Atendimento inadequado no pronto-socorro IGESP Praia Grande com diagnóstico incorreto e ausência de exames.

Não resolvido
São Paulo - SP
25/08/2026 às 16:54
ID: 257237409
No dia 22/08, estive no pronto-socorro do IGESP Praia Grande. Cheguei à unidade às 15h42 e procurei atendimento devido a uma dor intensa na região acima da costela esquerda, que irradiava para a região da virilha.
Inicialmente, retirei uma ficha para atendimento com o ortopedista, pois a região estava inchada. Em seguida, passei pela triagem, na qual aferiram minha pressão arterial, que estava em 16/9. A profissional que realizou a triagem perguntou se eu era hipertensa, e respondi que não.
Ela perguntou o que eu estava sentindo e relatei os sintomas. Em seguida, pediu que eu levantasse a blusa para verificar o inchaço. Após observar, confirmou que realmente havia um inchaço, mas achou estranho o fato de a dor estar irradiando para a virilha. Por esse motivo, informou que alteraria minha ficha para atendimento na clínica médica, pois, provavelmente, o médico solicitaria exames de sangue, urina e ultrassom, principalmente devido ao meu histórico de cálculo renal.
Às 17h12, fui chamada para atendimento médico. Fui atendida pela médica de nome Olaimis Gregorich, que, além de não falar português com facilidade, apresentou uma postura extremamente mal-educada e inadequada no trato com a paciente.
Sem sequer realizar um exame físico adequado, a médica afirmou que seria possível que a dor que eu estava sentindo fosse decorrente de uma contusão muscular. Isso foi dito sem que ela sequer tivesse tocado em mim ou realizado uma avaliação física apropriada.
Diante disso, questionei a médica, informando que havia realizado recentemente uma ressonância magnética da coluna e que o exame não havia apresentado nenhuma alteração na região em que eu estava sentindo dor. A médica respondeu: Por isso mesmo, é uma contusão muscular.
Claramente contrariada com meu questionamento, ela pediu que eu levantasse a blusa enquanto eu ainda estava sentada na cadeira, olhou rapidamente para minhas costas e afirmou: Parece uma contusão muscular.
Em seguida, prescreveu uma injeção para ser administrada no local, além de nimesulida e ciclobenzaprina, que é um relaxante muscular. Orientou que, caso eu não apresentasse melhora em três dias, deveria retornar e procurar atendimento com um ortopedista.
Também questionei a médica sobre minha pressão arterial, que estava em 16/9. Ela respondeu apenas que estava um pouco alta, mas não realizou nenhuma outra avaliação ou orientação específica em relação à pressão.
É revoltante pagar mensalmente R$ 855,33 por um convênio médico particular justamente na expectativa de receber um atendimento de qualidade e, ainda assim, ser tratada dessa maneira por profissionais que aparentam não demonstrar qualquer interesse ou comprometimento com o atendimento ao paciente.
Outro detalhe que chamou minha atenção foi o fato de a médica estar usando um jaleco com identificação de outro hospital, salvo engano, do Hospital São José.
Além disso, é necessário mencionar a demora que esse hospital leva para prestar atendimento, mesmo se tratando de uma unidade de pronto-socorro.
Como a dor não melhorou e, no dia seguinte, 23/08, eu já não estava mais suportando, precisei procurar atendimento em um hospital público. Para minha surpresa, fui atendida em aproximadamente 1h30 e, durante o atendimento, foram solicitados exames de sangue, urina e ultrassom.
O ultrassom constatou que eu estava com cálculo renal e, segundo a avaliação realizada, a dor e o inchaço estavam relacionados à movimentação dos cristais.
Diante disso, considero extremamente grave o fato de, no atendimento realizado no IGESP no dia anterior, não terem sido solicitados exames básicos para investigar a possibilidade de cálculo renal, especialmente considerando que eu havia informado meu histórico de pedras nos rins e apresentava dor intensa irradiando para a região da virilha.
É revoltante pagar por um convênio médico particular e, quando realmente precisamos de atendimento, não receber uma avaliação adequada.
Pretendo tomar as providências cabíveis, inclusive judiciais, pois essa não é a primeira vez que tenho problemas relacionados ao atendimento nessa unidade.
Há alguns meses, foi constatado, por meio de exames realizados no IGESP Santos, que eu tinha um cálculo renal de aproximadamente 3 cm. Posteriormente, comecei a sentir dores e retornei algumas vezes à unidade do IGESP Praia Grande relatando a mesma queixa. Mesmo assim, os médicos informaram que não poderiam fazer nada porque os exames não apresentavam sinais de infecção e orientaram que eu deveria beber bastante água para tentar eliminar a pedra sozinha.
Mesmo retornando à unidade e relatando novamente os sintomas, não recebi a assistência que esperava de um serviço médico particular.
Diante de todo o ocorrido, solicito que o caso seja devidamente apurado, incluindo a conduta adotada no atendimento do dia 22/08, a ausência de investigação adequada diante dos sintomas apresentados e do meu histórico de cálculo renal, bem como a postura da profissional que realizou o atendimento.
Considero inadmissível que um paciente procure um pronto-socorro com dor intensa, apresente histórico de cálculo renal e seja dispensado com o diagnóstico de uma possível contusão muscular sem que sejam realizados exames para investigar outras causas compatíveis com os sintomas apresentados.
Espero que o hospital e o convênio adotem as providências necessárias para apurar o ocorrido e evitar que outros pacientes passem pela mesma situação.
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Resposta da empresa
28/08/2026 às 16:28
Prezada Sra. Zelia, boa tarde!
Me chamo Rogerio e faço parte da equipe da Ouvidoria do Hospital IGESP.
Identificamos que nossa ouvidoria entrou em contato para fornecer as devidas orientações e esclarecimentos.
Reiteramos nosso compromisso em prestar todo o suporte necessário, caso precise de assistência adicional no futuro.
Agradecemos a sua manifestação a qual contribui para melhoria dos processos do Hospital.
Sua avaliação é fundamental ao finalizar o atendimento. Para isso, pedimos a gentileza de acessar a sua conta (https://www.reclameaqui.com.br/login/consumidor/), clicar em Minhas Reclamações e avaliar o atendimento prestado.
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Atenciosamente,
Ouvidoria
Hospital IGESP
Consideração final do consumidor
01/09/2026 às 15:48
A loja apenas pediu desculpas e não resolveu nada
O problema foi resolvido?

Não resolvido
Voltaria a fazer negócio
Não
Nota do atendimento
2