GS Car age de má fé na venda dos seus veículos

Reclamação não resolvida

Não resolvido

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Hortolândia - SP

13/01/2025 às 22:41

ID: 207155501

Essa reclamação foi publicada há mais de 1 ano

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1. Compra do veículo

No dia 15 de agosto acinei contrato de compra e dia 21 de agosto de *******, firmei contrato para a compra de um veículo usado pelo valor de R$ 30.*******, no site do mercado https://******* um desconto de R$ 8.******* em relação à tabela FIPE, que indicava o valor de R$ 38.*******. Acreditei estar adquirindo um veículo em bom estado, confiando na boa-fé da loja.

Entretanto, logo ficou evidente que adquiri um veículo com defeitos significativos, sem que tais problemas fossem informados no momento da negociação. Além disso, a entrega do veículo foi feita apenas no dia 03 de setembro de *******, com 13 dias de atraso em relação à assinatura do contrato, o que já representava um descumprimento das obrigações da loja.


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2. Problema inicial e demora no reparo

No dia 04 de setembro de *******, um dia após a entrega, o veículo apresentou um grave problema de superaquecimento, com luzes de alerta no painel, incluindo "luz de temperatura", "service" e "stop".

De imediato, informei à loja sobre o problema, demonstrando minha boa-fé e preocupação com o estado do veículo. No dia 09 de setembro de *******, devolvi o carro para reparos, agindo de forma responsável para evitar o agravamento do defeito.

O carro ficou na loja até o dia 02 de outubro de *******. Durante esse período, a loja não forneceu nenhum laudo técnico ou evidência dos reparos realizados, limitando-se a alegar verbalmente que não encontraram problema, mesmo após terem garantido anteriormente que o sistema de arrefecimento havia passado por revisão. Essa postura demonstra negligência e falta de transparência por parte da loja.


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3. Recorrência do problema e omissão da loja

No dia 09 de novembro de *******, o problema de superaquecimento voltou a ocorrer. Dessa vez, a "luz de temperatura" acendeu brevemente enquanto o veículo estava parado por cerca de cinco minutos ao abrir o portão de casa.

Imediatamente, entrei em contato com a loja, reafirmando minha boa-fé ao comunicar prontamente o problema. No entanto, devido aos feriados de 15 e 20 de novembro, só consegui levar o veículo para análise no dia 25 de novembro de *******.

Durante esse período, enviei dois áudios informando o motivo da demora:

No dia 14 de novembro, comuniquei que não consegui levar o carro por falta de tempo.

No dia 25 de novembro, avisei que levaria o veículo naquele dia.


Mesmo ciente da situação, a loja não retornou as mensagens nem alertou sobre os possíveis riscos do atraso. Essa omissão deliberada prejudicou a resolução do problema, mostrando descaso com o consumidor.

Ao chegar à loja no dia 25 de novembro, o proprietário afirmou que verificaria a garantia, mas logo declarou que ela havia expirado, sem considerar que o problema já havia sido comunicado anteriormente e que o veículo não apresentava sinais claros de falha além do alerta pontual.


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4. Recusa de assistência e agravamento do problema

Ao levar o veículo no dia 25 de novembro, o proprietário relutou em aceitar o carro para análise, argumentando que a garantia estava vencida. Demonstrei boa-fé ao insistir na devolução, mesmo com a possibilidade de voltar para casa e agravar ainda mais os problemas do veículo.

Após insistência, a loja aceitou o carro, mas com a alegação de que abriria uma "exceção". Posteriormente, fui informado de que o carro estava com o cabeçote fundido. A loja tentou atribuir o agravamento do problema ao atraso na entrega, ignorando que o painel do veículo não apresentou nenhum alerta após o incidente do dia 09 de novembro, algo que comuniquei com clareza.

A postura da loja ao culpar o consumidor pelo agravamento do problema evidencia uma tentativa de se eximir de suas responsabilidades legais.


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5. Problemas ignorados pela loja

Desde o momento da compra, o veículo apresentou diversos outros defeitos que a loja se recusou a reparar ou assumir como sua responsabilidade:

*******: A ******* estava com botões inutilizáveis. Relatei o problema, mas a loja se recusou a substituí-la ou consertá-la.

Escapamento furado: O problema foi percebido após o uso, mas a loja também negou assistência.

Infiltração na porta: Durante dias de chuva, identifiquei infiltrações que permitiam a entrada de água no interior do veículo. Não informei o problema à loja porque, diante da postura evasiva em outras situações, seria inútil.

Pneus ressecados e rasgados: Poucos dias após a entrega, um pneu rasgou enquanto o carro estava estacionado. Inicialmente, presumi que estavam em meia-vida, mas posteriormente constatei que todos os pneus estavam ressecados.


Em todos esses casos, a loja demonstrou má-fé ao negar assistência e negligenciou problemas que já existiam no momento da compra, desrespeitando direitos básicos do consumidor.


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6. Tempo total com o veículo x tempo na loja

Desde a assinatura do contrato em 21 de agosto de *******, o veículo permaneceu mais de 50 dias na loja para reparos (03/09 a 02/10 e 25/11 até o momento atual). Nesse período, só utilizei o carro por pouco mais de 30 dias, demonstrando o grande prejuízo causado pela ineficiência e negligência da loja.


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7. Declaração preocupante do proprietário da loja

Durante uma conversa recente, o proprietário declarou que:
Se todos os problemas do veículo fossem arrumados pela loja, a loja quebraria e não valeria a pena ter uma loja de carros.

Essa fala revela que a loja tinha conhecimento dos diversos problemas do veículo desde o início e, mesmo assim, optou por não resolvê-los. Trata-se de uma atitude de má-fé, onde a loja demonstrou não ter condições de operar de forma regular nem de cumprir obrigações mínimas exigidas pelo Código de Defesa do Consumidor.


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8. Pontos de má-fé e negligência da loja

Omissão e falta de suporte: Não responderam minhas mensagens entre 09 e 25 de novembro, nem me alertaram sobre os riscos do atraso na entrega.

Relutância em aceitar o veículo: Tentaram se eximir da responsabilidade ao recusar inicialmente a devolução do carro.

Negação de garantia em problemas ocultos: Problemas como *******, escapamento furado, infiltração e pneus ressecados já existiam no momento da compra e não foram assumidos pela loja.

Venda abaixo da FIPE sem transparência: Apesar do desconto de R$ 8.*******, a loja ocultou defeitos significativos, o que demonstra má-fé na negociação.


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9. Prejuízos causados

Tempo sem o veículo: Fiquei mais de 50 dias sem o carro, prejudicando minha mobilidade e rotina.

Custos adicionais: Assumi despesas com troca de óleo, correia dentada e velas, sem clareza sobre se eram minha responsabilidade.

Desgaste emocional: A postura evasiva e irresponsável da loja gerou estresse, frustração e insegurança.


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10. Conclusão

Agindo sempre de boa-fé, comuniquei os problemas no prazo, insisti em buscar soluções e entreguei o veículo para análise, confiando na responsabilidade da loja. Infelizmente, a loja agiu com má-fé e negligência, ignorando direitos básicos e causando danos financeiros e emocionais significativos.
Andei menos de ******* km com o veículo desde a compra.

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Consideração final do consumidor

09/03/2025 às 21:08

Não respondeu por aqui, nem advigado e nem o procom

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