Problemas Recorrentes e Demora Excessiva no Reparo do Veículo Após Acidente

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Salvador - BA

12/06/2025 às 18:43

ID: 219537195

Em novembro de 2023 adquiri um automóvel da Toyota, o Corolla Cross. A placa é com final *****.

Tive problemas já na aquisição, pois foram empurrados diversos acessórios, dentre os quais 2 (dois) deles me deram problemas com pouco tempo de uso, quais sejam: o carregador de celular por indução - Teve que ser trocado por outro -, bem como o estribo que deixou o carro muito baixo e pegando em qualquer saliência na pista, por menor que seja.

Saliente-se, que ao reclamar o pessoal da oficina da Concessionária informou que dezenas de pessoas que colocavam tal estribo voltavam para retirar em função desse problema, que não me informaram.

Teriam outros problemas, mas acabei aceitando ficar com o carro do jeito que estava, inclusive pq já havia vendido o meu e estava sem.

Ocorre que, em 25/06/2024 fui vitimado por um acidente, pois um motorista imprudente, negligente e aparentemente embriagado acabou batendo no fundo do meu veículo.

Essa batida destruiu a parte traseira do meu veículo, inclusive o reboque e também danificou um pouco as laterais.

O veículo do causador do acidente não tinha seguro. Desta forma, utilizei meu seguro e coloquei o veículo para fazer avaliação, pois colegas afirmavam que o veículo estava comprometido e deveria ser dada a perda total.

Em 03/07/2024 encaminhei toda a documentação e foi garantido que as peças chegariam no prazo máximo de 12 dias, ou seja, em 15/07/2024, porém as peças só chegaram no dia 20/07/2024.

Coloquei o veículo na Concessionária Autorizada da Toyota, a Guebor situada na Av. Bonocô, isso em 22/07/2025 e foi dado um prazo de entrega para no máximo dia 09/07/2025, porém depois ampliaram o prazo para o dia 14/08/2025.

Já no momento da entrega identifiquei que a tampa da mala encontrava-se desalinhada, desalinhamento muito grande é suficiente para ter sido percebido e resolvido. Relatei dezenas de vezes, foi feita pequena tentativa de resolução, mas o desalinhamento da tampa da mala permanecia.
Somado ao desalinhamento da mala, eis que percebi, ao pegar a estrada um barulho de uma corrente de ar, como se o ar em alta velocidade estava circulando livremente por dentro do veículo.

No dia 04/10/2024 retornei a concessionaria para que resolvessem a questão do alinhamento da mala, trocar o reboque já enferrujado e a corrente ar que se sentia na parte interna, devolvido o veículo sem resolver os problemas.

Voltei a reclamar, mas fui informado que era impressão minha e que o veículo estava bom. Como necessitava do veículo fiquei com ele. O carro por fora é até silencioso, mas internamente com essa situação. Absurdo!

Mais recentemente, não sei se porque estamos em período chuvoso aqui em Salvador, eis que percebi um odor desagradável no interior do veículo, fiz tudo que diga respeito ao ar condicionado na Concessionaria Terraforte Paralela, mas o odor persistia.

Só depois descobri que a caixa de guarda do pneu de socorro estava cheia de água, e a água acumulada/parada estava danificando o pneu e parte do carpete.

A própria concessionária Terraforte Paralela identificou que a tampa da mala estava desalinhada, dentre outras coisas, porém não podia atuar, pois seriam problemas oriundos do reparo realizado em função da batida, bem como orientou que eu deveria retornar a concessionaria que realizou o serviço, a Guebor.

Tal infiltração estava enchendo a caixa de guarda do pneu socorro, bem como enferrujando macaco, chaves de roda e o fundo da própria caixa de guarda do pneu. Ou seja, o veículo estava desalinhado e entrando água na parte traseira.

Mantive contato com a loja da Guebor, Av. Bonocô, e fui atendido pelo atendente *****, o mesmo que fez meu atendimento no primeiro serviço e que inclusive lembrava de minhas reclamações em relação ao desalinhamento.

Ficou combinado que eu levaria o veículo para que fosse reparado no dia 30/05/2025, isso com indicativo de realização do reparo em no máximo 2 dias.

Ocorre que, levei o veículo no dia 30/05/2025, às 07h40min, conforme já combinado, mas ao chegar lá fui informado que ele não poderia receber o veículo, pois era final de mês e eles tinham que liberar os veículos do mês e que não iriam pegar no carro.

Tive que retornar para casa, apesar de toda programação que já havia feito porque iria deixar o carro para realizar os reparos.
No dia 03/06/2025 às 07h30min dei entrada no veículo para que fosse realizado o serviço. Foi reafirmado pelo Sr. Márcio, atendente da ré, o prazo de 2 dois dias para entrega do veículo.

Entretanto, no final do dia 04, o Sr ***** manda mensagem informando que teria sido identificada uma batida no para-choque traseiro e que isso fez soltar uma bucha e que teria desalinhado a lanterna traseira e causada a infiltração.

Sou o único motorista, não havia batido o veículo e o veículo foi entregue sem nenhuma batida, mas não adiantou, pois ele insistia que teria que pagar R$ 500,00 para fazer esse serviço.

Comuniquei que era um absurdo e eles deveriam fazer logo o alinhamento e ver que foi por esse desalinhamento que estava entrando a água, mas não adiantou de nada, pois eles não iniciavam o serviço para sanar o desalinhamento.

Só no dia 05/06/2025 quando insinuei arcar com os custos e eles terem informado que iriam fazer o reparo, algo que nem existia, por R$ 300,00 foi que indicaram que iria iniciar o serviço.

Na sexta-feira, dia 06/06/2025 às 14h13min, o Sr. ***** informa que: Conseguimos resolver a infiltração do carro. O pessoal da oficina voltou agora a pouco do almoço e me confirmou. Ademais, informa que estariam iniciando o serviço de alinhamento da mala.

Entretanto, desse dia em diante, eis que todos dias eles informam que o veículo seria liberado no dia seguinte, mas depois informam que a infiltração continua e que não iriam liberar o veículo naquele dia e só liberariam no dia seguinte às 16h.

Ora, já haviam afirmado que já havia sido sanada a infiltração e cobrado pelo serviço, mas mesmo após isso o veículo continua tendo infiltração? Absurdo!

Por óbvio, a infiltração é pelo desalinhamento e, talvez, pela estrutura do veículo ter sido comprometida, mas fizeram um péssimo serviço e as consequência mais graves surgiram agora e não conseguem resolver o problema.

Enquanto isso, eu continuo sendo prejudicado cancelando compromissos, perdendo dinheiro e tendo que me locomover a base de Taxi/Uber.

Detalhe; o Sr. ***** insinuo que que eu teria demorado para ver essa questão da infiltração. Ora, eu não sabia que os carros da Toyota tinham que ter sua área de socorro inspecionada todos os dias, para mim aquela área da mala é para ser a prova dágua, e não que eu tenha que todo dia conferir se entrou água naquele local ou não. Mais um absurdo!

Cansado de tanto desrespeito, no dia 09/06/2025 às 15h40min, busquei a ouvidoria da Toyota no Brasil. Fui atendido pelo Sr. Daniel que informou que estaria encaminhando a reclamação para Líder de Qualidade e responsável pelo SAC da Guebor Bonocô, Sra. *****, bem como que a Sra. supracitada iria manter contato comigo imediatamente.

Como não obtive nenhum retorno da Sra. *****, eis que busquei contato com a Guebor e consegui falar no dia 10/06/2025 às 16h. A Sra. ***** informou que não teve nenhuma solicitação da Toyota nem pedido, conforme foi garantido pelo atendente da Toyota do Brasil, Sr. Daniel, que seria feito.

Passei todos os detalhes para a Sra. *****, mais uma vez, e foi assumido pela representante da empresa diversos retornos, mas nenhum deles cumprido, inclusive quando retornava sempre informava que o veículo ainda não estava pronto, sendo feitos testes, etc, mas que não pode ser liberado.

Por fim, me deu mais um prazo para hoje, 12/06/2025, às 15h40mim, pois teria uma reunião com o gerente geral. Após muita insistência minha, eis que só às 17h24min me responde que ainda não tem posição e que não tem como informar quando o veículo será liberado.

Detalhe no novo contato com a Sra. ***** ela já muda e informa que a reunião foi com o gerente de funilaria e não com o gerente geral, conforme já informado antes. Ou seja, sempre o pessoal traz uma mentira para ficar enrolando e não liberar o veículo.

Ou seja, hoje, dia dos namorados, aqui estou me estressando com a irresponsabilidade, falta de respeito para com o cliente e total descaso com os problemas causados a minha pessoa, inclusive sendo privado de estar com minha esposa em evento que já tínhamos feito reservas a mais de 1 (um) mês.

O pior é que depois de 10 (dez) dias não tenho a menor previsão de quando será realizado serviço e o veículo será liberado, se é que vai ser liberado.

Uma coisa é certa, mais um final de semana sem o automóvel.

Quem vai ressarcir meus prejuízos, apesar de ter coisa que não tem dinheiro que pague?

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