Negligência médica e falta de higiene no hospital municipal de Parelheiros

Reclamação não resolvida

Não resolvido

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São Paulo - SP

17/02/2026 às 15:30

ID: 240906285

Minha mãe, *****, foi internada no hospital municipal de Parelheiros, no dia 31/01/2026 no período da tarde.
Diagnóstico: DPOC, derrame pleural e insuficiência cardíaca.
Foi encaminhada para o setor Clínica Médica.
No dia 13/02/2026 meu irmão foi visitá-la, ficou das 10h até às 18h, a médica passou o boletim e informou que o quadro dela estava estável a saturação 90(SpO2). A médica informou que estava aguardando a documentação para adquirir o oxigênio em casa. Só faltava a liberação desse aparelho que a paciente iria utilizar em domicílio. Nesse dia minha mãe estava lúcida e se alimentou normalmente. Só estávamos aguardando o aparelho para ela ter alta.

No Dia 14/01/2026 por volta das 08:25 meu irmão foi visitá-la, ao chegar acordou minha mãe que estava dormindo e em seguida percebeu que o oxigênio que é rosqueado no suporte (régua) que fica localizado na parede estava desconectado (desligado) e a paciente ao lado que se chama Jurema, viu também. Em seguida chamou a enfermeira que estava utilizando uniforme azul escuro e comunicou que o oxigênio estava desrosqueado da régua. A mesma ligou o aparelho e ele perguntou desde que horas estava desligado? Ela não soube explicar e chamou a enfermeira auxiliar que usa uniforme branco, para medir a saturação a mesma informou que estava 81(SpO2), porém ele não viu, mas percebeu que a mãe estava um pouco desorientada.
Meu irmão deu café da manhã, e perguntou para a mesma técnica se podia dar banho no chuveiro, ela disse que sim. Ele deu banho e a mãe fez bastante cocô, depois do banho a enfermeira técnica, a mesma disse que iria chamar a equipe de limpeza para higienizar o banheiro. Por volta das 12h ela almoçou bem e depois dormiu. Às 13:30 meu irmão foi embora.
Juliana, filha da paciente Jurema, nos informou que neste dia 14/01/2026 por volta das 14h ela chegou para visita, e o banheiro estava sujo ainda, foi na administração do hospital e solicitou que fosse limpo imediatamente, porque estava muito sujo e com cheiro forte de fezes. Nada propício para um hospital. deste mesmo dia das 15:30 até as 22h tanto minha mãe quanto a paciente Jurema, ficaram no corredor para a limpeza do quarto. Nesse período minha mãe utilizou oxigênio móvel. No momento que minha mãe estava no corredor estava com fezes e as enfermeiras disseram que não podiam limpar ali, no corredor.
Jurema nos disse: que limparam minha mãe por volta das 23:30 que tinha fezes até na altura da barriga.
Dia 15/01/2026 na madrugada a paciente Jurema chamou ajuda por várias vezes, dizendo que minha mãe não estava bem, ela estava fazendo um barulho estranho, babando e espumando e ninguém foi vê-la. Por volta das 05:30 entrou uma técnica com uniforme branco, Jurema disse a ela, a Conceição não está bem, nesse momento minha mãe fazia barulho que saia pela boca, estava espumando e babando também, ignorando esses sintomas gravíssimos a mesma técnica a deu um comprimido e água, minha mãe já não estava respondendo e começou por para fora mais líquido, nesse momento a técnica deu um saco com papel toalha dentro e disse cospe ai. Jurema por várias vezes insistiu que alguém fosse socorrer minha mãe e nada, por volta das 07h entraram as técnicas e viram que o acesso da minha mãe tinha saído e estava sangrando, sujando toda a cama, tentaram estancar mais não conseguiram, nesse momento elas chamaram por outras profissionais e começou toda a confusão. O resultado dessa negligência e por mim compreendido como tentativa de [Editado pelo Reclame Aqui], minha mãe teve que ser entubada e levada para UTI, ficamos sabendo porque a paciente Jurema, nos comunicou por volta das 08h do dia 15//01/2026.
Eu e meus irmãos fomos imediatamente para o hospital e confirmamos que ela estava na UTI, com grande risco de vida.
Relatamos tudo para o médico da UTI, o mesmo nos confirmou que o oxigênio da minha mãe estava desligado no momento que ela foi entubada.
Fomos na supervisão dos enfermeiros, falamos com o supervisor Henrique, sobre tudo o que tinha acontecido, inclusive que o médico da UTI afirmou que o oxigênio da minha mãe estava desligado e a saturação dela estava 50(SpO2), no momento que ela foi entubada.
Henrique registrou nossa denúncia e solicitou para que nos fosse lá novamente no dia seguinte.
Dia 16/01/2026, fomos visitar minha mãe e depois fomos falar com o supervisor Henrique, ele nos disse que passou todas as informações para a diretoria do hospital e a equipe médica, pedimos a ele que nos dissesse o que ele achou do prontuário desses dias relatados, o mesmo informou que a algumas informações não estão corretas, mas não quis falar mais nada.
Fomos a ouvidoria do hospital, e lá também relatamos tudo. Fomos informados que será passado para a diretoria. Que provavelmente entraram em contato para esclarecimentos.
Solicitamos ao SAME o prontuário da nossa mãe, que será entregue somente no dia 18/01/2026, com o prontuário em mãos iremos a delegacia registrar queixa.

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Consideração final do consumidor

22/03/2026 às 10:40

Porque não recebi até o momento nenhuma resposta. Isso gera muita revolta,então: a diretoria sabe de tudo oq aconteceu e permanecem em silêncio?
Qual foi ou será a resolução, minha mãe continua na UTI do hospital, devido ao que aconteceu.
Negligência do hospital, da equipe do dia do ocorrido etc.
Mas até agora nada.

O problema foi resolvido?

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Não resolvido

Voltaria a fazer negócio

Não

Nota do atendimento

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