Não sei mais oque fazer.

Respondida
Rio de Janeiro - RJ
25/10/2024 às 12:04
ID: 200509677
Essa reclamação foi publicada há mais de 1 ano
Ver todas ReclamaçõesNo dia 17/10/*******, fui ao setor de emergência do Hospital Di Camp com fortes dores na coluna/lombar. Naquele dia, a emergência estava um caos, aparentemente devido a um problema no esgoto, e precisei fazer a ficha no ambulatório, já que a emergência estava fechada.
Após cerca de uma hora de espera, fui chamada para a triagem. A enfermeira estava um pouco dispersa, conversando com um segurança, mas logo me deu atenção e me atendeu bem. Após a triagem, fui instruída a aguardar pela médica. Voltei à recepção do ambulatório, onde não havia mais assentos disponíveis, e esperei por mais 30 minutos até ser chamada novamente para a triagem, desta vez por outra enfermeira. Ela informou que a primeira havia esquecido de registrar meu atendimento.
Aguardei então por mais 3 horas até ser atendida pela Dra. Gabriela Castro Rabello, que foi extremamente atenciosa e humanizada. A Dra. Gabriela fez várias perguntas, solicitou exames de sangue e urina, e me medicou com anti-inflamatório e Tramal para dor. Os exames foram realizados rapidamente, e a equipe de enfermagem foi solícita, inclusive me ofereceram um cobertor por causa do frio. Recebi alta com prescrição de medicamentos para dor e um anti-inflamatório para tomar por cinco dias.
No entanto, antes mesmo de completar o período de medicação, a dor voltou com intensidade. Como o desconforto nunca cessou totalmente, retornei à emergência no dia 22/10/*******.
Desta vez, o atendimento inicial foi rápido: passei pela triagem e fui encaminhada ao ortopedista, Dr. Claudio Luiz da Silva Fraga. Expliquei que já havia sido atendida dias antes, mas a dor persistia. Ele mencionou que uma ressonância da coluna/lombar seria necessária, mas que o exame só estaria disponível para pacientes internados. No final, fui medicada novamente com Tramal para dor e um remédio mais forte, Paco. No entanto, após a medicação, a dor persistiu, e mesmo assim fui liberada.
Estou agora sem trabalhar, enfrentando dores intensas, dependendo do meu marido até para tarefas básicas e com risco de perder meu emprego. Tenho uma ressonância marcada, mas só para o dia 30/10, e até lá, estou sem condições físicas de trabalhar, sem diagnóstico preciso e sem saber como proceder.
Solicito uma revisão do meu caso com urgência, para que eu possa ter um diagnóstico adequado e tratamento para essa dor que me impede de viver com dignidade e de realizar até as atividades mais simples.
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Resposta da empresa
04/11/2024 às 14:54
Boa tarde Juliana, tudo bem?
Primeiramente pedimos desculpas pelo transtorno causado.
Infelizmente não temos RNM na unidade, quando entramos em contato com a senhora no dia 25/10 oferecemos um atestado de afastamento até que o laudo da RNM esteja pronto, para uma melhor avaliação e nos informou que viria a unidade no dia 28/10.
Entramos em contato hoje dia 04 de novembro, pois a senhora não veio, e nos informou que estava trabalhando em meio período, por causa das dores, e que começou um tratamento de hérnia de disco em outro lugar.
Mais uma vez pedimos desculpa pelos transtornos, e qualquer coisa estaremos a disposição.