas condições reais de sobrevivência (como uma entrada de R$ 300,00 e parcelas mensais), a empresa tem sido completamente intransigente. Não bastasse a falta de flexibilidade, o atendimento descambou para o desrespeito e o deboche:

1. A atendente Sra. ***** foi irônica ao afirmar de forma impositiva que "seria melhor eu ir para a justiça".

2. O atendente ***** desmereceu minhas mensagens formais e legítimas, ironizando e me acusando de estar utilizando Inteligência Artificial para redigir os textos, em claro tom de deboche e discriminação com a minha capacidade de comunicação ou com as ferramentas que utilizo para me defender.

O Artigo 42 do Código de Defesa do Consumidor é claro ao determinar que o consumidor não pode ser exposto ao ridículo ou sofrer constrangimento na cobrança de débitos. Além disso, a conduta dos atendentes fere o princípio da boa-fé objetiva (Art. 4, III do CDC) e a dignidade humana.

Não estou pedindo perdão de dívida; estou exigindo o direito de pagar dentro de condições humanas e, acima de tudo, exijo ser tratada com o respeito que qualquer cidadão merece. Antes de formalizar as denúncias cabíveis junto ao PROCON-DF e buscar a via judicial por danos morais devido ao tratamento recebido, exijo que a Ouvidoria ou a gerência da Foto Show revise meu caso de forma séria e apresente uma proposta de parcelamento justa e viável.

Aguardo um retorno digno.

Atenciosamente,

*****

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