IGESP Praia Grande da Trasmontano: remédios trocados durante internação e má gestao

Não resolvido
naoconsta - naoconsta
30/05/2026 às 18:29
ID: 250133381
Essa é uma reclamação para alertar quem já têm planos de saúde e quer trocar pelo Trasmontano pois é morador do litoral sul de SP e quando vê o gigante elefante branco inaugurado em ******* acha que o hospital é organizado, têm boa gestão, etc. Não. O IGESP Praia Grande têm péssima gestão. Nas propagandas para venda do plano que tenho da Trasmontano não existe a informação que são atendidos planos de saúde e SUS. Se eu pago há 15 anos Trasmontano é porque desejo alguma qualidade e se o SUS não oferece, sinto muito, não posso fazer nada. A gambiarra para construir esse hospital na Praia Grande exigia que também fossem atendidos paciente SUS? Propaganda enganosa. Vou para um hospital particular porque pago por isso. A ouvidora Joi** confirmou que por eu ser PCD qualquer despesa de locomoção seria coberta. Na quinta feira após falar com a mesma ouvidora Joi** que "desfalou" o que havia garantido (seria o horário dela sair e me atendeu de QQ jeito, inclusive, negando as leis que priorizam PCD) medi pressão e comecei a passar mal. Minha pressão sempre foi baixa e estava 13 por algumas coisa pois eu e a ouvidora discutimos. Não têm honra, palavra, a tal ouvidora. Eu PCD por uma doença rara chamei um Uber. Não sou melhor q ninguém, porém, na minha identidade há o símbolo PCD sobre a prioridade que tenho em relação a outros pacientes, ouvi (também gravei) que seria internada no quarto após tomar um medicamento. Após tomar o medicamento o médico, novato, se formou há 4 anos, não olha na cara, não toca no paciente disse que seu "chefão" não havia autorizado a internação. Perguntei quem era o tal chefão e não obtive QQ informação. Ele se escondia atrás do Pc com um sorriso maldoso, de desdém. Segundo ele eu poderia passar a madrugada no PS tomando tramadol (opiácio) e toda vez que esse opiácio terminasse eu tomaria mais. Esse é o tipo de médico que lhe atenderá. Sai da sala e uma funcionária percebendo que eu não teria condição de ser dispensada inicialmente disse para eu chamar a polícia, que era um direito meu. Longe do consultório perguntou se eu não queria uma segunda opinião. O médico q atendeu, também jovem mas digno, viu meus exames, fez considerações e disse que se ele fosse ortopedista eu ficaria num mini quarto até a ortopedia voltar a atender no dia seguinte e assim iria para o quarto. Perguntei sobre banheiro pois pago apartamento e ele disse que nesse "cubículo" o banheiro era comunitário. Nunca usei o plano, nunca fui internada em 15 anos e teria que ficar num local pequeno, sem banheiro. Bom, pelo menos teve empatia e receitou remédios. A pressão, já na minha casa, não baixava, eu estava em pânico com o atendimento e lá vou eu, de novo, para o IGESP. Dessa vez fui atendida por um médico maravilhoso que saiu da cadeira, examinou e pediu exames. Os exames estavam bons, porém, ele sabia q eu era PCD e a dor no quadril não tinha sentido. Resumindo: fiquei por algumas horas no cubículo com meu marido e na sexta de madrugada levada ao quarto. Iniciou-se outro pesadelo pós PS. Quarto privativo, sujo, porém, aceitável. Uma médica passou, quis saber o que eu tinha (o que eu tinha deveria estar no prontuário digital dela) e ela não achou gravidade em nada. Não deixava eu falar. Depois de me assustar bastante onde achei q estava c câncer, disse q pediria ressonância. Meia hora depois entra no meu quarto um homem entre 35 e 40 anos, baixo e com sobrepeso, barba dizendo que ela "mandava" nos médicos e que achava a opinião da médica divergente, que eu estava ocupando o lugar de alguém realmente doente. No meio dessa loucura entra um senhor, ortopedista que fica indignado pelos médicos: segundo ele divergências não devem ser passadas aos pacientes. Estava na cara que o ortopedista já sabia do caos que pacientes passam ali. Me examinou rapidamente e disse totalmente o contrário dos outros dois médicos e me alertou a não aceitar alta. À partir daí foi-me dado remédios em horário errados, inclusive, um dos remédios constava como "dado ao paciente". Outro paciente tomou meu remédio pois eu não tomei. Foram dezenas de erros. Sábado e domingo não existe médico. Percebendo que a estadia ali não seria breve fui até o balcão e comuniquei que sou PCD e a lei é clara, acompanhante de PCD deve receber café, almoço e jantar. Pedi a ela gritando alguém da ADM. Nisso chega a alimentação do meu marido como "cortesia". Não lêem. Essas pessoas estão preocupadas com rede social, com fotos pra rede social. Nao querem trabalhar. A ADM que disse ser cortesia, a alimentação, terá uma linda surpresa e isso fica para a hora certa. O magistrado vai explicar a ela o que um PCD e quem sabe ela nunca mais esqueça. Foi grossa e não deixava eu falar. Perguntei para ela o que era um PCD e ela não soube responder. Consegui falar com uma médica na segunda feira quando espalhei que minha mãe havia falecido. Não faleceu. Só consegui atenção fazendo isso. A médica foi solicita, porém, nada foi feito durante minha internação além de uma ressonância que consegui aos gritos e remédios errados. Ninguém limpou o quarto. A campainha quebrou e a enfermeira pediu para eu não mexer bem na campainha e nem no ar condicionado que estavam quebrados e foi o q fiz. Fiquei sem campainha praticamente um dia inteiro e o ar condicionado quebrado ficou numa temperatura extremamente baixa. Gravei tudo, filmei rasgos em lençóis, coisas nojentas grudadas no cobertor que parece cobertor "doação". Terei que fazer mais exames em dez dias e devo por ordem médica ficar em quarto com banheiro, alimentação para mim e meu marido e estou em pânico. Vou ter que passar por esse caos para conseguir meu quarto privativo e alimentação para meu companheiro? O caso está com a ouvidoria Trasmontano: Lau** (pois a ouvidora Jo*** não sustentou o que prometeu). Esse é o que vc, que como eu tem 15 anos de plano e nunca foi internada? Vou num clínico geral eventualmente ou oftalmologista? Não saia do plano que está porque o hospital é um caos. Não respeitam paciente PCD. Não tive apoio algum, tudo foi no grito. Fujam desse hospital. Meus braços estão pretos pois várias veias foram estouradas porque 4 pessoas não conseguiram achar veia. Médicos de PS novatos que lhe tratam com desdém. Ao ser internado tenha certeza que conseguirá tudo no grito, pois, tenho filmagens de outras brigas de pacientes de outros quartos pelo atendimento ofertado.
Não atendo telefone. Caso queiram falar comigo..somente via wsap *******inal 41 por mensagem digitada.
Hospital IGESP Praia Grande é um açougue fantasiado de hospital.
Obs: erros na digitação do texto acima devem ser desconsiderados, pois, prezo a gramática mas a dor nos braços pela quantidade de tentativas dói muito.
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Resposta da empresa
02/06/2026 às 10:36
Prezada Sra. Claudia Regina, bom dia!
Identificamos que nossa ouvidoria encaminhou uma mensagem para o e-mail cadastrado para fornecer as devidas orientações e esclarecimentos.
Reiteramos nosso compromisso em prestar todo o suporte necessário, caso precise de assistência adicional no futuro.
Agradecemos a sua manifestação a qual contribui para melhoria dos processos do Hospital.
Réplica do consumidor
08/06/2026 às 23:50
Não houve explicação via e mail. No e mail cadastrado no Trasmontano que TB é o e mail aqui do reclame aqui, não! Não consigo resolver nada nesse plano. É bom pra cobrar e só. Não resolvido.
Réplica do consumidor
08/06/2026 às 23:51
Aguardando.
Consideração final do consumidor
09/06/2026 às 17:45
Ninguém entrou em contato.
O problema foi resolvido?

Não resolvido
Voltaria a fazer negócio
Não
Nota do atendimento
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