Demissão injusta e falta de profissionalismo no estágio do Colégio da Comunidade

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São Paulo - SP

18/12/2025 às 22:35

ID: 235287539

Sou a Isabela e fiz estágio no Colégio da Comunidade, quero deixar registrado aqui o que está engasgado e o que ninguém teve coragem de me dizer na cara:
Fui demitida do meu estágio com uma desculpa pronta: desempenho.
Uma palavra vazia, usada para esconder a covardia de quem não teve coragem de assumir a própria falta de profissionalismo.
Ninguém nunca me chamou para conversar.
Ninguém nunca apontou um erro.
Ninguém nunca disse que algo precisava melhorar.
Mas, convenientemente, na hora de me mandar embora, parecia que eu era o problema. Fica fácil jogar a culpa na estagiária recém-chegada, né?
É simples, é rápido, e dá a impressão de que o erro não foi da gestão - foi meu.
A verdade é outra: nunca existiu avaliação nenhuma. Uso a seguinte anáfora:
Nunca existiu acompanhamento nenhum. Nunca existiu feedback nenhum. Nunca existiu uma conversa para consertar algo. Nunca existiu interesse real em mim.
Eu entrei ali acreditando em todas as palavras bonitas que me ofereceram.
Contei que era uma paciente oncológica, contei sobre o meu tratamento e as necessidades médicas que isso envolve, fui sincera, transparente, confiei.
E, naquele momento, todas fizeram questão de agir como se fossem uma família. Abraços, orações, discursos de acolhimento, promessas de apoio.
Mas tudo isso se mostrou apenas uma fachada.
Um roteiro pronto, usado até o momento em que deixei de ser conveniente.
Eu fiz tudo certo.
Cumpri horário, levei atestado, levei comprovante de horas, ajudei quando pediam, cobri professor, fui trabalhar em horários que não estavam no meu contrato de estágio, fiz as tarefas que me cabiam, até mesmo atividades que não eram função de uma estagiária.
Nunca faltei sem motivo.
Nunca abusei da minha situação.
Mesmo assim, fui descartada como se não significasse nada.
O que mais revela o caráter dessas pessoas não foi a demissão foi o que veio depois.

A minha chefe, pessoa que deveria me acompanhar, me orientar, estar ao meu lado no dia e na hora da demissão, simplesmente fugiu.
Não apareceu.
Não me encarou.
Não teve coragem de dizer absolutamente nada.
Logo ela que tanto reforçou que éramos uma família e precisávamos nos ajudar.
E, quando tentei contato, ignorou como se eu fosse invisível.
A verdade é que ninguém ali quis assumir a responsabilidade pelo que fizeram comigo.
Talvez hoje elas se convençam de que fizeram o certo.
Talvez repitam essa versão entre elas para dormirem tranquilas.
Talvez nem pensem mais nisso.
Mas eu sei, e no fundo elas também sabem, que o jeito como fui tratada foi covarde, falso e desrespeitoso.
Eu só queria que tivessem a decência de olhar nos meus olhos e dizer a verdade. Mas exigir coragem de quem vive de aparências talvez seja esperar demais.
Não espero arrependimento, não espero consciência. Espero apenas que os fatos fiquem registrados com precisão:
eu estava em tratamento;
cumpri tudo que me cabia;
prometeram apoio e não sustentaram;
não houve avaliação;
não houve conversa;
não houve chance;
houve apenas conveniência.
E conveniência não é critério. É fuga.

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Consideração final do consumidor

10/02/2026 às 10:29

Péssima!

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