Cobrança Abusiva e Falta de Flexibilidade na Negociação pela Ágil - Juros Exorbitantes sobre Dívida Pequena

Não respondida
Coari - AM
16/06/2026 às 19:13
ID: 251583901
Venho manifestar minha total indignação com os critérios de cobrança e a falta de flexibilidade para negociação da Ágil.
Possuo um contrato com a instituição que acabou ficando com 2 parcelas em aberto, cujo valor original somado era de apenas R$ 451,00 (duas parcelas de R$ 225,50). Para minha surpresa, ao tentar regularizar a situação, fui informado de que o valor atualizado da dívida saltou para absurdos R$ 8.681,37.
Estamos falando de uma cobrança que ultrapassa 1.800% de juros sobre o valor original devida, uma taxa que fere completamente a razoabilidade e destoa flagrantemente da Taxa Média de Mercado estipulada pelo Banco Central do Brasil, configurando enriquecimento sem causa.
Em uma tentativa de conciliação amigável e demonstrando total boa-fé, entrei em contato com o atendimento via WhatsApp propondo a quitação integral e definitiva do contrato à vista por R$ 600,00. Este valor cobre integralmente o valor principal da dívida e ainda inclui uma margem de juros justa para o período.
No entanto, a empresa se recusou a aceitar, travando a negociação em um patamar que ainda é o dobro do valor original devido. Como consumidor, quero pagar e honrar o compromisso, mas não posso aceitar uma imposição de juros astronômicos e abusivos.
Diante da negativa de um acordo justo por parte do suporte inicial, registro esta reclamação e informo que estou direcionando o caso formalmente ao Banco Central (BCEN) e ao Consumidor.gov, além de buscar orientação jurídica para a revisão do contrato com base no entendimento do STJ sobre abusividade de encargos remuneratórios.
Aguardo um contato da Ouvidoria ou de um setor competente que tenha autonomia real para aceitar a proposta de quitação justa no valor de R$ 600,00 à vista e encerrar essa pendência de forma definitiva.