Meu carro foi [Editado pelo Reclame Aqui] de vítima fui tratado como [Editado pelo Reclame Aqui]

Em réplica
Rio de Janeiro - RJ
27/07/2026 às 17:27
ID: 254962761
Após ser vítima de um [Editado pelo Reclame Aqui] à mão armada, registrei imediatamente o Boletim de Ocorrência e encaminhei toda a documentação exigida ao Clube de Benefícios Global, cumprindo rigorosamente todas as obrigações previstas.
Algum tempo depois, fui contatado pelo WhatsApp por uma pessoa que se apresentou como representante da Global e fui orientado a comparecer para entregar documentos, chave reserva e demais informações relacionadas ao sinistro.
Ao chegar ao local, fui conduzido para uma sala praticamente vazia, contendo apenas uma mesa e um bebedouro, onde permaneci sozinho com dois homens. Inicialmente, eles fotografaram meus documentos, a chave reserva e outros itens. Até esse momento, tudo parecia fazer parte da análise do processo.
Entretanto, a situação mudou completamente. Passei a ser submetido a um interrogatório intimidador e extremamente constrangedor. Em diversos momentos, fui pressionado a admitir fatos que nunca aconteceram. Insistiam para que eu dissesse que havia emprestado meu veículo para um amigo sem habilitação e afirmavam que dois policiais teriam ido ao local informado no Boletim de Ocorrência e não teriam encontrado o veículo descrito. Repetiam constantemente que eu deveria "falar a verdade", insinuando que o conteúdo do meu Boletim de Ocorrência era falso.
Mesmo diante dessas acusações, permaneci firme, reafirmando que tudo o que constava no registro policial era verdadeiro. Inclusive, apresentei registros do aplicativo da Uber demonstrando que realmente estive no local para buscar um passageiro e que o [Editado pelo Reclame Aqui] ocorreu exatamente conforme informado às autoridades.
Ainda assim, eles continuaram tentando desqualificar minha versão dos fatos, alegando que câmeras não haviam registrado o veículo utilizado pelos [Editado pelo Reclame Aqui], como se isso fosse suficiente para colocar em dúvida minha palavra.
Durante toda a reunião, fui submetido a intensa pressão psicológica. Em determinado momento, disseram que, se eu fosse levado à delegacia, minha situação poderia se complicar, numa clara tentativa de me intimidar e fazer com que eu alterasse minha versão dos fatos.
O momento mais constrangedor ocorreu quando perguntaram se, após o [Editado pelo Reclame Aqui], eu havia ido diretamente para a delegacia. Bastante nervoso e intimidado pela forma como estava sendo tratado, respondi que sim. Em seguida, um dos funcionários telefonou para minha esposa, que informou que eu havia passado primeiro em casa antes de ambos seguirmos para a delegacia.
Após essa ligação, um dos homens elevou ainda mais o tom da abordagem e perguntou, de forma agressiva: "Quem está mentindo, você ou ela?". Naquele momento, senti-me tratado como um [Editado pelo Reclame Aqui], apesar de ser a própria vítima do [Editado pelo Reclame Aqui]. Foi uma situação de enorme constrangimento, humilhação e terror psicológico.
Posteriormente, fui chamado para prestar esclarecimentos na Delegacia de Polícia. Lá, relatei novamente todos os fatos, inclusive o detalhe de que passei primeiro em casa antes de seguir para a delegacia acompanhado da minha esposa. A autoridade policial analisou meus registros da Uber, verificou que eu realmente estava no local informado no Boletim de Ocorrência e conduziu todo o procedimento com profissionalismo, respeito e imparcialidade. Em nenhum momento fui coagido, intimidado ou pressionado a confessar algo que não aconteceu.
A diferença entre a postura da autoridade policial e a dos representantes da empresa foi evidente. Enquanto a Polícia buscou esclarecer os fatos de forma técnica e respeitosa, os funcionários da Global adotaram uma postura de intimidação, tentando, por diversas vezes, induzir uma confissão [Editado pelo Reclame Aqui] e fazer com que eu alterasse minha versão dos acontecimentos.
Além do trauma de ter tido uma arma apontada para minha cabeça e de perder meu veículo que era meu instrumento de trabalho e sustento da minha família ainda precisei suportar um tratamento desumano por parte de pessoas que deveriam apenas analisar meu pedido de cobertura.
Na minha compreensão, essa conduta pode caracterizar, entre outras situações que deverão ser avaliadas por um advogado, assédio moral, constrangimento ilegal (art. 146 do Código Penal), eventual coação e violação dos direitos do consumidor, caso tenha havido abuso durante a regulação do sinistro. Também pode haver responsabilidade civil pelos danos morais decorrentes da forma como fui tratado.
Possuo gravações da reunião nas quais é possível ouvir os funcionários insistindo para que eu afirmasse ter emprestado o veículo para outra pessoa e dizendo que, caso fosse levado à delegacia, eu teria problemas. Essas gravações poderão ser analisadas pelas autoridades competentes e servir como prova dos fatos narrados.
Diante de tudo isso, perdi completamente a confiança no Clube de Benefícios Global. Minha impressão é de que, em vez de buscar esclarecer os fatos com imparcialidade, foram criados obstáculos para dificultar o pagamento da indenização, submetendo o associado a uma situação de extremo constrangimento psicológico.
Por esse motivo, não pretendo mais manter qualquer vínculo com essa empresa e já estou buscando orientação jurídica para analisar o ajuizamento de ação visando à reparação pelos danos morais e demais direitos que eventualmente tenham sido violados.
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Resposta da empresa
30/07/2026 às 08:32
Prezado Sr. Flavio,
Compreendemos o impacto emocional que uma ocorrência de [Editado pelo Reclame Aqui] pode causar.
A Global CBB preza pelo respeito, pela transparência e pela boa-fé na condução de todos os seus processos. Não faz parte dos valores ou da conduta esperada qualquer tratamento desrespeitoso, intimidador ou que tenha por objetivo constranger nossos associados.
O Regulamento prevê que essa análise poderá ser realizada por empresa especializada contratada pela Global CBB, utilizando meios como entrevistas com os envolvidos, gravação de conversas, coleta de relatos, levantamento de imagens e outras diligências pertinentes à apuração dos fatos.
Ressaltamos que a realização da sindicância não representa qualquer conclusão antecipada sobre o associado ou sobre o evento comunicado, tratando-se de um procedimento previsto para garantir uma análise técnica, imparcial e criteriosa de todos os fatos.
Quanto às alegações relacionadas à forma como a reunião foi conduzida, informamos que elas serão registradas e encaminhadas para conhecimento da diretoria, a fim de que sejam devidamente avaliadas. A Global CBB não orienta nem incentiva qualquer conduta incompatível com seus princípios de respeito e ética.
Permanecemos à disposição por nossos canais oficiais de atendimento para prestar os esclarecimentos necessários e acompanhar a evolução do processo.
Réplica do consumidor
01/08/2026 às 14:09
Sou cliente da Global a muitos anos, nunca me senti desrespeitado ou constrangido e sempre tive uma relação cordial com a empresa, mais infelizmente eles são contratados pela mesma que tem responsabilidade pelos seus contratados e acho que fala para uma vítima de [Editado pelo Reclame Aqui] que teve uma arma apontada para cabeça que se ele não fala a verdade a polícia vai pegar o tel e puxar todas as conversas e vou me prejudicar não e uma auditoria e terror psicológico.