Negligência médica e diagnóstico errado no Hospital Independência

Não respondida
São Paulo - SP
08/02/2026 às 23:10
ID: 240150367
Venho por meio desta registrar uma reclamação formal sobre o atendimento prestado à minha filha de 4 anos no Hospital Independência no dia 06/02/2026. Levei minha filha ao hospital apresentando febre com intervalo inferior a 4 horas, dor intensa na garganta e recusa alimentar. Paguei o valor de R$ 160 pela consulta pediátrica. A médica plantonista solicitou o exame do cotonete na garganta, pelo qual paguei R$ 30. Após o resultado, retornei ao consultório e fui informada de que não havia bactéria e de que se tratava apenas de um quadro viral. A médica prescreveu apenas Dipirona, medicação que, inclusive, eu já estava administrando em casa, antes mesmo de procurar o hospital. Sem qualquer melhora do quadro, retornei para casa e minha filha permaneceu com febre, dor e gemendo, sem conseguir se alimentar durante todo o dia. Sem total falta de melhora! E, por ter direito ao retorno, voltei ao hospital por volta de 23:20 do mesmo dia. No segundo atendimento, relatei novamente todo o ocorrido à pediatra do plantão, que apenas olhou a garganta da minha filha e afirmou que a conduta da médica anterior estava correta. Questiono: a medicação poderia estar correta, se não houve nenhuma melhora do quadro clínico? Diante da insistência de que minha filha sentia muita dor, foi prescrito apenas ibuprofeno. Após dois atendimentos, minha filha continua com dor intensa e febre. Sem parecer ter passado por um pronto-socorro. Procurei uma farmácia e relatei todo o ocorrido. O farmacêutico examinou a garganta da minha filha e, com uma lanterna, constatou presença evidente de pus. Por isso, questiono seriamente a qualidade e atenção dos atendimentos pediátricos prestados. Como duas pediatras não identificaram um quadro tão evidente na garganta de uma criança de apenas 4 anos? Minha filha passou dois dias sem conseguir se alimentar, devido à dor intensa. Por conta própria, iniciei o uso de Azitromicina e, graças a Deus, houve alívio parcial do quadro. Ressalto que o medicamento foi iniciado apenas hoje, domingo. Ela não está totalmente recuperada. O atendimento prestado foi extremamente frustrante, negligente e deixou minha filha sofrendo desnecessariamente. Saí do hospital com sensação de descaso, mesmo após pagar por consulta, exame e retornar duas vezes ao pronto-socorro.