Arbitrariedades, oportuniscmo e falta de ética. Gemini uma empresa discutível

Reclamação resolvida

Resolvido

Reclamar dessa empresa

São Paulo - SP

17/11/2025 às 16:27

ID: 232126953

Menos de um mês depois de eleita a síndica da Gemini, se utilizou de um abaixo assinado, feito por dos proprietários, que pleiteava a reavaliação da manutenção do conselho, para promover como primeira ordem do dia, o aumento de 56% dos honorários da empresa. Esse item foi colocado no topo da ordem do dia, se sobrepondo, inclusive, aos interesses da convocação.

Na assembleia a síndica da Gemini tomou a presidência da mesa, sustentada por parte do item sexto convenção que dizia que o síndico poderia conduzir a assembleia, a parte seguinte (omitida) dizia que ele deveria transmitir a presidência a um dos presentes, sempre que fosse tratado tema relacionado a sua gestão. No momento em que seriam debatidas propostas concorrentes a presidente/sindica Gemini não abriu espaço para exposição privada (como é de praxe), obrigando que todos os pontos que incluiam esse aumento e a apresentação de propostas concorrentes fossem discutidos diante da síndica Gemini/presidente de mesa. Quanto as propostas começaram a ser apresentadas por mim, a presidente- síndica interrompeu a fala com uma série de acusações, dizendo que eu estaria promovendo um "leilão" por estar apresentando possibilidades mais em conta para o condomínio. Fez afirmações públicas (e não fundamentadas) sobre a minha conduta e sobre a meus valores estares centrados em preço e não em qualidade. A intervenção da presidente (que deveria manter a ordem do dia e se manter isenta) além de desqualificar a apresentação legítima e democrática de uma condômina, ainda impediu a apresentação de propostas concorrentes e a avaliação isenta dos presentes. Por fim, em meio a um ambiente de pressão, o aumento de honorários almejados pela presidente da mesa foram atingidos, sem que fossem feitas quaisquer demonstrações do impacto financeiro que isso pode acarretar a um condomínio, com histórico de caixa ordinário, sabidamente, deficitário.
Na ocasião, como presidente ou como síndica, a representante da Gemini se limitou a dizer que, em Janeiro, voltará a discutir previsão orçamentária com os presentes.

Na ocasião, como ainda não conhecia o teor completo deste item da convenção, mencionei a questão ética da síndica presidir uma assembleia em que se discutia o aumentos de seus honorários. A resposta da síndica foi: Você tem uma semana para reclamar isso na justiça, após a publicação da ata.
Sinceramente, não tenho palavras para expressar maior indignação, diante de tanta arbitrariedade, desrespeito à convenção, autoritarismo e nulidades de uma assembleia.
Todos as informações desta reclamação podem ser comprovadas por emails, conversas de whatsapp, documentos oficiais do prédio e gravação da assembleia.

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Resposta da empresa

15/12/2025 às 15:47

Prezada

O abaixo assinado a que você se refere, pedia pela sua destituição como conselheira e a dos demais membros do conselho. E, pela vontade de mais de 80% dos presentes em assembleia convocada por 1/4 dos moradores para este fim, você e demais conselheiros foi destituída.

Em nenhum momento, por nenhum proprietário, a não ser você própria, foi pedida a nossa saída, ao contrário, colocamos nosso mandato a disposição, em razão da sua atitude hostil antes, durante e depois da assembleia e 80% dos presentes pediram a sua destituição e a nossa continuidade e concordaram com os valores e condições propostos

Lamentamos profundamente suas palavras e principalmente suas atitudes em relação a nossa gestão e seguimos a disposição por todos os nossos meios de contato

Réplica do consumidor

16/12/2025 às 16:15

A desconexão entre sua resposta e os fatos por mim relatados é tamanha que só posso concluir que houve falta de atenção à reclamação anterior. Por esse motivo, reitero os pontos cruciais de modo pontuado para facilitar a intelecção.

O foco desta queixa é a ausência de ética, moralidade e impessoalidade na condução de temas que envolviam a defesa de seus interesses pessoais. Durante a assembleia, a senhora assumiu autocraticamente a presidência da mesa para deliberar sobre o aumento de seus próprios honorários, ato documentado por ata e gravação.

1. Descumprimento da Convenção Condominial
A Convenção, não foi lida, foi sumariamente desrespeitada e desobedecida no momento em que a senhora citou apenas a parte inicial que a favorecia na assembleia. O Artigo 6 da Convenção do Condomínio reza que: As assembleias serão presididas pelo síndico [...] o síndico TRANSMITIRÁ A PRESIDÊNCIA SEMPRE QUE SE DISCUTIR UM ASSUNTO RELACIONADO À SUA GESTÃO. A parte final, preserva os interesses coletivos, separando-os dos interesses pessoais do síndico e evita conflito de interesses foi, estranhamente, omitido. Quero ressaltar que o Artigo 1.348 do Código Civil obriga o síndico a cumprir integralmente as normas internas e o que a senhora fez foi um flagrante delito. Se a infração ao Código Civil e à Convenção Condominial não desqualifica uma empresa de sindicância, o que mais o faria? O que pauta a sua gestão como síndica?

2. Irregularidade na Redação da Ata
Ocorreu um fato inusitado: embora a representante da administradora Lello estivesse compondo para secretariar os trabalhos, a ata foi redigida por um advogado que a acompanhava e que permaneceu a todo momento quieto e oculto, sentado no canto de um sofá. Essa pessoa, além de não ter sido eleita, apresentada não estava nem à mesa, ferindo o princípio da transparência. Agora eu me pergunto: por que uma síndica necessita que um advogado, de forma não anunciada, redija a ata de uma assembleia em que ela própria, na condição de presidente, defendeu o aumento de sua remuneração? (a transcrição da gravação da assembleia está à disposição).
Os leitores desta reclamação que tiverem a curiosidade de buscar informações sobre essa síndica, perceberão que reclamações sobre arbitrariedades, maus tratos e condução manipulada de assuntos internos (desde que ela estava em uma outra empresa de sindicância) são lugar comum nas reclamações feitas a ela neste canal.


3. Manobra sobre a Destituição do Conselho
Quanto a destituição do Conselho, era de seu pleno conhecimento que o desejo de um quarto dos condôminos era a destituição do conselho ANTERIOR (isso está claramente expresso em email trocado com a senhora há pouco tempo atrás). Apesar disso, a senhora utilizou-se de redação ambígua e tecnicamente falha no edital para frustrar o exercício desse direito assegurado pelo código civil e pela convenção, impedindo que a destituição e a nova eleição ocorressem na data prevista.

4. Direito ao Contraditório e Difamação
Sua afirmação de que eu teria solicitado a saída de sua empresa é inverídica e refutada pela gravação da assembleia. O que houve foi a defesa de um processo democrático: tentei apresentar propostas alternativas aos seus serviços visando à economicidade da gestão. A intenção teria sido acatada por um presidente isento, mas não por uma síndica diretamente interessada no tema. Em resposta, fui desqualificada publicamente e acusada de "fazer leilão", uma clara tentativa de impedir a avaliação de propostas concorrentes. Tal conduta além de todos os vícios expostos acima e da clara falta de ética, ainda configura difamação, visto que não há prova documental ou qualquer fundamento para tais ataques pessoais.

5. Vícios na Condução da Mesa
Quanto à minha saída do conselho, é importante ressaltar o contexto em que isso ocorreu.
A senhora sabia que o abaixo assinado visava a destituição do conselho ANTIGO (e eu fui eleita no mês anterior, junto com a senhora), mas impediu que a votação ocorresse de forma individualizada e barrou a minha candidatura sem qualquer base legal. Se houvesse convicção de que "80% dos presentes" não me queriam no conselho, bastaria permitir a candidatura e aguardar o resultado soberano da assembleia. A condução viciosa do pleito retira qualquer legitimidade de tal afirmação. A senhora claramente manipulou para obter a minha saída do conselho.

Conclusão As arbitrariedades e o descumprimento de normas civis são evidentes. Recomendo a todos os que buscam sindicância profissional que pesquisem o histórico desta empresa neste canal, onde relatos de autoritarismo e manipulação são recorrentes.

Reitero que todas as minhas afirmações estão devidamente fundamentadas em e-mails, mensagens, atas e gravações e me coloco a disposição de quem quer que seja para apresentar tais provas.

Consideração final do consumidor

11/06/2026 às 19:59

A proprietária da empresa cria regras próprias, não se preocupa com a convenção de cada prédio. É arbitrária e autoritária. Nunca a coloquem em seus prédios, é um carma!

O problema foi resolvido?

Reclamação resolvida

Resolvido

Voltaria a fazer negócio

Não

Nota do atendimento

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