Negligência médica, abandono no CTI e falhas no tratamento hospitalar

Em réplica
Curitiba - PR
04/08/2026 às 22:21
ID: 255637731
Dia 20/01/2026 resgatamos minha mãe de outro hospital após negligência médica deixar uma simples infecção evoluir para coma metabólico, acidose e sepse e insuficiência renal, pois não aceitamos imposição ilegal e imoral de paliativo forçado(eutanásia passiva), devido a negligência ela chegou em estado gravíssimo, e evoluiu para PCR, em conversa com dr. ***** eu contei que resgatamos minha mãe da negligência porque ela precisava de hemodiálise e intubação que foi negada no outro hospital por represália a reclamação na ouvidoria, que queríamos tratamento pleno para não lhe ser negado nenhuma chance.
Ele prontamente aceitou meus argumentos e prometeu fariam tudo que estivesse ao alcance, foram realizadas Reanimação e Intubação e encaminhado ao CTI, a médica (noturna), cuja evolução não consta no prontuário, me explicou que estado era grave, mas que faria até 2 reanimação se precisasse, não falei com mais ninguém.
Na manhã seguinte, conversamos com dr. ***** que se identificou como chefe do CTI, nos recebeu com a seguinte frase se eu tivesse na sala vermelha eu não reanimava, mas já que o colega trouxe vamos tratar, no prontuário, no entanto, o dr. ***** já coloca que a discutido com a família e definido cuidados paliativos, deveria ter colocado que foi imposto sem chance de defesa já que a paciente não tinha condições clínicas de remoção.
No dia 22/01 o dr. ***** finalmente concordou em oferecer tratamento pleno que era direito da paciente, que tinha acordado com a família que queria lutar até o fim, nunca concordou com eutanásia ou desistência do tratamento e confiava a filha ***** a escolha dos tratamentos mais indicados, já que a assistiu em todos procedimentos e consultas, inclusive na busca pelo tratamento Alvo mais indicado e melhores oncologistas.
O tratamento inicial foi um sucesso, os rins começaram a retornar, os parâmetros do ventilador foram reduzidos, mais com poucos de dias de retirada da sedação ela saiu do coma, abriu os olhos, mastigava o tubo, mas não preencheu os paramentos extubação, onde dr. ***** queria novamente contra vontade da família retirar os tratamentos e seda-la para morrer, o que foi prontamente recusado pela filhas (***** e *****) O dr. ***** concordou em fazer traqueostomia para que a paciente pudesse continuar lutando pela vida, no dia seguinte a Traqueostomia, já foi possível iniciar os testes para retirada do ventilador, ela respirando até 6 horas sem ventilador.
Mas por imprudência retiraram o antibiótico com apenas 10 dias, mesmo com CPR ainda alto, ele voltou disparar, mas continuaram negando a infeção. Iniciaram o uso de Clexane que sabiam que eram contraindicado por AVC hemorrágico anterior, o que provavelmente levou a outro AVC hemorrágico, pois o lado esquerdo saudável paralisou durante a internação(temos imagens), mas se recusaram a fazer novas TC de crânio e usaram Clexane até o óbito, mesmo com anemias severas, ignoraram o risco de hemorragia.
Suspenderam a Hemodiálise alegando melhora renal, mesmo os exames (que só tivemos acesso após óbito) dizerem o contrário, ela voltou apresentar extenso edema na fase, tronco e membros superiores, eles sabiam que era falta de hemodiálise, mas fingiam não saber, enquanto o excesso de ureia e toxinas da insuficiência renal causavam intenso sofrimento cerebral que fingiam não saber o motivo, enquanto aguardavam pelo óbito, cuja equipe de enfermagem e fisioterapia era autorizada a abandonarem a paciente como um [Editado pelo Reclame Aqui] que esperava só o óbito para ser descartada.
A acompanhante era proibida de acompanhar troca de [Editado pelo Reclame Aqui], banhos, que era direito da paciente enquanto mulher, idosa e deficiente, esconderam uma lesão com necrose devido a ausência de mudança de decúbito, como sugestão de tratamento da ferida que a própria instituição causou, a Enfermeira sugeriu deixa-la morrer como conforto, o que foi executado pela equipe médica poucos dias depois enquanto fingiam cuidar, mas eles estavam ciente que sem hemodiálise a [Editado pelo Reclame Aqui] era só questão de tempo.
Todas as noites no CTI os pacientes são abandonados com médicos, enfermeiros, fisioterapeutas e até as recepcionistas dormindo na copa, sala de armários enquanto pacientes morrem agonizando, o monitoramento da pressão é programado para medir a cada 3 horas mesmo em uso de drogas vasoativas, total desprezo pela vida humana.
Posso afirmar que a experiência que tive foi como se estivesse no corredor da [Editado pelo Reclame Aqui] ou campo de extermino, foi tão traumática a experiência de a ver minha mãe abandonada que abaixou minha imunidade e vir ter trombose 2 meses após o óbito. Todo momento médicos, técnicos e enfermeiras insinuando que somos loucas por não permitir o extermínio paliativo, porque cuidado eu não vi nenhum, deixaram ela completamente abandonada, fedendo sem troca de [Editado pelo Reclame Aqui], engasgando-se em secreção pois não era aspirada pela fisioterapia, encheu de feridas, em casa nunca teve uma mesmo sendo acamada desde 11/2023.
Fizeram cirurgia para colocar GTT em uma paciente com infecção ativa, anemia seríssima, que ocultaram da família, prometeram alta alegando estabilidade, tiraram todo tratamento por mais de 10 dias, só reiniciaram antibiótico após a passar mais de 18 horas agonizando, hemodiálise era invasiva, mas cirurgia não? Não podiam esperar condições melhores para realizar uma cirurgia eletiva? A família não foi informada a anemia ou infecção ao autorizar a cirurgia.
No dia 05/04 falei com dr. André que a respiração estava feia, ele questionou, e eu disse que estava agonizando, mesmo assim ignorou e não trocou a Traqueo metálica incompatível com ventilador. As 19 horas, chamei o médico de plantão pois a oxigenação despencou, ele foi no leito, aumentou a dose de oxigênio para máximo e foi dormir, vir ele passado com cobertor na entrada do CTI e não retornou a noite inteira sem prescrever nada, ela passou a noite com oxigenação entre 82 e 66 com sobre carga de excesso de oxigênio lesionando mais o cérebro, agonizando abandonada no CTI sem suporte de nenhum técnico, enfermeiro, fisioterapeuta, nenhum medicamento, nenhum acesso, nenhum suporte, todos profissionais dormindo e não foram acordados, não tinha um único profissional para trocar a traqueo e ligar o ventilador ou queriam que ela evoluísse ao óbito? Total omissão de socorro. Não chamaram nenhum profissional para trocar a cânula e colocar no respirador o que contribuiu para seu declínio, nunca mais apresentou uma melhora.
Apenas as 07 da manhã o dr. André chegou e trocou a cânula metálica por uma compatível com ventilador, e reiniciou o mesmo antibiótico que causavam graves efeitos colaterais que eles negavam, mas toda vez que usou ela precisou usar nora-adrenalina cada vez mais alta, pedíamos toda internação para que trocasse o antibiótico para o Tazocin que era bem tolerado, mas eles riam da nossa cara, diziam que o Meropenen era único antibiótico porque era uma superbactéria.
Após o óbito, tivemos acesso ao exame de cultura, e tinha diversas opções de troca do antibiótico Meropeném, bactéria sempre foi sensível a Tazocin, porque a infecção sempre foi a mesma da admissão que não foi tratada corretamente em momento algum. Ela faleceu minutos após início desse antibiótico, o que leva a crer que foi induzida por esse medicamento, mas nunca ouviram nosso pedido em utilizar o antibiótico de costume que nunca teve efeito colateral e funcionou bem no início da internação e em todas outras infecções anteriores.
Uma superbactéria não ia levar 86 dias para evoluir para óbito, ainda mais 86 dias de negligência com antibiótico por prazos ínfimos de apenas 10 dias e suspensão antes do PCR normalizar e com retorno retardado.
Além disso oncologista dra. *****(que nunca receitou dipirona), amiga de Oncologista de outro hospital inimigo íntimo da família, mas citado em todo prontuário, suspendeu o Tagrisso por 90 dias, com 45 comprimidos em casa,cuja suspensão com certeza contribuiu para óbito. Levei para tratar, mas todo tempo só queriam atestar o óbito.
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Resposta da empresa
07/08/2026 às 13:00
Prezada Sra. Laisa, boa tarde!
Informamos que foi realizado contato telefônico, momento em que foram prestados os esclarecimentos necessários acerca da reclamação.
Permanecemos à disposição para eventuais esclarecimentos que se façam necessários e agradecemos a compreensão.
Cordialmente,
Ouvidoria Rede DOr.
Réplica do consumidor
07/08/2026 às 16:41
Só se falaram o espirito da minha mãe que deliberadamente deixaram morrer, trataram do mesmo jeito que me responderam por telefone.
Não recebi contato nenhum, apenas dois e-mail com essa mesma mensagem dizendo de tal esclarecimento [Editado pelo Reclame Aqui] por contato telefônico que nunca existiu, igual o tratamento pleno que deram, apenas mais um registro que não condiz com a realidade.
Realmente vocês tem razão, o tratamento que oferecem realmente não serve de nada, não basta dar tratamento pleno só no prontuário não, mas diante dessa [Editado pelo Reclame Aqui] resposta, da para entender os profissionais que compõe o corpo clinico do hospital.
Levei a paciente para tratar uma infecção, infecção tem cura a décadas. Não levei paciente para ser julgada indigna de permanecer viva, até pq não existe pena de [Editado pelo Reclame Aqui] no Brasil e se tivesse, os juízes não seriam médicos, mas segundo seus profissionais capacitistas, manter um deficiente vivo é distanásia. Diante da resposta, já deu para perceber que é perda de tempo qualquer contato.
No fim, a culpa foi exclusivamente minha em ter escolhido a instituição e acreditado em médicos que insinuava que não entendia a gravidade dele, se ele não estivesse grave, não teríamos levado para CTI, cujo nome já diz tudo, Centro de Tratamento Intensivo, o que ela teve apenas 10 dias, o resto foi engano, tivemos toda chance de fugir, mas a gente acreditou na promessa de tratamento.
É lamentável que a única chance de um paciente oncológico sair vivo é fugindo, pois enrolaram tanto para suposta alta que nunca teve realmente em condições de alta, ja que a infecção nunca foi , pois queriam esperar o [Editado pelo Reclame Aqui]
Réplica do consumidor
07/08/2026 às 17:01
É lamentável que a única chance de um paciente oncológico sair vivo é fugindo, pois enrolaram tanto para suposta alta que nunca teve realmente em condições de alta, já que a infecção nunca foi realmente tratada, pois queriam esperar o para dar "alta Celestial", outro absurdo que ouviamos a enfermagem por amor repetir diversas vezes em tom de deboche.
Todo sofrimento que ela passou foi falta de hemodiálise e do abandono, antes dessa internação o câncer era assintomático e o TC de tórax e abdome total nem encontrou foco de câncer que estava tão avançado? Não sei onde tiraram câncer ósseo também, se ela nunca teve um exame que confirmasse isso, pelo contrario, o Pet-scan e marcadores só comprovava o sucesso do tratamento que a oncologia inútil de vocês suspenderam sem nem avaliar nada, por mero preconceito por ser acamada. A primeira semana deixa claro que ela tinha chance de recuperação, então não era evolução do câncer, mas vocês só precisavam de um desculpa para abandonar o paciente para morrer.
Mas como vocês mesmo dizem, o tratamento insuficiente de vocês não servem para nada mesmo, única chance que minha mãe tinha era evasão. A ouvidoria pelo jeito, também não, lamento que ainda queiram construir outro hospital em Belo Horizonte.