Falta de empatia e demora no atendimento de paciente com herpes-zóster

Reclamação não respondida

Não respondida

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Belo Horizonte - MG

27/08/2026 às 12:13

ID: 257534979

Gostaria de registrar minha insatisfação e indignação com o atendimento que recebemos na unidade Hermes Pardini Palmares, especialmente em relação à postura da coordenadora (Editado pelo Reclame AQUI).

Levei minha tia à unidade para realizar um exame. No momento em que a coordenadora (Editado pelo Reclame AQUI) estava na distribuição de senhas e atendendo pessoas da Unimed, aproveitei que ela já estava realizando aquele atendimento e expliquei a situação da minha tia, justamente para que ela tivesse conhecimento do quadro e para evitar que ficássemos aguardando sem que ela soubesse da situação.

Expliquei que minha tia estava apresentando episódios de herpes-zóster, com crises de dor muito intensas e recorrentes, que vêm se tornando cada vez mais frequentes e intensas. Expliquei também que, quando as crises acontecem, a dor é muito forte e que ela não tinha condições de permanecer aguardando por muito tempo.

Mesmo após eu explicar toda a situação, foi concedido apenas o atendimento preferencial. Permanecemos aguardando e, infelizmente, minha tia começou a apresentar uma nova crise enquanto estava na sala de espera.

Ela começou a sentir muita dor, chegando a gemer na cadeira, e a situação acabou chamando a atenção das pessoas que estavam ao redor. Foi somente depois de ela demonstrar fisicamente o sofrimento que percebemos uma mudança na urgência dada ao atendimento.

O que mais me incomodou foi justamente essa situação. Eu havia explicado previamente que ela estava sentindo dores muito intensas, mas tive a impressão de que o meu relato não foi levado na proporção que a situação exigia.

Foi extremamente constrangedor para minha tia precisar passar por uma crise de dor diante de várias pessoas, com todos olhando, quando eu já havia tentado explicar antecipadamente o que poderia acontecer caso ela precisasse permanecer aguardando por muito tempo.

Não estou questionando o direito dos demais pacientes ao atendimento e nem estou dizendo que minha tia deveria simplesmente passar na frente de todos. O que esperava era mais escuta, sensibilidade e bom senso diante de uma situação que havia sido explicada previamente.

Considero que o atendimento recebido foi péssimo justamente pela falta de empatia que senti naquele momento. Em uma unidade de saúde, acredito que o paciente deve ser ouvido e que aquilo que o acompanhante está relatando sobre uma condição de dor também deve ser considerado, sem que seja necessário esperar que a pessoa entre em uma crise diante de todos para que a gravidade seja percebida.

Espero que o Hermes Pardini avalie o ocorrido, oriente sua equipe e reveja a forma como situações semelhantes são conduzidas. Meu objetivo com esta reclamação não é criar um conflito, mas registrar uma experiência que foi muito desagradável e, principalmente, evitar que outra pessoa que esteja passando por uma situação semelhante precise ser exposta a esse tipo de constrangimento para receber a atenção necessária.

Minha tia não precisava ter que demonstrar publicamente o quanto estava sofrendo. Ela precisava apenas ser ouvida quando explicamos a situação desde o primeiro momento.

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