Péssima conduta de parte da equipe presente no dia 02/06 no Hospital Casa Rio Botafogo

Não respondida
Rio de Janeiro - RJ
10/06/2023 às 18:46
ID: 166190439
Essa reclamação possui mais de 3 anos e não está mais sendo contabilizada no índice da empresa
Ver todas ReclamaçõesFui internada no dia 01/06/******* para a realização de uma histerectomia no Hospital Casa Rio Botafogo, sob CNPJ 33.*******.*******/*******12, sob o nome de Fundação Bela Lopes de Oliveira. No primeiro dia da internação, a primeira "confusão" ocorreu. Depois da cirurgia, meus pais foram informados de que eu teria a primeira refeição às 15h. Meu pai estranhando o atraso, foi à sala das enfermeiras para perguntar se minha refeição já estaria à caminho. Perguntaram-lhe o número do quarto. E responderam que não havia registro de paciente. Mas ainda assim, providenciaram a refeição.
Ainda no dia 01/06/*******, uma das enfermeiras me pediu que assinasse um termo de responsabilidade por conta do meu primeiro banho, no dia 02/06, pois eu não poderia sair da cama sem ajuda de enfermeira para o banho, pois caso me acontecesse algo, como uma fratura seria ainda pior. O termo foi assinado. E o que ocorre no dia 02/06?
A enfermeira responsável pelos pacientes no dia 02/06 responde que eu poderia tomar o banho com a minha acompanhante, no caso minha mãe e, que depois ela voltaria ao quarto para realizar o curativo. Como eu estava me sentindo bem e, não estava sentindo nenhuma boa vontade por parte da enfermeira, resolvi então tomar o banho.
Tomei o banho, me arrumei e aguardei a enfermeira por mais de TRINTA minutos com o curativo molhado. Foi então, que comecei a utilizar a campainha ao lado da cama.
Quando fui para o banho, eu ainda estava com o soro na veia. Retiraram o soro e, estranhamente nenhum medicamento me foi dado até que por volta das 14h, eu comecei a sentir dor de cabeça. Mais uma vez, usei a campainha. Quem me atendeu foi uma moça que se intitulava concierge e, que de maneira muito a contragosto, ouvia meus pedidos como se fossem favores..
Mas, a enfermeira veio e trouxe dentro de um copo plástico de café, mais de 04 medicamentos a serem realizados. Ou seja, eu estava sem os medicamentos previstos e, não fosse eu a ter a dor de cabeça, talvez tivesse saído do hospital sem esses medicamentos.
Precisei pedir por água.. Sim, esse absurdo. E o pior, quando deram a garrafa ainda disseram: só não está gelada. Não, não estava gelada nem natural. Estava quente mesmo.
Minha alta estava agendada para as 16h, por isso agendei um táxi para o horário das 16:15h evitando assim que eu me locomovesse muito. Ninguém veio às 16h, foi então que por volta das 16:10h me encaminhei para o hall dos elevadores, quando uma das enfermeiras percebeu a movimentação e, pediu que eu aguardasse pois teria de descer comigo. Descemos em silêncio porque o tudo o que eu queria era sair do hospital. Foi uma das experiências mais absurdas que já experimentei em minha vida.
Com exceção dos técnicos e enfermeiros do dia 01/06 e do enfermeiro e/ou técnico Rafael do dia 02/06 que foi responsável por retirar a minha sonda e me fazer andar pelo corredor; os eventos que se seguiram no dia 02/06 é de chamar a atenção negativamente para o hospital.