Erro médico e demora no atendimento em crise de DPOC

Respondida
São Paulo - SP
02/09/2026 às 01:11
ID: 257997247
Tive uma experiência ruim na noite de ontem 31/08, cheguei ao PS às 19h15 com a minha mãe que é portadora de DPOC e estava em uma crise de exacerbação da doença, passou pela triagem saturando 87, após isso foi chamada na sala 3 com a Dra Débora, a aí começou todo problema, eu e minha mãe relatamos o problema dela, porém a Dra Débora pediu uma série de exames e não medicou corretamente, por exemplo: Por que pedir um exame de urina para uma passante em crise de bronquite? Minha mãe fez exame de eletro, de urina, de sangue, e foi piorando , com isso a saturação chegou em 87. Desculpa , mas tem que ser muito despreparada como médica para não saber que primeiro se faz o tratamento de resgate, que é Sabutamol, e corticoide venoso, mas tinha que fazer todos os exames sem fundamento. O último foi a gasômetria, outro pesadelo pq para colocá-la no oxigênio tinha que antes realizar o exame, ok qnd pensei que finalmente ela começaria a ser medicada , vieram informar que seria preciso coletar novamente a gasômetria, pois o sangue havia coalhado, desliga o oxigênio, espera dez minutos e a saturação despencando.. Por volta das 23h 30, fui perguntar se ia exames estavam prontos, fui informada que a gasômetria teria que ser colhida novamente, pois foi enviada como venosa e não arterial, fui conversar com a Dra Débora, ela viu a radiografia da minha mãe e disse que a mesma estava com Pneumonia, porém uma pneumonia discreta . Dez minutos depois a própria Dra mandou minha mãe para a emergência com protocolo de Sepse, e nesse momento proibiram que eu continuasse acompanhando, outro erro , pois o idoso tem direito a acompanhante o tempo todo, é lei! Pois bem, na emergência minha mãe relatou que começaram a repetir todos os exames de sangue de novo e pediram uma tomografia, minha mãe falava: Se vcs não me medicarem da maneira correta eu não vou melhorar! Entrei para falar com.o médico da emergência, ele me disse que a médica havia dado a entrada da minha mãe como Sepse e teriam que fazer os exames . Por volta da uma hora da manhã, consegui conversar com o Dr. Daniel dos Santos Silva, que havia assumido o plantão e fez toda a diferença, ele me escutou, foi assertivo e após a medicação de resgate minha mãe começou a apresentar melhora. A minha indignação é que uma médica de PS tem que ser certeira, não dá para pedir um exame de urina para uma paciente em crise de DPOC, a piora do quadro da minha mãe, foi por erro médico, falta da medicação certa, e outro detalhe a tomografia ficou pronta e minha mãe não estava com Pneumonia. Outro ponto, foi a questão da gasometria , é inaceitável ter que colher três vezes para conseguir um resultado, que ainda está sugestivo como errado, pois consta que é uma gasômetria venosa. Poe favor Igesp, precisamos de médicos e enfermagem preparados! Que chega no PS geralmente precisa de um tratamento assertivo e ágil, não dá para ficar pedindo exames e tentando criar um diagnóstico, era muito claro que a paciente estava numa crise de exacerbação de bronquite, a médica de vcs esperou a saturação cair para 78 pq precisava fazer exame de urina, eletro... Ao invés de fazer uma medicação de resgate!
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Resposta da empresa
09/09/2026 às 13:14
Prezada Sra. Vanessa, boa tarde!
Me chamo Fernanda e faço parte da equipe da Ouvidoria do Hospital IGESP.
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