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Belo Horizonte - MG

24/09/2017 às 13:59

ID: 29074879

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Minha mãe Amarildes Russo tem 80 anos e foi internada no dia 19 de setembro de *******, no Hospital Biocor, sediado à ******* - Vila da Serra, Nova Lima. O atendimento médico é excelente, como convém a um hospital referenciado. Contudo, deixo aqui alguns problemas enfrentados pela família a título de contribuição para o referido nosocômio.
Infelizmente, o hospital não possui estacionamento próprio e "lutamos" por uma vaga nas proximidades. A vaga (se tiver sorte de conseguir uma), é controlada por um sistema com sensores, onde o cliente deposita moedas, calculando o tempo em que permanecerá no local. Ocorre, que é impossível um cálculo preciso e de duas uma, ou você vai levar uma notificação porque calculou o tempo "para menos", ou não será ressarcido do valor que calculou "para mais". Continuando, apesar do pessoal de apoio como faxineiras e funcionárias que levam o café tentarem ser gentis, ocorreram fatos desagradáveis. Minha mãe (80 anos) tinha um procedimento de cateterismo marcado para a manhã do dia 20 de setembro e estava em jejum desde a noite do dia anterior. Por volta das 10h eu liguei para o setor e perguntei se já estavam vindo buscá-la e recebi por resposta que o equipamento estava estragado e que não tinha previsão do horário. Ela foi submetida ao procedimento por volta das 16:30h, em jejum, desde o dia anterior. Neste mesmo dia ao sair do banheiro (apt. *******), carregando o soro, ela foi surpreendida com "uma portada" nas costas, uma vez que no momento em que ela saía a faxineira entrava e a porta do banheiro abre-se para fora (nunca vi algo igual). Em um dos dias que o meu filho dormiu com ela no hospital ambos "pularam" da cama assustados, com o barulho da porta que se abriu com um estrondo acompanhado de um sonoro "bom dia"!!! A minha mãe era uma paciente cardíaca que havia sido submetida a um procedimento cardíaco e que continua internada para se recuperar. Em um dos dias que eu pernoitei no hospital eu levei meu notebook para terminar uma defesa com prazo (sou advogada). Tomei um banho, vesti uma camisola e liguei para a recepção para pedir a senha de wifi para terminar o processo. Fui informada de que não havia senha liberada, que eu precisava ir ao térreo (estava no 7ºandar e de camisola), assinar um contrato e aí sim eles liberariam. Podem imaginar o meu espanto diante disso em um hospital de referência! No mês passado eu estava na Espanha e em qualquer "boteco", metrô, shopping o sinal é aberto. Por ocasião da alta hospitalar, que ocorreu pela manhã, o hospital cobrou pelo controle da televisão por 3 dias, sendo que neste dia a tv nem tinha sido ligada. Precisamos nos modernizar e acompanhar o progresso! Ratifico o profissionalismo em relação a equipe médica.

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