Descaso no recebimento dos hóspedes, mal atendimento, retenção de valores, cobrança indevida, ausência de contato

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Rio de Janeiro - RJ

07/02/2023 às 13:34

ID: 158892783

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Assinei o contrato de hospedagem para minha mãe com Nina. Nina é a pessoa que atende o único telefone disponível da casa, que é fornecido no site (******* *******).
Ela é quem nos atende no local e mostra tudo, conversa sobre tudo, agindo como se fosse a responsável pelas casas e pelos hóspedes. Muito comunicativa e simpática, os hóspedes parecem conhecê-la bem e ela a eles.
Por já ter visitado diversas casas, obviamente presumi que estava lidando com a responsável pela Casa, pela administradora, por uma pessoa ativa dentro do cotidiano da Casa.
Falei com a assistente social e uma enfermeira pelo telefone, fiz duas visitas, nas duas ocasiões Nina estava disponível e presente. Combinamos dia e previsão de horário para que todos estivessem prontos para receber minha mãe.
Ocorre que, no dia da chegada, nenhuma delas estava lá. Fomos recebidas por uma técnica temporária, que nem mesmo era contratada da casa, que mal sabia preencher os formulários de entrada e estava visivelmente indisposta conosco. Chegamos no horário do almoço, e apesar de haver uma mesa na sala para refeições, colocaram minha mãe sentada em uma cadeira com uma mesa móvel e o prato de comida na frente dela, enquanto eu respondia os formulários de mal jeito, na varanda.
Depois de muito insistir, chegou a enfermeira com quem eu tinha conversado anteriormente ao telefone, dizendo que estava no almoço. Neste momento soube por ela que a moça que nos recebeu era uma funcionária "curinga", nas palavras dela. Também descobri através dela, que Nina era apenas uma agente comercial, ou seja, uma vendedora de vagas.
Minha mãe mal tinha chegado e a enfermeira já estava falando em dar remédios à noite para ela se acalmar, argumentando excessivamente comigo sobre isso, sinalizando trato zero para lidar com hóspedes recém chegados. ******* que minha mãe é lúcida e tranquila.
Enfim, foram diversas situações que ocorreram ali e, da minha parte, houve uma perda imediata de confiança, não havia como eu deixar a minha mãe naquela casa.
Mas o problema só estava começando. Por diversas vezes tentei contato com a empresa a fim de resolver o contrato e requerendo as devolução do valor pago (R$ 4.*******,00), haja vista que minha mãe só ficou 2 horas dentro da casa. Como eu disse, o único contato por telefone é com o número que só Nina atende e ela diz que não pode fazer nada, pois ela é somente agente comercial.
Mandei e-mails para a empresa Grupo Acasa e para o financeiro, também ninguém responde.
Ocorre que continuam me enviando faturas com acréscimos, já estamos no segundo mês de faturas enviadas. Liguei para o número de telefone que vem na fatura e ninguém atende.
Então, a situação hoje é essa, minha mãe não ficou na casa e além de não devolverem o valor, continuam me enviando cobranças como se ela estivesse lá.
Em uma oportunidade, ainda no mês de dezembro, Tiago, que se identificou como sócio da empresa, me ligou e narrei para ele os fatos. Disse que aguardava uma solução amigável, e ele disse que o jurídico da empresa entraria em contato comigo. Tentei ligar pra ele no mesmo número, mas o número não funciona.
Então, um problema simples de ser resolvido, em que partes adultas poderiam conversar, está se tornando um tormento gratuito para mim.
A única coisa que posso concluir dessa situação é uma má-fé da empresa, haja vista que, como consumidora, não possuo os mesmos mecanismos de defesa que a empresa.
Então, venho aqui como última tentativa de resolução, disposta a uma conciliação e aberta à conversa, mas caso não seja esse o caminho escolhido por esta empresa, isso só me mostrará que tomei a decisão certa em não deixar minha mãe sob seus cuidados.

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