Ex-funcionário relata assédio moral, condições precárias e problemas rescisórios

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Belford Roxo - RJ

14/08/2026 às 16:51

ID: 256495107

Boa Tarde me Chamo Bruno de Almeida Rebello Sou ex funcionário da empresa Graber que faz Parte do Grupo GPS cujo uma das bases é em São Cristóvão, (atrás da feira dos paraibas) vim através desta forma de comunicação mostrar minha indignação com a empresa Graber e o Grupo GPS, fiquei 1 ano e 6 meses na empresa, sofri vários acedios morais, pelos meu "Líderes imediatos", supervisores e coordenadores, engraçado que eramos obrigados a fazer treinamentos diários constantes, tenho a total certeza que esses treinamentos era apenas para apresentar aos clientes para aumentar o número de contratos e dizer que capacitava os funcionários todos os dias, a empresa nos submetia a condições de trabalhos perigosas como por exemplo EPI de segurança e uniformes, munições e armamentos sem manutenções, enfim só sabe quem passou por lá, trabalhava no contrato da Baixada, cujo o meu Gerente de contrato era o Sr Arilson fiz a denúncia de perseguição para o mesmo mais não me ajudou em nada, sofri perseguição pelo coordenador Luiz teles e o supervisor Reinaldo, os dois me deram advertência por escrito mesmo sem ter tomando nenhuma antes por mal uso do uniforme,sendo que estava a mais de 7 meses pedindo uniforme para os mesmo estava trabalhando sem uniforme pois ja não tinha condições de uso, o meu filho aos 1 mês de vida bronco aspiro o leite da mãe, eu pedi a empresa por ser uma emergência para antecipar as minhas férias mais os mesmo recusaram eu fiquei com o meu bebê 12 dias na UTI e minha esposa com o meu bebê de 2 anos em casa, quando meu filho teve alta fui regressado de uma forma tão covarde e desleal que entrei em depressão e ansiedade, fiquei assim pois tinha acabado de ser promovido a vigilante motociclista a pedido de um cliente e eles de forma covarde para favorecer uma colega de trabalho me tirou a alegria e a honra de ser um vigilante, além disso no mes de junho eles descontaram a metade do meu vale alimentação disseram que foi pq meu filho nasceu em janeiro e eu fiquei em casa na minha licença paternidade, além disso a empresa não depositava vale transporte para mim, cortaram meu bilhete único e quando eu falei que não ia mais eles começaram a pagar a minha passagem depositando no pix, eles não pagavam décimo sexto mais se atrasa se vinha o desconto a periculosidade eles não pagam nem no décimo terceiro e nem nas férias, a minha rescisão veio cheio de ressalvas através da responsável do sindicato de vigilantes eles erraram e mesmo com as ressalvas se recusaram a me pagar o valor correto descontaram vários valores de passagem mesmo sabendo que eu não estava recebendo a passagem, enfim mostro a minha indignação com tudo oque passei sofri acedio moral, se aproveitavam de mim pois vim do interior do estado vim de Valença rj, e por todos esses motivos que vou ate a justiça para pedir os meus direitos pois hoje me encontro depressivo e ansioso e sofro de insônia me sinto humilhado por tudo oque passei nessa empresa

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