Péssimo atendimento em unidade hospitalar: Negligência e falta de humanidade colocam a vida de paciente em risco

Em réplica
São Paulo - SP
24/05/2026 às 20:50
ID: 249549067
Claro. Reescrevi sua mensagem de forma mais clara, organizada e formal para facilitar a leitura pela ouvidoria, mantendo todos os fatos importantes relatados:
Redação
Venho registrar uma grave reclamação referente ao atendimento prestado nesta unidade hospitalar no dia de hoje. Infelizmente, das quatro vezes em que precisei utilizar este hospital, em três ocasiões fui extremamente mal atendido.
Hoje, meu filho, portador de uma doença rara chamada leucinose, deu entrada no hospital apresentando sintomas gripais e quadro evidente de descompensação clínica. Ele possui 1,87m de altura, pesa apenas 55kg e estava em jejum, o que agravava ainda mais sua condição.
Chegamos à unidade às 14h20 e a ficha foi aberta às 14h31. A técnica de gesso *****, muito atenciosa e humana, percebeu o estado debilitado do meu filho e providenciou uma cadeira de rodas, demonstrando sensibilidade e cuidado que infelizmente faltaram ao restante da equipe.
Após passar pelo médico, foram solicitados exames de sangue e tomografia. Na coleta, a auxiliar de enfermagem informou que a orientação médica era apenas colher os exames, administrar dipirona (mesmo sem febre ou dor) e não manter acesso venoso, apesar do risco de descompensação devido à doença de base do meu filho. Isso demonstrou total desconsideração pela gravidade do quadro clínico apresentado.
Meu filho foi encaminhado para tomografia e, após os exames, aguardamos retorno médico nas cadeiras em frente ao consultório desde aproximadamente 15h00, senha *****. Observei diversos pacientes que chegaram depois dele serem chamados antes.
Por volta das 18h20, procurei a enfermaria do pronto atendimento e fui informado por uma enfermeira que os exames já estavam prontos há bastante tempo e que seriam encaminhados para retorno médico. Mesmo assim, seguimos aguardando sem qualquer chamado ou posicionamento.
Posteriormente, procurei novamente o posto de enfermagem e fui atendido pelo enfermeiro *****, que demonstrou total falta de empatia, agindo como se estivesse me fazendo um favor. Expliquei diversas vezes que meu filho estava descompensado, que era um paciente especial e que necessitava de atenção urgente. Ainda assim, ouvi apenas que dessem algo para ele comer. Informei que ele utiliza suplemento alimentar específico e que eu precisava saber o resultado dos exames para entender se ele permaneceria em jejum ou se haveria necessidade de internação.
Mesmo após insistência, nada foi resolvido. Cerca de 10 minutos depois, percebi meu filho praticamente perdendo a consciência. Diante da negligência e da ausência de atendimento adequado, decidi solicitar alta e sair da unidade.
Nesse momento, o enfermeiro veio perguntar o nome do meu filho novamente para pedir prioridade, sendo que já havia perguntado o nome dele diversas vezes anteriormente. Quando finalmente o médico saiu do consultório para chamar meu filho, eu já estava na recepção de saída tentando alimentá-lo.
Solicitei então falar com a supervisão de atendimento, representada pela Sra. *****, que estava de plantão. Fiquei aguardando por aproximadamente 25 minutos e, ao final, fui informado pela recepção que ela estava passando plantão, que demoraria ainda mais e que não iria me atender.
Ao deixar o hospital com meu filho na cadeira de rodas para aguardar o carro por aplicativo, presenciei outra situação alarmante: um veículo chegou com uma pessoa desacordada, e nenhum profissional apareceu para prestar auxílio imediato. Mesmo com meu filho descompensado, precisei ajudá-los, colocando o outro paciente em uma cadeira de rodas e levando-o até a recepção, porque ninguém da equipe tomou qualquer atitude.
Saí da unidade às 19h20 profundamente indignado, assustado e decepcionado com a falta de humanidade, organização e segurança no atendimento prestado.
É extremamente triste perceber no que este hospital está se tornando. Espero sinceramente nunca mais precisar depender desta unidade, pois considero que a negligência vivenciada hoje colocou vidas em risco.
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Resposta da empresa
26/05/2026 às 20:04
Prezado Sr. Fernando, boa noite!
Esclarecemos que foram realizadas tentativas de contato com os telefones informados na reclamação, porém sem sucesso.
Diante disso, colocamos à sua disposição a Central de Atendimento da Ouvidoria Corporativa através do telefone 3003-4330 de segunda a sexta das 8h às 18h para que sejam prestados os esclarecimentos necessários.
Cordialmente,
Ouvidoria Rede DOr.
Réplica do consumidor
26/05/2026 às 22:08
Nao atendi, pois pela negligência dos atendimentos meu filho nesse momento está na UTI do hospital vila lobos no Tatuapé. Fato que se dependesse desta unidade que estou reclamando em questão para um plano de ação não sei se o que seria dele hoje. Não necessita contato comigo mais, pois isso não muda nada o que vocês estão fizeram com ele ali, a falta de comprometimento do enfermeiro, da líder de atendimento para mim foi a gota d'água estou dizendo que essa vez foi a terceira vez que passo problemas nessa unidade, pessoas sem qualidade percebida, fazem dali um SUS particular, tem tudo para ser uma luz na zona leste de São Paulo, pois a rede dor é sólida e grande empresa, mas infelizmente falta, técnica e empatia de vários alí.