Atendimento médico desumano e falta de empatia no hospital

Não respondida
Rio de Janeiro - RJ
23/05/2026 às 10:24
ID: 249464725
Sou filha do *****.
Estou aqui novamente ,até ser escutada e o hospital procurar contato comigo.
Quero relatar que minha experiência foi extremamente dolorosa e marcada pela falta de empatia no atendimento médico.
Assim que chegamos, fomos atendidos pelo médico *****. Mesmo sem conhecer profundamente o caso do meu pai e sem tempo suficiente para uma avaliação adequada, ele já afirmava diversos diagnósticos e possibilidades de forma muito categórica, inclusive dizendo que meu pai provavelmente não reagiria bem aos tratamentos, apesar de ele ter chegado ao hospital estável.
Em determinado momento, o médico também afirmou que meu pai havia sido transferido para o hospital devido a uma piora no quadro, o que não era verdade. A transferência ocorreu por decisão da Amil, já que o hospital possui atendimento oncológico. Isso nos passou a impressão de que o caso não estava devidamente compreendido.
Além disso, sentimos uma postura fria e sem sensibilidade ao transmitir informações tão delicadas. Minha mãe solicitou permanecer como acompanhante do meu pai e o pedido foi negado.
No dia seguinte, fomos recebidos pela médica *****. Ao chegarmos, meu pai estava irreconhecível e já não conseguia falar. Durante todo o atendimento, tivemos muita dificuldade para obter informações claras sobre o que estava acontecendo. A médica repetia diversas vezes que ele iria morrer e que não passaria daquela noite, inclusive na presença dele, o que causou enorme sofrimento emocional para toda a família.
Também queremos registrar nossa preocupação em relação às medicações administradas, considerando que meu pai tinha problemas hepáticos e recebeu morfina. Tudo isso será devidamente apurado pelos meios legais e profissionais competentes.
Infelizmente, nossa experiência foi marcada por um atendimento frio, desumano e sem o acolhimento que uma família espera em um momento tão delicado.
Esperamos que o hospital reveja a postura de seus profissionais e a forma como pacientes e familiares são tratados.
Meu pai estava com um aparelho anti-trombose , ele estava tentando nos avisar , tirando a coberta com muito esforço , e indicando com o olho, não entendemos , mas teve um momento que minha tia botou a mão e estava super aquecido.
Meu pai estava por horas com aquele aparelho aquecendo a perna dele.
Pesquisei e vi que não é recomendado deixar esses aparelhos para pacientes que não tem como avisar se está incomodando.