Funcionário mal educado constrange cliente devido a atraso na liberação do crachá

Respondida
São Paulo - SP
13/02/2026 às 09:40
ID: 240634387
Na data 13/02 09;15 funcionário idoso, veio gritar comigo por conta do crachá que pede 2 minutos para liberar, sendo que já tinha passado 2 minutos. Sendo que tenho testemunha por nome ***** que acompanhou tudo, tentei pegar nome dele é se recusaram a passar nome dele. O mesmo me constrange perante vários funcionários e veio gritar comigo super mal educado só porque eu falei que [Editado pelo Reclame Aqui], porém não me referi a ele em momento nenhum, apenas falei sozinha por conta que já tinha dado 5 minutos. Tanto é que veio discutir comigo na frente de várias pessoas. Se funcionário não está bem a empresa precisa estar ciente. Eu não admito esse tipo de comportamento quero retorno referente ao ocorrido. E inadmissível conduta dessa desse funcionário. Endereço do ocorrido foi *****
CEP;*****
OCORRIDO FOI POR VOLTA 09;15 É SENHOR DE IDADE ,DE COR PARDA,NAO E ALTO. E OS FUNCIONÁRIOS DA
HAGANA CONTROLADOR DE ACESSO QUE ESTAVAM COM ELE ,SE RECUSARAM A FALAR O NOME DELE É DELES TAMBÉM.
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Resposta da empresa
18/02/2026 às 08:44
Olá, Renata.
Antes de tudo, agradecemos por compartilhar conosco o ocorrido. Lamentamos sinceramente que a situação tenha lhe causado desconforto e sensação de constrangimento. Esse tipo de percepção é algo que levamos muito a sério, pois prezamos por um atendimento sempre respeitoso e profissional.
Após sua manifestação, realizamos uma apuração interna detalhada junto à equipe que estava de plantão no local e horário informados.
Conforme verificado, no momento do ocorrido houve uma tentativa de liberação de saída utilizando um crachá pessoal recém-recebido, sem que houvesse registro prévio de entrada vinculado a ele no sistema. Como o controle de acesso do edifício funciona por meio de registro de entrada e saída, o sistema corretamente não autorizou a liberação. Nesses casos, o procedimento padrão e obrigatório é a apresentação e o depósito do crachá de visitante utilizado na entrada.
Entendemos que situações como essa podem gerar aborrecimento, especialmente quando envolvem tempo de espera. No entanto, é importante esclarecer que o colaborador agiu em cumprimento às normas de segurança estabelecidas pelo condomínio, normas essas que existem para garantir a proteção de todos os usuários do prédio.
Segundo a apuração, o vigilante limitou-se a orientar sobre o procedimento necessário para a liberação, não havendo registro de gritos ou conduta desrespeitosa. Trata-se, inclusive, de um profissional com histórico funcional íntegro e sem registros anteriores de comportamento inadequado.
Ainda assim, reforçamos que todos os nossos colaboradores são constantemente orientados a manter postura cordial, clara e respeitosa, mesmo em situações de divergência.
Ressaltamos que o cumprimento dos protocolos de segurança não é facultativo, e a liberação sem o procedimento correto poderia comprometer a integridade do controle de acesso do edifício. Nosso compromisso é com a segurança coletiva e com o respeito a todos.
Nosso objetivo é sempre promover um ambiente seguro e uma experiência respeitosa para todos.
Atenciosamente,
Equipe de Atendimento ao Cliente Grupo Haganá.