Venda Casada e Propaganda Enganosa em Consórcio de Veículo

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Maceió - AL

30/06/2025 às 16:24

ID: 220910313

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A Sra. *****, ao chegar ao local, foi atendida por ***** (*****) o qual, por meio de técnicas persuasivas, lhe ofereceu o sonho do carro novo. Disse que se tratava de um consórcio mas que, no máximo em 15 (quinze) dias, a vítima já iria receber seu carro. Obrigou-a a assinar vários papeis a vítima não leu - típicos de venda casada, como "proposta de participação em grupo de consórcio", "seguro de prestamista" e, além disso, "seguro de pessoas". Fez com ela reconhecimento facial, não a advertiu do que constava na documentação, não ofereceu à vítima os papeis para prévia leitura e disse que, para ela receber seu tão sonhado carro em apenas 15 (quinze) dias, ela deveria pagar o valor de R$ 4.639,00 (quatro mil, seiscentos e trinta e nove reais) em 10 parcelas de R$ 463,90, que colocou em seu cartão de crédito. Além disso, dividiu em 76 (setenta e seis) parcelas o consórcio, a serem pagas à TRADIÇÃO CONSÓRCIO NACIONAL ou TRADIÇÃO ADMINISTRADORA DE CONSÓRCIO LTDA, cada parcela no valor de 1.344,17, a primeira tendo sido paga já em 12.05.2025. A pessoa que vendeu o consórcio garantiu à Sr. ***** que o carro iria sair em 15 (quinze) dias, eis que ele teria oferecido um lance de 20.000,00 (vinte mil reais) oferta de lance - e ela, acreditando na palavra do vendedor, ficou na expectativa de receber o carro no prazo prometido. Ocorre que, depois disso - e como o carro não chegou - a pessoa que a atendeu no dia em que assinou os papeis passou a não mais atender o telefone, o que demonstra a má fé, em atitude tí[Editado pelo Reclame Aqui] de [Editado pelo Reclame Aqui], eis que induziu a erro a vítima, que mal sabe ler e assinar seu nome e é empregada doméstica. Assim, o vendedor, seguindo a política da empresa, na verdade comercializou cotas de consórcio, de forma casada inclusive com seguro de vida, ludibriando vítima vulnerável (analfabeta funcional) a acreditar que receberia, com segurança, seu veículo tão sonhado no prazo máximo de 15 (quinze) dias, sem deixá-la ciente de que a mesma estaria apenas entrando em um consórcio, com mais de 600 (seiscentos) consorciados e que, portanto, o vendedor não poderia garantir o recebimento de carro nenhum, pois não havia prazo certo para contemplação. Assim, a vítima foi induzida a erro, e pela sua ingenuidade, agora amarga suportar o pagamento de parcelas mensais por mais 10 (dez) meses, sendo que só receberá esse valor ao final de todo o consórcio, e ainda com deságio. O prejuízo é grande e assim age esta empresa, enganando pessoas de baixa escolaridade e que sonham, com sacrifício, em possuir um veículo.

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