Dificuldade crônica e falha nos canais de atendimento para agendamento de consulta no Hospital Memorial Ágape.

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Arapiraca - AL

25/05/2026 às 10:20

ID: 249578257

Prezados,
Venho por meio deste canal registrar uma reclamação formal e manifestar minha profunda indignação com o serviço de atendimento e agendamento do Hospital Memorial Ágape. Há 3 meses tento, sem sucesso, agendar uma consulta com a ginecologista *****. Cumpro rigorosamente todas as regras estabelecidas pela instituição, entrando em contato estritamente nos dias informados para abertura de agenda, mas nunca há vagas disponíveis.
No dia de hoje, a situação atingiu um limite inaceitável devido à total falta de organização, desencontro de informações e falha crônica nos canais de comunicação do hospital, conforme detalho a seguir:
1.Informações Contraditórias e Prazos Impossíveis: Liguei exatamente às 7h da manhã para realizar o agendamento. Fui informada de que a atendente responsável pela marcação da médica só iniciaria o expediente às 8h e fui orientada a enviar uma mensagem via WhatsApp.
2.Canais Digitais Inoperantes: Enviei a mensagem pelo WhatsApp conforme instruído, mas não obtive nenhuma resposta. Diante do silêncio, tentei contato por outro número de telefone. Passei 1 hora e 30 minutos ligando ininterruptamente até conseguir ser atendida.
3.Vagas Esgotadas Antes do Horário de Atendimento: Ao finalmente conseguir falar com um atendente humano, fui informada de que as vagas haviam se encerrado às 8h. Trata-se de uma contradição física e lógica: se na primeira ligação fui informada de que a atendente da médica só chegaria às 8h, como as vagas puderam se esgotar exatamente no horário em que ela iniciaria os trabalhos?
4.Falha Estrutural e Queda de Linha (URA): O hospital alega publicamente que os atendimentos ocorrem de forma simultânea por três canais. Na prática, o único canal telefônico disponível fica frequentemente inoperante. Quando a telefonista tenta transferir a ligação para o setor da médica, o sistema emite uma mensagem automática de que o número não está disponível e a ligação cai. Ao tentar retornar, o cliente fica preso na URA até a ligação cair novamente.
5.Inacessibilidade Presencial: Tentando esgotar as possibilidades, ao comparecer presencialmente ao hospital para resolver a questão, a atendente específica da médica não se encontrava no local.

O fornecedor de serviços alega possuir atendimento simultâneo, mas submete o consumidor a passar horas tentando contato para, no fim, receber informações incompatíveis com a realidade. O hospital também se recusa ou falha em fornecer número de protocolo de atendimento, dificultando a defesa do consumidor.
Essa conduta fere o Artigo 14 do Código de Defesa do Consumidor (CDC), que trata da responsabilidade objetiva pela prestação de serviço defeituoso, e o Artigo 6, que garante o direito à informação adequada, clara e ao atendimento eficaz.
Diante do exposto e do histórico de 3 meses de tentativas frustradas geradas por falhas exclusivas do hospital, exijo que a instituição entre em contato comigo para viabilizar e garantir a marcação da minha consulta com a *****, sob pena de adoção de medidas judiciais cabíveis por danos e descumprimento das normas de defesa do consumidor.
No aguardo de uma solução imediata.

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