Gestante de 34 semanas enfrenta dificuldades na autorização de atendimento hospitalar devido a problemas entre operadora e hospital.

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Osasco - SP

04/09/2026 às 14:34

ID: 258235593

Venho registrar minha indignação e extrema preocupação com a situação envolvendo minha irmã, *****, gestante de 35 semanas, que desde o dia 28/08/2026 enfrenta problemas para ter seu atendimento devidamente autorizado.

No dia 28/08, ela procurou este hospital, em Osasco, devido à oscilação da pressão arterial, inclusive com níveis elevados. Em determinado momento, o atendimento chegou a ser autorizado pelo convênio e, minutos depois, a autorização foi cancelada.

Desde então, estamos vivendo um verdadeiro jogo de empurra entre hospital, operadora e administradora do plano. E o mais grave é que cada hora uma pessoa informa uma coisa diferente.

São vários familiares ligando para tentar entender o que está acontecendo e conseguir uma solução. Cada atendente fornece uma informação, somos direcionados para outro setor, depois para outra empresa, e ninguém consegue dar uma resposta definitiva. Estamos todos extremamente nervosos, preocupados e perdidos, porque não estamos falando de uma questão burocrática qualquer: estamos falando de uma gestante de 34 semanas, cuja situação precisa ser tratada com seriedade e urgência.

No próprio sistema da administradora consta expressamente:

CARÊNCIA REDUZIDA ACIMA DE 30 BENEFICIÁRIOS
PARTO TEMPO: ISENTO

Apesar disso, o hospital vem enfrentando/alegando problema de carência e autorização, sem que até agora exista uma solução efetiva.

A situação médica também merece atenção. Nos atendimentos recentes, foram apontados bebê abaixo do peso esperado, alterações relacionadas à placenta e ao líquido amniótico e pressão arterial oscilando. Portanto, não é razoável que a família tenha que continuar peregrinando entre hospital, operadora e administradora para descobrir quem irá resolver uma questão administrativa.

E há um agravante: no próximo domingo, Beatriz entrará na 36 semana de gestação.

Por isso, essa situação precisa ser solucionada HOJE, 04/09/2026. Não podemos esperar mais uma semana, nem continuar recebendo respostas contraditórias enquanto a gestação avança.

O que queremos é uma resposta objetiva e definitiva: o atendimento está garantido ou não? A autorização está válida? O cadastro está regularizado? O hospital está apto a atender a paciente sem que ela seja novamente submetida a uma negativa ou cancelamento?

Não nos interessa saber se o problema é da Hapvida/NotreDame, da Affix ou do próprio hospital. Essa é uma questão interna entre os fornecedores. A paciente não pode ser penalizada por uma falha de comunicação entre as empresas.

Solicito, portanto, solução imediata, ainda hoje, com a regularização efetiva do atendimento e confirmação formal de que a paciente será atendida caso haja nova necessidade médica.

Caso a situação permaneça sem solução, serão imediatamente adotadas as medidas administrativas e judiciais cabíveis, inclusive com pedido de tutela de urgência, diante da condição gestacional e da urgência que o caso exige.

Não queremos mais protocolos, transferências ou respostas genéricas. Queremos uma solução concreta. Hoje.

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