Coordenadora de transplante trata pacientes com descaso e arrogância

Não respondida
Londrina - PR
27/05/2026 às 12:23
ID: 249827789
Infelizmente eu vou ter que relatar esse episódio lamentável
Quero relatar com imensa tristeza a situação que nos envolveu com a colaboradora *****, que no caso é coordenadora dos transplantados. Ela sempre com ar de deboche e superioridade. Quando chegamos para um atendimento, onde minha esposa foi transplantada em 2021, o Hospital Angelina Caron foi uma bênção, onde recebeu todo o cuidado necessário e foi perfeito. Porém, como somos de Londrina, ela precisa ir de 4 em 4 meses para fazer acompanhamento.
No ano de 2025, minha esposa, por ter a imunidade baixa por conta dos remédios imunossupressores, contraiu não só um, mas dois vírus, um chamado CMV, onde sangrou por dentro, além de herpes, que pipocou pelo corpo inteiro, e quase [Editado pelo Reclame Aqui]. Depois de dois meses de internamento e total sofrimento, a equipe do hospital de Londrina, onde também a paciente foi muito bem cuidada, informou que após a alta eles não poderiam mais acompanhar.
Precisaríamos fazer todo o tratamento de remédios para o vírus, onde tivemos que acionar o MP para conseguir o remédio que custava 12 mil reais, e pela graça de Deus conseguimos. Após meses de tratamento, precisaríamos viajar para Curitiba, no caso ir para o Angelina Caron, para verificar se a paciente iria continuar com o remédio ou não, pois o remédio ajuda no vírus, mas atrapalha na questão da preservação do rim.
Antes da viagem, entramos em contato com a coordenadora de transplante, *****, informando que precisaríamos também de consulta com infectologista, além dos especialistas do transplante. Avisamos com antecedência justamente por entender a rotina do hospital. Inclusive, a médica do HU de Londrina também entrou em contato com os médicos do Angelina Caron.
Sempre somos muito bem atendidos, os exames saem muito rápidos, não temos nada a reclamar. Então, no dia *****, quando chegamos lá, precisamos ser rápidos para perguntar se ela seria atendida pelo infectologista, pois pegamos ônibus de bate e volta, tem exame para colher e tem o médico para ver a questão do transplante.
Quando fomos pedir informações a essa senhora *****, a respeito dos procedimentos, se iria continuar com o Valganciclovir, se a paciente seria atendida pelo infectologista, ou se a paciente precisaria fazer algum outro exame para verificar se o vírus ainda estava no sangue, nós fomos tratados como lixo por essa senhora chamada *****. Ela, toda arrogante, dizendo que não tinha vaga, que deveríamos nos virar com a consulta com o médico.
Eu expliquei que já havíamos avisado dias antes sobre a necessidade de consulta com infectologista. Mesmo assim, ela agiu de forma ríspida e quase nos retirou da sala. Apenas fui mais firme ao dizer que não fazia sentido viajar até lá sem uma resolução, mas em nenhum momento a desrespeitei.
Após isso, ela ligou para algumas pessoas e conseguiu um encaixe. Assim, conseguimos atendimento quase implorando para sermos atendidos de forma digna. Como eu disse a ela, não viajamos ***** entre ida e volta por passeio, mas por necessidade médica.
A paciente, no caso minha esposa, já estava toda abalada psicologicamente por conta de várias intercorrências com sua saúde
Acredito que profissionais que trabalham em hospital deveriam ter mais empatia e humanidade, pois as pessoas estão ali para serem cuidadas e respeitadas. Ninguém sai de casa e do trabalho para ir a um hospital porque querem
E para finalizar, após várias desavenças, ela teve a capacidade de citar uma frase que achei um absurdo. Ela disse: E eu que pago meus impostos e não utilizo o SUS, querendo se referir que usamos do dinheiro dela também. Eu achei o [Editado pelo Reclame Aqui].
Mas, depois de todo esse episódio, fomos atendidos pelo infectologista, que foi um ótimo profissional também. Esse hospital é uma bênção, só alguns profissionais que precisariam de uma reciclagem de como atender pacientes fragilizados.
deixo aqui registrada minha indignação e tristeza com a postura da Sra. *****, esperando que a situação seja analisada para que outros pacientes não passem pelo mesmo constrangimento.