Constrangimento e intimidação por funcionário terceirizado no acesso ao prédio

Resolvido
Guarulhos - SP
14/02/2026 às 01:55
ID: 240711693
Guarulhos, 14 de Fevereiro de 2026.
Ao Grupo Souza Lima
Eu, Diego, da empresa Fujji Turismo (sala ***** do Guarulhos Office Tower), venho através deste registrar o ocorrido no final da tarde do dia 13 de Fevereiro de 2026, pelo funcionário da terceirizada Souza Cruz, de nome Rodrigo, que estava no cadastro de acesso na recepção do 1 subsolo. Atitudes de caráter constrangedor, intimidador e que demonstra total amadorismo para ocupar tal posto. Explico-lhes:
Eu faço utilização de medicação de proteína do leite (lactose), de alto custo e para fins de tratamento de saúde de primeira necessidade.
Ontem, o prédio já soava os preparativos do longo feriado de folia carnavalesca, movimentação bem abaixo do usual, estacionamento vazio e aparência de tranquilidade no ar. Ledo engano meu. O pior estava por vir!
Por volta das 17:30h, acompanhado do meu segurança, desci até a garagem do 1 subsolo, onde ele havia estacionado o carro e, obviamente, pago pela utilização. Ele carregava pra mim, a caixa com os medicamentos que havia deixado em meu escritório, mas que devido à sua perecebilidade, não poderia ficar os 04 dias, sem os devidos cuidados de armazenamento e temperatura (nossa empresa não terá expediente do dia 14 até o dia 17 de Fevereiro de 2026). Quando já estávamos acomodando a caixa no porta-malas do carro, escuto uma voz em altos brados (adivinhe de quem era? Sim, ele mesmo: O Rodrigo) dizendo:
- Ei, você aí (se dirigindo à mim), de qual sala você é? qual seu nome? (passei as informações que ele solicitou) e ele disse sem o mínimo trato ou respeito para com seu semelhante: não pode trafegar com caixas no elevador.
Aí já começam os erros de treinamento do Rodrigo:
Jamais se realiza qualquer tipo de repreensão ou comentário de natureza ofensiva, que agrida qualquer pessoa, em tom de voz alto, em ambiente público e que gere qualquer tipo de constrangimento desnecessário.
Se ele desejava informar que eu não poderia descer minha caixa de medicação no elevador, deveria (quando se há senso mínimo de educação) dizer:
- Senhor, poderia vir até aqui?
E em tom cordial, passar a informação da prática que não poderia mais ocorrer. Pronto. Situação entendida, resolvida e que não ocorreria mais.
Mas não..
Eu fui até o balcão, questionei o nome dele, afinal o crachá da Souza Lima que ele utilizava, estava virado para trás, impedindo que o público pudesse ver seu nome, procedimento este que já nos causa estranheza, afinal, tenho a certeza de que a terceirizada, solicita que os funcionários utilizem crachá para identificação e não por mero, enfeite decorativo.
Ele disse que chamava Rodrigo.
Na sequência informei que não sabia sobre a proibição de eu levar minha caixa de medicamentos no elevador social. Aproveitei, para informa-lo que a forma de trato ao condômino não poderia ser feito em tom alto, expondo a pessoa, à constrangimentos desnecessários, em meio ao público.
Ele se irritou, já mudou suas feições e em tom agressivo e intimidador disse: Você quer ensinar o meu trabalho?. Falei que não, pois o que estava em questão era educação e isso, se aprende em casa e não no ensino formal.
Após tamanho maus-tratos, solicitei a presença do Vagner, que responde pelo prédio, porém, ele já havia terminado sua jornada de trabalho e não estava mais no local.
Por sorte, ao lado do Rodrigo, estava Sueli, que se apresentou como supervisora dele. Ela percebeu todo o destempero dele, tanto que por diversas vezes, enquanto eu conversava com ela (que assistiu todo o ocorrido, desde o início) e ele interrompia de maneira frenética, pedia para o Rodrigo ficar quieto. A situação chegou à tal agravo, que duas pessoas chegaram à portaria, para fazer o cadastro de acesso à alguma unidade e ele estava tão agitado, que a Sueli teve de solicitar, além de que ele se acalmasse e atender ao público que chegava. Novamente, queria me expor à um constrangimento desnecessário.
Eu questionei à ela, sobre a existência de um treinamento de boas-maneiras por parte da Souza Lima, na contratação de seus colaboradores, pois jamais em meus mais de 20 anos de mercado corporativo, passando por diversos condomínios, me deparei com uma violência tamanha, que de fato, me ocasionou até medo da perversidade do ser-humano, pois por diversas vezes, parecia que ele partir à agressão física para comigo.
Além da Sueli, meu segurança, também acompanhou toda a situação, do início ao fim.
Enfim, toda essa situação, me causou um pico de pressão, fiquei em observação no hospital e por isso, somente agora, estou conseguindo enviar esse relato sobre a atitude cruel e de comportamento totalmente repreensivo que teve para comigo. Após, todo o seu destempero, amadorismo e ações explosivas, enviei um email informando à todos os colaboradores da empresa, bem como vizinhos de bairro, que se algo acontecer à minha integridade física nos próximos dias, deve ser levado às autoridades competentes, o que vivi.
Já passamos duas décadas dos anos 2000 e lamentavelmente, temos pessoas como Rodrigo no mundo. Deixo claro que esse minha notificação é para que se faça justiça. Acredito na ressocialização de errados, em qualquer âmbito da vida, por isso solicito à Souza Lima e administração do Guarulhos Office Tower, para que intensifiquem a monitoria de todos os colaboradores que lá atendem. O respeito é um direito um direito fundamental inalienável, garantido por lei e inerente à dignidade humana, assegurando que toda pessoa seja tratada com consideração, sem discriminação de idade, gênero, cor, crença ou classe social. Ela abrange a proteção da integridade física, psíquica e moral, sendo essencial para a convivência democrática e a inclusão social. Só as últimas linhas deste parágrafo, já mostra o socorro e reparação urgente, que necessitamos no Guarulhos Office Tower. Tratar um PNE de tal forma, como ele me tratou hoje, já fere de maneira global, os direitos do ser-humano.
Que providências sejam tomadas e que monitorias efetivas ocorram, para que mais nenhum colaborador que represente à respeitada Souza Lima infrinja com o que é de maior direito do ser-humano: a dignidade. Acredito que medidas protetivas serão tomadas, a fim de garantir minha total integridade, no local onde passo a maior parte do meu dia: o meu escritório!
Na certeza de uma pronta resolução, encaminharei o relato à "Souza Lima", subscrevemo-nos,
--
Diego Tashima - FUJJI TURISMO - Sala *****
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Resposta da empresa
09/04/2026 às 17:07
Olá, boa tarde!
A Souza Lima preza, acima de tudo, por uma postura ética, respeitosa e profissional em todas as suas interações. Não compactuamos com qualquer conduta que esteja em desacordo com esses princípios, que são continuamente reforçados por meio de treinamentos, orientações e acompanhamento das nossas equipes.
Ressaltamos que fornecemos treinamento contínuo à nossa equipe de funcionários em todas as instâncias, visando sempre o atendimento cordial e profissional.
Informamos que iniciamos um processo interno de levantamento dos fatos para esclarecer o ocorrido. Tomaremos as atitudes cabíveis, diante destes supostos feitos direcionados à nossa empresa nesta plataforma.
Atenciosamente,
Souza Lima
Consideração final do consumidor
09/04/2026 às 20:44
A própria administração do condomínio Guarulhos Office Tower, resolveu a situação na mesma semana do ocorrido. Agradeço ao administrador Wagner, pela pronta resolução.
O problema foi resolvido?

Resolvido
Voltaria a fazer negócio
Sim
Nota do atendimento
6