Insatisfação no tratamento domiciliar - Home Care

Reclamação não respondida

Não respondida

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Rio de Janeiro - RJ

13/05/2024 às 15:21

ID: 188675075

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Meu pai é associado da Seguros Unimed e venho registrar a nossa insatisfação com o atendimento dispensado ao nosso pai.

Tem sido recorrente a demora da assistência médica quando nós, os familiares, ou as técnicas percebemos alterações significativas em meu pai (o paciente) como: alteração nos sinais vitais (pressão arterial, batimentos cardíacos e saturação). Geralmente demora de 5 a 6 dias para iniciar a comunicação através de uma atendente, e na maioria das vezes a médica nem consulta faz e orienta o medicamento sem ver o paciente e sem contato com a família. Na maioria das vezes este procedimento não surte efeito, ou não surte o desejado já que no mês seguinte há a necessidade de repetir o mesmo procedimento sem que tenhamos resposta satisfatória.
Além desta situação, outra coisa que temos notado é que seria necessário que o atendimento domiciliar fosse por 24hs, visto que a administração dos medicamentos tem sido ajustada ao horário do atendimento e não, como deveria, o atendimento ser ajustado à condição do paciente, como por exemplo: Meu pai tem indicação de dieta 24hs porém a mesma foi ajustada para atender apenas 12hs, os medicamentos também são ajustados para este horários, mesmo quando se trata de antibiótico. Já nos indispomos várias vezes sobre este assunto.
Desta última vez, meu pai começou a dar indícios da infecção e depois de 5 dias tentando contato com o home care, veio então uma solicitação de exames laboratoriais (via WhatsApp) antes da visita da médica que só ocorreu após sair o resultado. Ela passou então um dos medicamentos indicados na urocultura e visitou o meu pai no terceiro dia do antibiótico. O medicamento foi administrado por 5 dias e não surtiu efeito, pelo que ela suspendeu o medicamento e 4 dias depois (segunda feira, dia 22/04) solicitou um novo exame. Como era vésperas de feriado o laboratório só tinha vaga no dia 26/04/*******. Meu pai então, começou a alterar os sinais e ficar muito prostrado no dia 23/04 pelo que solicitamos uma ambulância para uma emergência hospitalar.

Sobre o alta do hospital no dia 03/05/*******, tenho a reclamar do procedimento e do relacionamento da seguros unimed com o hospital que parecia ter sido a primeira parceria entre as instituições pois houve erro de procedimento do hospital ao solicitar a reativação do home care, enviando a solicitação para o endereço eletrônico errado (segundo o home care), erro da seguros unimed para enviar a reativação do serviço domiciliar, pois se eu, filha do paciente, não importunasse as instituições para saber o motivo do atraso, é bem provável que meu pai tivesse internado até hoje. Para se ter uma ideia, além da demora do transporte para casa, não foi providenciado sequer o medicamento principal, o antibiótico, não enviaram nenhum profissional (médica ou enfermeira) do home care para avaliar as condições do paciente para a internação domiciliar até o dia 07/05/*******, o mais grave, no meu leigo entendimento, como os remédios não tinha chegado em casa e como o meu pai saiu do hospital próximo das 18hs, foi administrado o antibiótico venoso para que não se perdesse o intervalo pelo que a infusão terminou aproximadamente às 19hs com ele já em casa.
Neste dia tivemos outra indisposição com o home care, pois insistiu para que fosse dada outra dose do antibiótico às 22hs (menos de 4hs de intervalo entre as doses que foram receitadas pelo hospital que era 8hs/8hs), pelo que nós, as filhas, impedimos que a dose fosse administrada pela técnica Patrícia. Aconteceu que a Essencial enviou por WhatsApp em conversa, sem receituário médico, uma administração do antibiótico divergente do receituário do médico do hospital, como não tinha conformidade com o receituário do hospital e tinha o intervalo irregular (08:00/14:00/22:00 estranhamos os Intervalos de 6hs/8hs/10hs), Nós não entendemos de medicina, mas sabemos que antibiótico precisa ter administração em horários regulares por esta razão impedimos a dose. A neta dele que é técnica de enfermagem, administrou, evoluiu e assinou pela dose correta indicada para a madrugada e assim, sem comunicação com o home care seguimos o receituário do médico do hospital até o final, dia 06/05/*******.

O antibiótico acabou e até dia 07/05/*******, nem médico, nem enfermeiro do home care entrou em contato conosco para saber, avaliar, perguntar sobre o meu pai, o paciente.
Mais uma coisa: meu pai voltou para casa, o home care foi reativado, as técnicas estão administrando conforme o receituário do médico que NÓS temos, porque eu pedi no hospital, porque o prontuário do Home Care, juntamente com o acompanhamento das medicações não foram enviadas para a residência até o dia 07/05/*******.
Ah, lembrando que as comunicações com a emergência do home care, após perceberem nossa insatisfação, tem sido por voz do WhatsApp, enquanto nós enviamos mensagens expondo nossas reclamações e/ou insistência eles nos ligam.

No dia 03/05 uma das técnicas, nos informou que não poderia comparecer no dia 12/05 e que estava informando à empresa sobre esta questão. Ficamos então esperando a comunicação da empresa quanto ao profissional que viria, pois teriam que nos informar os dados. Eles sequer entraram em contato avisando da ausência da técnica. Naquele dia(12/05/24), eles entraram em contato às 09:00, informando da ausência da técnica e informando só tomaram conhecimento às 24:00, o que sabemos não ser verdade. Isto acarretou em meu pai ficar sem troca, sem medicamento e sem alimentação até às 11hs porque teve que esperar até a minha irmã chegar (Minha irmã perdeu o dia de trabalho porque teve que largar para atender este imprevisto desnecessário). Olha a sequência de prejuízos que profissionais despreparados e empresa negligente acarreta na vida das pessoas.

Lembrando que esta empresa é prestadora de serviços de saúde, lida com pacientes debilitados, velhos e até terminais, a qualidade do serviço prestado está inverso ao proposto, sequer do esperado.
É uma empresa de cuidados paliativos, significando que o estado do doente não é reversível, sendo preciso apenas a qualidade de vida de alguém que não tem esperança de futuro. Sendo assim, os medicamentos podem ser paliativos, mas o cuidado e o respeito precisam promover a paz e se possível a cura interior.
Infelizmente estas não são as primeiras reclamações, eis a razão da nossa insatisfação. Seria reconfortante se fôssemos ouvidos.

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