Unidade residencial com espaço inadequado para máquina de lavar, impedindo sua instalação.

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São Paulo - SP

22/07/2026 às 18:44

ID: 254595765

Adquiri uma unidade residencial no empreendimento imobiliário Botaní, localizado na Av. Pompéia, em São Paulo.

A área na planta destinada à máquina de lavar, abaixo da bancada de mármore, tinha uma mão francesa instalada que impedia a colocação de qualquer modelo disponível no mercado, por conta da limitação de altura. Após solicitação à incorporadora, a mão francesa foi realocada, mas mesmo assim minha máquina não cabe no espaço destinado, pois a cuba instalada na bancada impede a alocação. A máquina tem 60 cm de largura, e a distância entre a parede e a cuba, considerando o rodapé da parede, é de 57 cm.

Solicitei à Gamaro uma visita técnica do engenheiro responsável pelo acompanhamento de chamados do empreendimento para confirmar a medida, já que, na aferição anterior para corrigir a mão francesa, ele não levou em conta os 3 cm do rodapé. Também pedi uma cópia do projeto do espaço destinado à máquina, para averiguar junto a um profissional especializado se o ocorrido decorre de erro de projeto ou de execução.

A empresa alega que não identifica irregularidades e que a alteração da mão francesa já possibilita a alocação, sem, no entanto, realizar nova visita técnica que comprove essa afirmação.

Cabe à Gamaro, responsável pela venda da unidade, a adequação da cuba e da bancada para um espaço de pelo menos 60 cm, considerando ainda a folga necessária para trepidação do equipamento.

Vale ressaltar que esta é a terceira vez que solicito, por e-mail, uma cópia do projeto detalhado com as medidas da área destinada à máquina. Surpreende-me a recusa da Gamaro em enviá-lo, tratando-se evidentemente de um direito meu como comprador.

Em meu contato com a empresa, também frisei que a largura de 60 cm da nossa máquina é padrão no mercado, tendo enviado links com especificações de outros modelos disponíveis, todos com essa mesma medida.

Diante do exposto, aguardamos a resolução deste problema com urgência, pois já residimos na unidade.

Registro ainda que outros compradores do mesmo empreendimento relatam a mesma situação e recebem respostas evasivas da incorporadora. Por fim, destaco que o atendimento pós-venda da Gamaro é deficiente: há apenas um engenheiro para atender as 287 unidades do condomínio, o que torna o prazo para visitas técnicas e correção de vícios extremamente longo, gerando transtorno a quem já ocupa o imóvel.

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