Cobrança indevida e falta de transparência em atendimento de emergência

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São Paulo - SP

15/06/2025 às 14:09

ID: 219707025

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Cobrança indevida e falta de transparência no atendimento de emergência

Na noite do dia 14/06/2025, por volta das 23h, levei minha sogra, *****, ao Hospital Independência da Zona Leste (*****), pois ela estava passando mal e precisava de atendimento urgente. Como ela não possui convênio, fomos direto ao setor de emergência.

Assim que chegamos, os enfermeiros prontamente a encaminharam para uma sala de emergência, o que entendemos como parte do protocolo inicial de triagem em nenhum momento fomos informados de que essa sala seria cobrada à parte da consulta médica. A cobrança de R$400,00 pela utilização da sala foi informada somente após a abertura da ficha, quando a consulta já havia sido registrada no valor de R$160,00. Ou seja, só soubemos da cobrança depois que já estava tudo feito, sem consentimento prévio ou assinatura de autorização para essa despesa adicional.

A recepção foi desrespeitosa e debochada quando questionei sobre a cobrança. Não havia cartazes visíveis nem comunicação clara sobre os valores cobrados pelo uso da sala. Isso fere o direito básico do consumidor à informação clara e prévia sobre os serviços contratados (conforme o Art. 6, inciso III do Código de Defesa do Consumidor).

Solicito o reembolso integral do valor de R$400,00, referente à sala de emergência que foi imposta sem qualquer autorização ou aviso prévio. Caso não haja uma resposta satisfatória, tomarei as providências cabíveis junto ao Procon-SP e outros canais de defesa do consumidor.

Aguardo retorno com urgência.

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Resposta da empresa

27/06/2025 às 15:52

A paciente de nome R. G., sexo feminino, idade 54 anos, foi atendida na sala de emergência do Pronto Socorro às 22:10h, onde foi examinada pelo profissional médico que a examinou, medicou e solicitou exames complementares para elucidação diagnóstica.
Foi pago valor pela consulta do médico, e a recepção não tem como saber os procedimentos e exames a serem feitos, sem a prescrição médica, onde os acompanhantes são chamados e orientados sobre os valores a serem pagos.
Porém, no caso da paciente em questão, foi uma emergência, onde o médico prescreveu a medicação para aliviar o sofrimento da paciente, e não houve tempo hábil para comunicar aos acompanhantes sobre os valores a serem pagos.
A paciente deu entrada às 22:10 h, e a primeira medicação foi feita às 22:20 h, ou seja, 10 minutos após a entrada da paciente, pois havia uma preocupação com o sofrimento da paciente naquele momento.
Nesse sentido, após atendimento do socorrista, e a paciente sair do estado de emergência em que se encontrava, os acompanhantes foram chamados para que realizassem os acertos de valores necessários quanto às medicações, taxa de sala e exames. Sempre primando pelo bom atendimento ao paciente, e tomando as decisões necessárias para preservar a vida da mesmo.
Em tempo, há na recepção um exemplar do código do consumidor, bem como as tabelas de valores para serem consultadas.

Atenciosamente
Ouvidoria Hospital Independência

Réplica do consumidor

27/06/2025 às 16:02

Tomarei minhas providências

Consideração final do consumidor

27/06/2025 às 19:23

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Nota do atendimento

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