Hospital Adventista de São Paulo Falha administrativa impede liberação de cirurgia de urgência

Reclamação não resolvida

Não resolvido

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São Paulo - SP

28/07/2026 às 15:16

ID: 255047759

Título: Hospital Adventista de São Paulo Falha administrativa impede liberação de cirurgia de urgência

Minha intenção ao publicar esta reclamação não é desmerecer o trabalho dos excelentes profissionais da assistência, mas alertar sobre uma grave deficiência na gestão administrativa do Hospital Adventista de São Paulo.

Faço questão de reconhecer que a equipe médica, de enfermagem e os colaboradores da recepção sempre nos trataram com respeito, atenção e humanidade. O problema não está nesses profissionais, mas na condução administrativa dos processos.

A impressão é de que a gestão administrativa não acompanha a qualidade da assistência prestada. Agendamentos ficam sem resposta, telefones não são atendidos, colaboradores muitas vezes não conseguem informar o andamento das solicitações e processos simples acabam se tornando verdadeiras batalhas para o paciente.

Essa experiência não condiz com o padrão esperado de um hospital particular e muito menos de uma instituição que tem como princípio o atendimento humanizado.

Nossa busca por atendimento começou em abril de 2026. Após inúmeras tentativas, reclamações e acionamentos da Ouvidoria, finalmente conseguimos consulta com a equipe médica, que foi extremamente competente e constatou a necessidade de uma cirurgia de urgência.

A partir daí, surgiu um novo problema: mesmo com toda a documentação encaminhada pela equipe médica ao hospital, a solicitação de autorização da cirurgia não foi enviada ao convênio, impedindo o andamento do procedimento.

Enquanto isso, o paciente continua aguardando, convivendo com o agravamento do quadro clínico e com a angústia de não saber quando terá acesso ao tratamento necessário.

O sentimento é de completo abandono por parte da área administrativa. Não há comunicação clara, acompanhamento do caso ou demonstração de preocupação com o impacto que essa demora pode causar à saúde de quem depende do atendimento.

Atuo há anos na área de Recursos Humanos, com experiência em gestão de pessoas e processos em grandes instituições de saúde. Por isso, afirmo com responsabilidade que problemas dessa natureza revelam falhas de gestão, comunicação interna e desenvolvimento das equipes.

Também fica a impressão de que alguns setores administrativos necessitam de maior investimento em capacitação, acompanhamento e responsabilização, pois a desorganização acaba comprometendo todo o trabalho de excelentes profissionais da assistência.

Meu objetivo não é atacar pessoas ou a instituição, mas chamar a atenção da direção para uma situação que precisa ser revista com urgência. O Hospital Adventista possui profissionais extraordinários na assistência, porém sua área administrativa precisa funcionar com o mesmo padrão de excelência.

Espero que esta manifestação resulte em providências concretas, tanto para solucionar este caso quanto para evitar que outros pacientes enfrentem o mesmo desgaste físico e emocional.

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Resposta da empresa

12/08/2026 às 15:23

Prezado Sr. Gilvan,

Agradecemos por compartilhar sua experiência e por reconhecer o atendimento prestado pelas equipes médica, de enfermagem e recepção. Lamentamos, contudo, que sua experiência com as etapas administrativas tenha gerado a percepção de falta de acompanhamento e os transtornos relatados.

Sua manifestação foi recebida e acompanhada pela Ouvidoria, que realizou interlocuções com as áreas envolvidas com o objetivo de compreender o andamento do processo e contribuir para a continuidade da solicitação.

Durante o acompanhamento, diante da impossibilidade de prosseguimento da solicitação pelo portal da operadora, a documentação necessária foi encaminhada ao convênio, conforme orientação recebida pela própria operadora. Posteriormente, recebemos a confirmação de que a guia de autorização do procedimento foi liberada pelo convênio.

Com essa etapa concluída, o caso foi direcionado para continuidade do fluxo interno de programação cirúrgica. O setor de Agendamento Cirúrgico está realizando a interlocução com a equipe médica responsável para viabilizar o agendamento do procedimento, observando as etapas necessárias para sua programação.

Após a definição da data, o setor responsável realizará contato com o paciente para prestar as orientações e esclarecimentos pertinentes ao agendamento.

Ressaltamos que, desde o recebimento da manifestação pela Ouvidoria, a demanda vem sendo acompanhada junto às áreas responsáveis, com os devidos encaminhamentos realizados conforme as informações e atualizações disponibilizadas ao longo do processo. A Ouvidoria permanece acompanhando o caso até a conclusão dessa etapa, dentro de sua esfera de atuação.

Quanto às considerações apresentadas sobre os fluxos administrativos, comunicação e atendimento, registramos que os apontamentos foram acolhidos e serão direcionados às áreas competentes para conhecimento e avaliação, especialmente quanto às oportunidades de aprimoramento dos processos e da comunicação com os pacientes.

O Hospital Adventista de São Paulo reafirma seu compromisso com um atendimento ético, respeitoso, transparente e humanizado, buscando continuamente aprimorar seus processos para proporcionar uma experiência cada vez mais segura e resolutiva aos pacientes.

Esperamos que os esclarecimentos e as providências adotadas contribuam para a continuidade adequada de seu atendimento e para a resolução da situação relatada.

Réplica do consumidor

13/08/2026 às 15:21

A resposta apresentada pelo Hospital Adventista não muda os fatos e, principalmente, não apaga tudo o que tivemos que enfrentar para que o problema finalmente caminhasse para uma solução.

O hospital, por si só, não resolveu o problema. Para que as coisas acontecessem, eu precisei perder dias, tardes e noites de trabalho, comparecendo inúmeras vezes pessoalmente ao hospital, muitas delas já completamente desgastado psicologicamente.

É muito difícil colocar em palavras o que significa acompanhar uma pessoa que necessita de cuidados, vê-la se debilitando e, ao mesmo tempo, enfrentar a falta de respostas, de integração entre os setores e de informações precisas sobre algo tão sério.

Meus dias foram de choro aos pés do meu Senhor e Salvador Jesus Cristo, pedindo força, direção e, acima de tudo, que a vida e a saúde do paciente fossem preservadas.

Em meio a tudo isso, faço questão de registrar uma exceção que merece todo o meu respeito e reconhecimento: Dr. Silas.

Um médico sem igual, que tratou a nossa causa com humanidade, se sensibilizou com a situação e demonstrou, através de suas atitudes, amor pela profissão e, principalmente, amor e respeito pela vida humana. Existem atitudes que nenhum dinheiro é capaz de pagar, e minha gratidão a ele será permanente.

Mas justamente por ter encontrado dentro do próprio Hospital Adventista um profissional com tamanho senso de humanidade, fica ainda mais evidente que o problema não está necessariamente nas pessoas que cuidam, mas na forma como determinados processos são administrados e conduzidos pela instituição.

Espero sinceramente que a administração do Hospital Adventista não trate esta manifestação apenas como mais uma reclamação a ser respondida no Reclame AQUI. Espero que ela sirva para uma reflexão profunda sobre seus processos internos, sua gestão de pessoas, a comunicação entre os setores e, sobretudo, sobre os critérios utilizados para colocar profissionais em posições que lidam diretamente com pessoas fragilizadas.

Hospital não é lugar para burocracia se sobrepor à vida. Não é lugar para falta de comunicação, despreparo ou ausência de sensibilidade.

Quando alguém procura um hospital, existe uma vida por trás de um protocolo. Existe uma família sofrendo. Existem pessoas que deixam trabalho, compromissos e suas próprias vidas de lado tentando encontrar uma solução.

Portanto, não considero que o problema tenha sido simplesmente resolvido pela instituição. Houve um enorme desgaste até chegarmos onde estamos, e grande parte desse caminho só aconteceu porque eu insisti, cobrei, fui pessoalmente e me recusei a desistir.

Que o Hospital Adventista utilize este episódio para rever seus processos e, principalmente, para compreender algo muito simples:

antes de qualquer protocolo, autorização, setor ou procedimento, existe uma vida esperando por cuidado.

E é justamente por se tratar de uma instituição que carrega valores cristãos em sua própria identidade que eu esperava encontrar, em todos os níveis de atendimento, aquilo que encontrei no Dr. Silas: humanidade, responsabilidade, compaixão e respeito pela vida.

Réplica do consumidor

13/08/2026 às 15:22

A resposta apresentada pelo Hospital Adventista não muda os fatos e, principalmente, não apaga tudo o que tivemos que enfrentar para que o problema finalmente caminhasse para uma solução.

O hospital, por si só, não resolveu o problema. Para que as coisas acontecessem, eu precisei perder dias, tardes e noites de trabalho, comparecendo inúmeras vezes pessoalmente ao hospital, muitas delas já completamente desgastado psicologicamente.

É muito difícil colocar em palavras o que significa acompanhar uma pessoa que necessita de cuidados, vê-la se debilitando e, ao mesmo tempo, enfrentar a falta de respostas, de integração entre os setores e de informações precisas sobre algo tão sério.

Meus dias foram de choro aos pés do meu Senhor e Salvador Jesus Cristo, pedindo força, direção e, acima de tudo, que a vida e a saúde do paciente fossem preservadas.

Em meio a tudo isso, faço questão de registrar uma exceção que merece todo o meu respeito e reconhecimento: Dr. Silas.

Um médico sem igual, que tratou a nossa causa com humanidade, se sensibilizou com a situação e demonstrou, através de suas atitudes, amor pela profissão e, principalmente, amor e respeito pela vida humana. Existem atitudes que nenhum dinheiro é capaz de pagar, e minha gratidão a ele será permanente.

Mas justamente por ter encontrado dentro do próprio Hospital Adventista um profissional com tamanho senso de humanidade, fica ainda mais evidente que o problema não está necessariamente nas pessoas que cuidam, mas na forma como determinados processos são administrados e conduzidos pela instituição.

Espero sinceramente que a administração do Hospital Adventista não trate esta manifestação apenas como mais uma reclamação a ser respondida no Reclame AQUI. Espero que ela sirva para uma reflexão profunda sobre seus processos internos, sua gestão de pessoas, a comunicação entre os setores e, sobretudo, sobre os critérios utilizados para colocar profissionais em posições que lidam diretamente com pessoas fragilizadas.

Hospital não é lugar para burocracia se sobrepor à vida. Não é lugar para falta de comunicação, despreparo ou ausência de sensibilidade.

Quando alguém procura um hospital, existe uma vida por trás de um protocolo. Existe uma família sofrendo. Existem pessoas que deixam trabalho, compromissos e suas próprias vidas de lado tentando encontrar uma solução.

Portanto, não considero que o problema tenha sido simplesmente resolvido pela instituição. Houve um enorme desgaste até chegarmos onde estamos, e grande parte desse caminho só aconteceu porque eu insisti, cobrei, fui pessoalmente e me recusei a desistir.

Que o Hospital Adventista utilize este episódio para rever seus processos e, principalmente, para compreender algo muito simples:

antes de qualquer protocolo, autorização, setor ou procedimento, existe uma vida esperando por cuidado.

E é justamente por se tratar de uma instituição que carrega valores cristãos em sua própria identidade que eu esperava encontrar, em todos os níveis de atendimento, aquilo que encontrei no Dr. Silas: humanidade, responsabilidade, compaixão e respeito pela vida.

Consideração final do consumidor

13/08/2026 às 15:24

Ruim, exceto pelo corpo clínico, enfermagem e recepção que são humanos e amorosos. Já administração do hospital de modo geral, pessimo ao extremo. Eu tocaria todo o corpo comercial, trocaria o corpo de liberação de cirurgia. Enfim, mudaria o RH, mas acredito que apenas essa é minha opinião.

O problema foi resolvido?

Reclamação não resolvida

Não resolvido

Voltaria a fazer negócio

Não

Nota do atendimento

5