Negligência e constrangimento durante internação de bebê

Não resolvido
Belo Horizonte - MG
02/07/2025 às 16:50
ID: 221119037
Nossa filha, de cinco meses de idade, se internou no São Camilo numa quinta-feira. Desde então, eles negaram leito, dizendo que não havia leito disponível. Nós pedimos transferência para outro hospital, apareceu um outro leito. Ela estava com quadro de bronquiolite e, ao transferirem a gente para os quartos, nos informaram que seria possível a bomba de extração de leite materno, pois eu amamento e ela tem APLV (alergia à proteína do leite de vaca). Mas, desde o final do plantão da médica que autorizou, começou uma grande pressão para que nós déssemos fórmula. Além disso, foi dito que, se utilizássemos as bombas de esterilização, minha filha poderia perder uma parte do intestino; que eu deveria me preocupar com a minha filha e que eu devia agradecer porque eles estavam me deixando fazer a ordenha no quarto. Uma médica chegou a sugerir que eu fosse à rua para ordenhar o meu leite e voltar para dar o leite para minha filha. Eu fiz uma reclamação; os responsáveis se comprometeram a mudar a política de amamentação/aleitamento. Menos de 24 horas depois, eu precisei voltar com minha filha para interná-la novamente porque ela piorou a bronquiolite. Ao chegar no setor de observação, eu precisei ordenhar o leite enquanto meu marido ficava com nossa bebê. Não me forneceram um lugar específico; chamaram o segurança que veio me intimar, dizendo que eu tinha que sair dali, pois só podiam dois acompanhantes. Eu expliquei que não existia um berço para ela, seguro; só existia uma cama, e ela ia ficar solta. Ele falou que, então, eu deveria entregá-la para uma enfermeira e que meu marido deveria sair dali. Essa enfermeira chamou o segurança para pedir a remoção do meu marido. Ela autorizou a presença do meu marido, e ela não nos falou em hora nenhuma que poderia ficar com a minha filha; não nos perguntou se nós concordávamos. Chamou o segurança enquanto eu estava com o seio à mostra, gerando muito constrangimento. Nós nos sentimos acuados e assediados. Eu pedi à unidade transferência para outro hospital, o que não aconteceu, e logo depois, um biombo para que eu tirasse leite. Pedi para que alguém ficasse no local enquanto eu amamentava, e uma das enfermeiras pediu para um enfermeiro olhar por trás do biombo enquanto eu tirava leite. Então, nós estamos aguardando a transferência para outro hospital.
Nunca fui tão desrespeitada
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Consideração final do consumidor
09/07/2025 às 16:33
Não há qualquer respeito à mãe e ao bebê nessa instituição. Tentam dar fórmula estimulando o desmame precoce o tempo inteiro, constrangem os pais, mudam a forma de tratar de acordo com a troca de plantão, médicos não conversam entre si e não respeitam as recomendações uns dos outros e comprometem o tratamento. Jamais voltarei a esse circo de horrores.
O problema foi resolvido?

Não resolvido
Voltaria a fazer negócio
Não
Nota do atendimento
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