Falta de comunicação e informação sobre horário de funcionamento impede retirada de medicamento essencial.

Não respondida
São Paulo - SP
03/06/2026 às 19:26
ID: 250483927
Prezados,
Venho registrar minha insatisfação com a falta de comunicação e de informações claras sobre o horário de funcionamento da unidade da Gran Farma Manipulação em Ribeirão Pires.
Eu precisava retirar uma fórmula manipulada de uso controlado e contínuo, um medicamento importante que não pode simplesmente ser interrompido ou ter sua retirada adiada sem consequências. Justamente por essa necessidade, busquei previamente informações sobre o horário de atendimento da unidade.
No entanto, não encontrei essa informação de forma clara em nenhum dos canais oficiais da empresa, incluindo o site e as redes sociais. Além disso, encaminhei uma mensagem ao canal de WhatsApp disponibilizado pela própria Gran Farma para esclarecer o horário de funcionamento, mas não obtive qualquer retorno.
Diante da ausência de informação oficial, recorri às pesquisas disponíveis na internet, onde encontrei informações divergentes. Em alguns resultados, a unidade aparece como funcionando até as 21h; em outros, consta atendimento 24 horas. Naturalmente, isso gera insegurança e induz o consumidor ao erro.
Com base nessas informações, dirigi-me até a unidade para retirar meu medicamento e encontrei o local fechado. ******* que não cheguei ao estabelecimento em horário avançado da noite, como 20h ou 22h. Cheguei às 18h40, horário que, para qualquer consumidor, seria considerado plenamente razoável para atendimento em uma farmácia.
O resultado dessa falha de comunicação foi a impossibilidade de retirar um medicamento importante antes de um feriado prolongado, obrigando-me a aguardar mais dias para ter acesso a um produto essencial ao meu tratamento.
O que mais preocupa não é apenas o fechamento da unidade, mas a ausência de informações confiáveis e atualizadas, somada à falta de resposta nos canais de atendimento disponibilizados pela própria empresa. Uma organização que atua na área da saúde e lida diariamente com medicamentos, inclusive controlados e de uso contínuo, deveria tratar a comunicação com seus clientes como parte fundamental da qualidade do serviço prestado.
Espero que esta manifestação seja tratada com a devida seriedade e que providências sejam adotadas para corrigir essas falhas de comunicação, garantindo que outros clientes não enfrentem os mesmos transtornos, especialmente quando se trata de medicamentos essenciais.
Caso a situação não seja devidamente considerada, avaliarei o encaminhamento desta ocorrência aos órgãos competentes de defesa do consumidor, uma vez que a falta de informação adequada e a ausência de resposta pelos canais oficiais configuram falhas na prestação do serviço que não podem ser tratadas como situações corriqueiras.
Atenciosamente,
Alexandre Toledo