Cliente alega ter sido enganado sobre parcela balão em financiamento de Chevrolet Tracker

Não respondida
Sinop - MT
08/06/2026 às 11:07
ID: 250775677
COMPREI UMA TRACKER COM PROMESSA DE TAXA ZERO E DESCOBRI UMA PARCELA BALÃO APENAS UM ANO DEPOIS
Venho tornar pública minha insatisfação com a Chevrolet Vianorte de Sinop/MT e com o banco responsável pelo financiamento do veículo que adquiri.
Em 2023, comprei uma Chevrolet Tracker 2023/2024 mediante uma oferta que me foi apresentada como sendo entrada mais 23 parcelas com taxa zero, além de uma bonificação anunciada durante a negociação. Toda a negociação ocorreu principalmente por WhatsApp com a vendedora *****.
Em nenhum momento fui informado de forma clara sobre a existência de uma parcela balão ao final do contrato. Se essa informação tivesse sido apresentada de forma transparente, jamais teria fechado o negócio, pois não teria condições financeiras de assumir esse compromisso.
A descoberta ocorreu somente cerca de um ano depois, quando retornei à concessionária para tentar trocar o veículo. Foi nesse momento que fui informado da existência da parcela balão e de um saldo devedor muito superior ao que eu acreditava existir.
Durante esse atendimento, ao informar que havia comprado o veículo com a vendedora *****, fui surpreendido pela resposta de uma funcionária da própria concessionária, que afirmou que "***** enfiou uma parcela balão em você" e que eu não teria sido o único cliente a passar por situação semelhante.
Procurei a Chevrolet Vianorte diversas vezes para tentar resolver o problema. Solicitei que analisassem as conversas de WhatsApp da negociação, mas não demonstraram interesse em verificar o conteúdo das mensagens.
Também busquei uma solução amigável por meio do Procon. Porém, durante o procedimento, a concessionária passou a alegar que a compra teria ocorrido dentro de um programa específico. Essa informação jamais foi apresentada durante a negociação. Além disso, afirmaram que o programa exigia entrada de 40%, sendo que minha entrada foi superior a esse percentual, composta por uma motocicleta Yamaha Fazer avaliada em aproximadamente R$ 18.000,00 e mais R$ 49.000,00 em dinheiro, totalizando R$ 67.000,00.
Outro fato grave identificado foi a existência de informações financeiras lançadas na proposta que não correspondem à minha realidade financeira. Essa questão também está sendo discutida judicialmente.
Após divulgar meu caso, outras pessoas passaram a relatar situações semelhantes envolvendo a mesma vendedora. Também recebi informações de que a vendedora ***** e o gerente responsável pela negociação não fazem mais parte da equipe da concessionária. Caberá à Justiça apurar todos os fatos e responsabilidades.
Diante da falta de solução amigável por parte da concessionária e do banco financiador, fui obrigado a ingressar com ação judicial para buscar meus direitos.
Caso outras pessoas tenham passado por situação semelhante, recomendo que registrem suas reclamações e procurem orientação jurídica. Havendo mais relatos e elementos que indiquem um padrão de conduta, as informações poderão ser encaminhadas ao Ministério Público para análise das medidas cabíveis.
Meu objetivo é que os fatos sejam devidamente apurados e que nenhum outro consumidor passe pela situação que estou enfrentando.
Após tornar pública minha situação e ingressar com ação judicial, descobri que não sou o único consumidor que alega ter sido prejudicado na compra de veículo realizada pela vendedora *****.
Além do meu caso, tomei conhecimento de outro consumidor de Sinop que já ingressou com ação judicial contra a concessionária em razão de fatos semelhantes relacionados à contratação de financiamento com parcela balão. Também existe um terceiro consumidor que relata situação semelhante e está avaliando as medidas jurídicas cabíveis.
Todos os casos possuem um ponto em comum: a alegação de que a existência da parcela balão não teria sido devidamente esclarecida durante a negociação do veículo.
Diante desses relatos, entendemos que os fatos merecem uma apuração mais ampla pelos órgãos competentes. Por este motivo, estamos reunindo documentos, contratos, conversas e demais provas para apresentar uma representação ao Ministério Público, a fim de que seja analisada a existência de eventual prática que possa ter afetado outros consumidores.
Ressalto que busquei resolver a situação diretamente com a concessionária e posteriormente através do Procon, mas não obtive solução. Somente após esgotar as tentativas de acordo foi necessário recorrer ao Poder Judiciário.
Meu objetivo não é prejudicar ninguém, mas buscar transparência, responsabilização pelos fatos que forem comprovados e evitar que outros consumidores passem pela mesma situação.
Caso existam outros clientes que acreditam ter enfrentado circunstâncias semelhantes, recomendo que procurem orientação jurídica e registrem formalmente suas reclamações para que os fatos possam ser devidamente analisados pelas autoridades competentes.