Paciente com múltiplas fraturas sofre com atrasos, dor excessiva e descaso em hospital

Respondida
São Paulo - SP
02/05/2026 às 12:25
ID: 247520695
Meus relato começam desde o dia 23/03,meu filho veio transferido do hospital piraporinha pra esse hospital, devido a um acidente com múltiplas fraturas,a chegada foi cansativa mas até então não conhecia os procedimentos do hospital,chegada as 09:30 o paciente só foi pro leito as 21 horas demanda alta ok, a primeira cirurgia no braço do meu filho ocorreu dia 30/03, a segunda cirurgia ocorreu no dia 07/04 fêmur,joelho,Tibia e tornozelo detalhe as cirurgias ocorreram sempre a tarde as 14hrs, pra uma pessoa que estava de jejum desde as 23hrs do dia anterior, no dia 08/04 meu filho amanheceu gritando de dor pois a tala colocada no centro cirúrgico estava altamente apertada,ele chamou os enfermeiros da madrugada e avisou o que falaram foi que teria q aguardar o médico passar, o que só ocorreu as 11horas do dia 08/4 o médico passou e disse que a troca da tala só seria feita após o almoço, alguém consegue comer com dor extrema? Pra eu conseguir ter acesso ao meu filho começa a parte burocrática do empurra empurra "senhora tem que ver no setor tal, não senhora não é aqui é ali e acolá,enfim consegui subir meu filho já chorando e se contorcendo de dor, fui até onde o médico estava e pedi pra que trocassem antes do almoço pois não teria como ele aguardar sendo que o almoço dos pacientes ocorre entre 13 horas e 13:30,fizeram a troca da tala era por volta de 12:15, troca feita no dia 09/04 veio a alta médica fui com meu filho pra casa,com todos os cuidados recomendados fui até o posto de saúde solicitei ao médico do posto pra uma avaliação clínica, junto da enfermagem e assim foi feito consegui tudo para os curativos que só poderia ser feito após o retorno pós cirúrgico que ocorreu no dia 14/04 o médico avaliou e mesmo informando que meu filho teve febre no sábado,domingo e segunda pediu pra tirar a tala hospitalar, e colocar a tala removível, o enfermeiro assim fez drenou a cirurgia colocou o curativo o médico pediu exames de sangue que foi colhido e seguimos pra casa, no dia 15/04 dei banho no meu filho e fiz a troca dos curativos até aí tudo ok, no dia 16/04 repeti o procedimento banho,e troca do curativo quando fui abrir a tala já estava com uma quantidade de sangue grande tomei um susto e meu filho também fechamos a tala e corremos pro hospital seguindo a orientação do médico que avaliou no dia 14/04 que qlqr anormalidade voltasse imediatamente, chegamos no hospital por volta das 17:50 fizemos a ficha e aguardamos às 18 a recepção do pronto atendimento encerrou o expediente e continuamos ali no aguardo assim como outras pessoas que ali estavam uma inclusive desde as 8:20 da manhã e um outro desde as 9:30 AGUARDANDO atendimento, estranhei muito essa situação, a troca de plantão é feita as 20 horas mas a partir das 18hrs o atendimento é muito, muito lento mesmo só sendo chamado pra atendimento depois de muitas briga e procura dos médicos,enfim a troca de plantão foi feita e nem pela triagem meu filho tinha passado ainda o que ocorreu somente as 20:30 depois de buscarmos com seguranças meus parabéns atendimento, os médicos chegaram e não assumem o posto de trabalho vão direto pro seu horário de janta e só retornam às 21:30 reclamei com enfermeiros pq a tala do meu filho nesse momento já estava mais do que enxarcada quase pingando sangue no chão da recepção, as 22:30 o médico começou a atender meu filho foi o terceiro a ser atendido e quando o médico ***** ortopedista foi tirar a tala já começou aí o problema ele levantou a perna do meu filho num ângulo de 90 graus onde meu filho gritou de dor, quando ele viu a quantidade de sangue e coloração falou que estava com infecção e pediu a internação e disse que seria feita uma cirurgia para limpeza no dia seguinte colocaram meu filho de jejum,na manhã seguinte eu já estava no hospital pois não pode ficar acompanhante por conta da idade no ser inferior a 18 anos e nem superior a idade de 70 anos, estamos aguardando a cirurgia e quando já passava das 14 o ***** informou ao setor do 4 andar que foi cancelada a cirurgia e subiria pra falar com o paciente o que não ocorreu e muito menos o seu relato no prontuário do motivo do cancelamento , veio o feriado prolongado sendo assim a cirurgia de limpeza só ocorreu na segunda feira dia 20/04 ,foi feita raspagem e colhida novis materiais para análise para saber qual o tipo de infecção e qual antibiótico combateia, segui com meu filho internado a semana toda quando chegou sexta feira o médico ***** disse que teria que ser removida as plancas e pinos para colocar a gaiola e que seria feita no dia 28/04 ,ae que na sexta feira dia 01/05 o médico que colocaria a gaiola passaria pra avaliar e marcar se fosse o caso novamente outra cirurgia,ssim aguardamos e quando foi para o centro cirúrgico somente foi feito mais uma limpeza e a colocação de um dreno, ***** quando passou para visita no dia 30/04 e questionamos o porque não não terem colocado a gaiola ele disse que ficaram com receio da troca e reafirmou que na sexta o especialista da gaiola passaria, removeu o dreno com o mesmo jeito bruto, e no dia 01/05 quem passou foi o ***** (aparentemente residente hospitalar)que não soube responder a todas as perguntas e disse não ser ele quem avaliaria a colocaçãi da gaiola que entraria em contato com o mesmo "para ver se viria até o hospital avaliar mas que se não passasse durante o dia passaria a noite, sem retorno algum do Dr Ricardo pedimos aí chefe de enfermagem que chamasse o médico pra ver se teria algum retorno ou posicionamento do então médico para avaliação da gaiola,o que não ocorreu no dia 01/05 e até o momento do dia 02/05 lembrando que mais um feriado prolongado nesse período, nesse percurso hospitalar tivemos momentos delicados pois o setor do 4 andar possuem somente duas cadeiras de banho para atender a ala cirurgia 2, sem contar que também temos um chefe de enfermagem de nome ***** grosseiro tanto com pacientes como com acompanhantes meu filho presenciou ele intimidando e quase chegando as vias de fato com o paciente ***** do quarto 415 que por pouco não foi agredido com uma cabeçada,seu plantão no turno da manhã é sempre o mais escasso de enfermeiros onde ha presenciei o tratamento dele com enfermeiras de um jeito bruto e grosseiro, sendo assim desci até a ouvidoria e fiz uma recoamaçãi formal juntamente com a supervisora de enfermagem *****, nesse mesmo momento com outro funcionário da ouvidoria uma senhora também reclamava do mesmo chefe de enfermagem ***** do 4 andar,no dia seguinte nos surpreendeu que esse mesmo funcionário ***** estava no seu posto de trabalho da mesma forma arrogante,vendo que não foi tomada providência alguma venho aqui mostrar tamanha indignação com tanto descaso nas reclamações feitas aos setores responsáveis. Hoje dia 02/05 as 10:23 estou no aguardo para falar diretamente com a diretoria do hospital. Paciente ***** segue no aguardo de solução para o seu caso o quanto antes.A mãe ***** também está no aguardo
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Resposta da empresa
06/05/2026 às 07:56
Sobre a demanda em pauta, informamos que, na data de hoje, realizamos reunião com a mãe do paciente, à beira leito, com a participação da diretoria clínica e coordenação da equipe de ortopedia do Hospital.
O objetivo da reunião foi elucidar todas as dúvidas do próprio paciente e da sua mãe, explicando a gravidade do quadro e as condutas adotadas.
Atenciosamente,
Hospital Estadual de Diadema - SPDM