Rede Dor e Hospital Aliança atende mal a Idosa

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Salvador - BA

25/10/2024 às 20:31

ID: 200550435

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Prezados Senhores:

Dirijo-me através desse portal para registrar a minha insatisfação junto aos atendimentos realizados pelo Hospital Aliança desde que esse grupo passou a gerir.
No dia 21/10 do corrente ano por volta das 20h20 levei a minha mãe de 87 anos na emergência do Hospital Aliança para averiguar o mal estar que ela estava se queixando. Durante a triagem e atendimento tudo corria muito bem até que fomos surpreendidos com a necessidade de interná-la na UTI do referido hospital. Ela deu entrada por volta das 22 horas na UTI e lá presenciei dois médicos totalmente despreparados para atender a paciente. As duas médicas que atenderam na triagem deixou claro que a paciente estava com insuficiência renal que foi comprovada por outros especialistas por volta das 05h30 na manhã do dia 22/10. O médico que atendeu após a paciente ser recepcionada na UTI demorou muito tempo para atendê-la e por várias vezes solicitei a sua presença para dar um calmante, bem como os medicamentos que ela toma, mas parece que os enfermeiros e profissionais têm medo de ajudar e serem punidos. Esse médico adentrou o espaço e alardeou que a paciente (minha mãe) estava com Pneumonia e que já havia prescrito os antibióticos para ela tomar. Não sou especialista na área de saúde, mas sei que os pacientes com problemas renais não devem abusar do contraste feito na tomografia entre outros, pois os níveis de creatinina sofrerão alterações, bem como os causados por uso de antibióticos. Percebo que alguns profissionais não atende de forma humanizada e faz questão de enfatizar que ele é o médico e pronto. A enfermeira chegou e afirmou que o Dr. prescreveu o antibiótico para o paciente e prontamente não permiti, pois sabia através das médicas que realizaram a triagem que todos os exames demonstravam aumento da creatinina em 2,3 e que a tomografia estava normal. Vejamos, minha mãe com 87 anos estava desorientada, sem soro, sem água, sem medicamento e sem ninguém para ajudar por socorro dentro de uma UTI que nem parece a descrição para ser chamada de tal. O quarto estava quente, o banheiro sujo e cheio de coisas sobre o vaso, ninguém me pediu para lavar a mãos, pois não existe aquela ante sala para descontaminação ou mesmo disponibiliza álcool, não existe empatia. Como já disse, minha mãe gritava por estar desorientada e o médico afirmou que não sabia os medicamentos que a paciente tomava. Tudo isso foi disponibilizado às duas médicas. Na troca de plantão por volta das 04h30 outro plantonista veio falar comigo e estranhou a paciente não estar no soro, não estar medicada e perguntou se havia tomado o contraste e o antibiótico. Quando disse, não!, percebi o semblante do médico gerar alívio e da minha insistência ele disse que minha mãe não tinha pneumonia e sim insuficiência renal, mas que precisava hidratá-la, pois caso tivesse feito uso do contraste e antibiótico os níveis estariam bem mais alto. A partir desse atendimento percebi que o hospital não possui sistema integrado e os dados não são atualizados gerando incertezas para o profissional que atende, bem como risco para o paciente. Busquei saber quem coordena a UTI, visto que vários plantonistas realizam seu trabalho e no final passam o plantão. Recebi a visita do segundo médico despreparado e enfatizando ser o responsável pela coordenação. O cidadão não sabe lidar com os pacientes, está acostumado com o corporativismo e ao falar sobre o antibiótico o mesmo não só negou como buscou que a paciente tomasse partido dele. No final, devido a minha mãe estar desorientada por falta de medicamentos busquei saber se os medicamentos informados por mim iriam ser administrados na paciente e sou informado por uma profissional que não tinham e quando tinham a dosagem não batia. Tivemos que comprar o medicamento e entregar ao profissional do hospital para ser administrado, pois estávamos muito preocupados. Isso é a rede Dor. Com muita dificuldade consegui ter acesso ao prontuário, pois estava como responsável e a paciente estava desorientada e não tinha condições de resolver nada naquele momento. Lá, confirmei que existiam dois antibióticos de amplo espectro registrado e que não foi administrado por recusa do responsável. Ou seja, o coordenador disse para minha mãe que em nenhum momento foi prescrito o medicamento e que eu havia inventado. Se ela já estava desorientada o quadro piorou. Como todas as profissões existem aqueles que não possuem perfil para lidar com gente. Para a classe médica isso é imperioso, pois lidam com vidas. A diretoria precisa sair de suas salas refrigeradas e adentrar os hospitais da rede para saber o que acontece. Vejo enfermeiros sob pressão e alguns médicos arrogantes por estarem no comando. Esse fato não se restringe a minha mãe. Em fevereiro meu filho após o carnaval estava com dores abdominais e garganta inflamada. Ficaram 6 horas numa baia, passou por dois médicos gastroenterologistas (plantonistas) e saiu com prescrição de paracetamol, sem ver a garganta e frustrado com o atendimento. Cadê os especialistas? Conheci esse hospital como referência em Salvador e percebo que o atendimento fere ao juramento de Hipócrates. Fico a pensar, se não estivesse vigilante e sem buscar ajuda, creio que ela poderia ir a óbito e no final diriam que a idade avançada e a insuficiência renal foram a causa. Ainda dá tempo de mudar esse quadro, ouçam os pacientes e mudem as estratégias usadas para atendimento. Vocês podem chamar de UTI, mas quando precisei entrar em uma percebi que o ar era bem gelado e mais uma vez enfatizo: As bactérias adoram ambientes com temperatura da qual convivi. Foi uma noite inesquecível e cheia de muito estresse. Duvido que alguém da diretoria levaria suas genitoras para passar uma noite na UTI de número 13 do hospital Aliança nessas condições. Surreal!

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Resposta da empresa

30/10/2024 às 14:08

Prezado Sr. Marcos, boa tarde!

Esclarecemos que foram realizadas tentativas de contato nos dias 29/10 e 30/10 com os telefones informados na reclamação, porém sem sucesso.
Diante disso, colocamos à sua disposição a Central de Atendimento da Ouvidoria Corporativa através do telefone ************** de segunda a sexta das 8h às 18h para que sejam prestados os esclarecimentos necessários.

Cordialmente,
Ouvidoria Rede DOr

Réplica do consumidor

02/11/2024 às 14:02

Prezados Senhores:
Eu trabalho e não posso atender aos contatos nos seus horários. Quando recebi o primeiro telefonema falei com a pessoa, mas ela preferiu dizer que voltaria em outro horário. Vocês precisam informar um telefone e horário para que as pessoas possam falar. No segundo é terceiro contato vocês ligaram e no segundo toque desligaram. Tentei retornar a ligação, mas não aceita ligação. Então, assim como não obtive resposta durante o período na UTI estou tendo a mesma dificuldade com a ouvidoria. Parem de jogar o problema para mim e facilitem uma solução. O nome Rede dor é bem sugestivo para o paciente.

Réplica do consumidor

14/11/2024 às 09:15

Como um grupo que trabalha tão mal se instala em nosso Estado. O antigo dono sabia gerir e dar tranquilidade aos pacientes. Queria ver o diretor entrar de forma anônima e dar entrada em um paciente de sua família e achar que tudo está funcionando perfeitamente. Até o retorno das reclamações o grupo dita como deve ser feito. Cadê os órgãos de fiscalização.

Réplica do consumidor

18/02/2025 às 12:54

O prontuário nunca foi disponibilizado, pois os funcionários trabalham com medo de perderem seus empregos. Os médicos contratados não possuem experiências e possivelmente abarrotados de pacientes. Espero que alguém da diretoria precise enxergar os problemas junto a algum paciente da família e responder que nem tudo é por dinheiro mas pela saúde.

Consideração final do consumidor

18/02/2025 às 12:55

Se tivesse valores negativos ainda assim estaria afrontando eles pelo grau de insatisfação.

O problema foi resolvido?

Reclamação não resolvida

Não resolvido

Voltaria a fazer negócio

Não

Nota do atendimento

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