Recém-nascida com tratamento inadequado e atrasado no Hospital Cruzeiro do Sul (Hapvida)

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Osasco - SP

14/09/2026 às 07:00

ID: 258961171

Minha experiência com o Hospital Cruzeiro do Sul, em Osasco, integrante da rede Hapvida, está sendo extremamente frustrante e preocupante, principalmente porque envolve o tratamento da minha filha recém-nascida.

No dia 09/09/2026, às 18h38, cheguei ao hospital em trabalho de parto. Minha filha Liz nasceu às 19h01, por parto normal.

Após o parto, minha internação deveria ter sido solicitada como parto normal, mas, quando forneci o token do convênio, descobri que estava sendo registrada como cesárea.

Depois de aproximadamente cinco horas aguardando, fui encaminhada ao quarto.

Minha filha precisou permanecer internada para realizar um tratamento de 10 dias.

Recebi alta no dia 11/09, mas o hospital não providenciou corretamente a internação da minha filha naquele mesmo dia. O problema só foi identificado no dia seguinte.

Às 10h do dia 12/09, entrei em contato com a operadora e a autorização foi liberada imediatamente.

Mesmo assim, o tratamento só começou às 16h.

E aí começaram os problemas que mais me assustam.

A medicação precisava ser administrada por uma bomba específica. Fui informada de que o hospital não tinha o equipamento adequado na maternidade e que foi utilizada uma bomba retirada do centro cirúrgico adulto.

A bomba apresentou problemas e, em determinado momento, a medicação foi administrada manualmente.

No dia 13/09, uma medicação que deveria correr em aproximadamente 45 minutos demorou mais de duas horas.

No dia 14/09, iniciamos novamente às 3h30 e, às 5h50, a medicação ainda não havia terminado. Minha filha estava agitada e eu estava há horas em uma posição extremamente desconfortável acompanhando tudo.

O mais absurdo é que fui informada de que a equipe não sabia utilizar adequadamente aquela bomba digital.

Como pode uma recém-nascida estar internada para tratamento e o hospital não ter o equipamento adequado e nem uma equipe devidamente treinada para utilizá-lo?

Além disso, houve problemas com exames. A médica fez a prescrição corretamente, o setor informou que estava errada e exigiu uma nova prescrição. Depois descobriram que a primeira estava correta. Como não havia material disponível, minha filha ainda precisou passar por nova coleta de sangue.

Também passei por uma situação desumana após receber alta: permaneci no hospital acompanhando e amamentando minha filha, mas minha última alimentação havia sido às 22h do dia 11/09 e só recebi alimentação aproximadamente às 15h do dia 12/09.

Já tentei resolver pelos canais de atendimento:

Protocolo: *****
Protocolo Amil: *****

O que espero agora é uma resposta de verdade, não uma mensagem automática.

Quero saber:

* Por que houve erro na solicitação da minha internação?
* Por que a internação da minha filha não foi providenciada no dia 11?
* Por que o tratamento sofreu atraso?
* Por que a maternidade não possui o equipamento adequado?
* Por que foi utilizada uma bomba do centro cirúrgico adulto?
* Os profissionais estavam realmente treinados para utilizar esse equipamento?
* Por que uma medicação que deveria correr em 45 minutos levou mais de duas horas?
* Por que minha filha precisou passar por uma nova coleta de sangue por uma falha interna do hospital?
* Quais providências serão tomadas?

Estou falando da saúde e segurança de uma recém-nascida. Não deveria ser necessário que a mãe ficasse o tempo inteiro fiscalizando e questionando a equipe para que o tratamento fosse realizado corretamente.

Espero que Hapvida e Hospital Cruzeiro do Sul assumam a responsabilidade pela apuração e apresentem uma solução concreta.

Quero segurança para minha filha e respeito como paciente.

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